Regional Cimi Norte I realiza Fórum das Equipes em modo presencial e consagra o abraço como principal estímulo para a missão

Espaço de interação e partilha, avaliação e planejamento, formação e fortalecimento da mística missionária militante para a defesa incondicional dos povos indígenas são os objetivos do Fórum

POR LÍGIA APEL, ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO REGIONAL NORTE I, COM REPORTAGEM DE FABIO PEREIRA, CIMI PRELAZIA DE TEFÉ

“Alegria no reencontro, abraços e cumprimentos, animadas rodas de conversa, de viola, cantos de luta e resistência, místicas acolhedoras, afetos trocados, boas energias animando e impulsionando, tudo o que caracteriza o jeito Cimi de ser voltou com força, renovando a fé, a esperança e a vitalidade do Espírito Missionário que dá vigor à luta em defesa dos direitos dos Povos Indígenas”. Esse foi o clima que pairou durante o Fórum das Equipes do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Regional Norte I, realizado nos dias 12 a 15 de agosto, no Centro de Formação Xare, em Manaus (AM), e que pela primeira vez após a pandemia pode acontecer no formato presencial. Continue lendo “Regional Cimi Norte I realiza Fórum das Equipes em modo presencial e consagra o abraço como principal estímulo para a missão”

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Povos originários são ameaçados há 522 anos: contudo, há resistência, luta, razão e esperança

A reflexão fez parte da XXXIX Assembleia Cimi Regional Leste realizada entre os dias 9 e 11, em Ibiraçu; o evento também foi alento para a luta dos povos indígenas no Espírito Santo

POR RICARDO HERMETO E CIMI REGIONAL LESTE*

À primeira vista, a afirmação insinua um lugar comum de dor na jornada da civilização brasileira em relação aos povos originários. Só que no meio desse caminho histórico existe consciência, trabalho e bandeiras que teimam em abrir cenários diferentes de resistência em defesa e direito dos indígenas. E não é de hoje que essa rede de apoio e proteção se coloca a serviço da vida dos povos indígenas contra os mais distintos e covardes ataques do sistema como um todo, utilizando até da ignorância popular para patrocinar atrocidades. Continue lendo “Povos originários são ameaçados há 522 anos: contudo, há resistência, luta, razão e esperança”

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Quinze prefeituras de Alagoas contrataram empresas suspeitas de desvio na saúde e educação

Municípios receberam recursos do orçamento secreto; parlamentar que mais indicou emendas foi Arthur Lira (PP), que tem aliados em diversas prefeituras

Por Alice Maciel, em Agência Pública

Quinze municípios de Alagoas contrataram as duas empresas investigadas pela Polícia Federal por participarem de um suposto esquema de desvio de recursos públicos federais na prefeitura de Rio Largo — a Litoral Construções e Serviços e a Reauto Serviços e Comércio de Peças Automotivas. Dados obtidos pela Agência Pública revelam que, entre 2019 e 2022, essas prefeituras pagaram R$11,8 milhões às empresas. Continue lendo “Quinze prefeituras de Alagoas contrataram empresas suspeitas de desvio na saúde e educação”

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Por que Vargas Llosa não vota no Israel Tuyuka? Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

Se tivesse seu título de eleitor registrado no Amazonas, o escritor peruano Vargas Llosa não votaria de forma alguma em Israel Tuyuka, candidato a governador pelo PSOL. Seguiria certamente os princípios que defendeu em artigo no jornal espanhol El País e atuaria como cabo eleitoral do coisificado Wilson Lima (UB vixe, vixe), que tenta a reeleição. As razões para isso foram enfatizadas em palestra no Uruguai, em maio último, quando manifestou simpatia pelo Coiso e declarou que “jamais votaria em Lula”.

Quem é Vargas Llosa? Esse escritor talentoso, 86 anos, prêmio Nobel da Literatura, nos encantou com dezenas de livros. Sabe prender o leitor e contar uma história, ora através de um narrador onisciente que vê tudo, ora através dos próprios personagens, que têm visão limitada pelo lugar que ocupam na narrativa. Li seus contos e romances, uns considerados muito bons, outros, nem tanto, entre eles La guerra del fin del mundo (1981), que recria a revolta de Canudos, inspirado em “Os Sertões” de Euclides da Cunha. Continue lendo “Por que Vargas Llosa não vota no Israel Tuyuka? Por José Ribamar Bessa Freire”

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Em decisão histórica, Justiça Federal no Maranhão restitui objetos apreendidos, ilegalmente, do povo Akroá Gamella

A sentença garantiu a restituição dos objetos apreendidos, de forma ilegal, aos Akroá Gamela; a decisão foi deferida em 15 de julho, pelo Juiz Federal, substituto da 1ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária

Por Jesica Carvalho, do Cimi Regional MA

“Eu tava na minha aldeia, por que mandou me chamar?”, entoava o povo Akroá Gamella, em marcha, durante sua chegada à sede do município de Viana, Maranhão (MA), na terça-feira (16). Com corpos pintados e cantos que fazem parte da sua cultura e sua identidade étnica, o povo Akróa Gamella comemorou, em frente à 6ª Delegacia Regional, a vitória no processo que garantiu a devolução de objetos apreendidos durante a invasão a Terra Indígena (TI) Taquaritiua, em novembro de 2021. Continue lendo “Em decisão histórica, Justiça Federal no Maranhão restitui objetos apreendidos, ilegalmente, do povo Akroá Gamella”

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Pescadores exibem imagens de camarões cobertos de lama da Samarco/Vale-BHP

Pesca foi feita em pesqueiro próximo à foz do Rio Doce, à profundidade de 21 metros, permitida pela Justiça

Por Fernanda Couzemenco, no Século Diário

“O tempo é responsável por trazer literalmente à tona toda as injustiças desses quase sete anos do crime de Mariana”. A frase abre o depoimento feito pelo presidente do Sindicato dos Pescadores e Marisqueiros do Espírito Santo (Sindpesmes), João Carlos Gomes da Fonseca, o “Lambisgoia”, diante do flagrante da densa camada de lama tóxica presente num pesqueiro tradicional de camarão próximo à foz do Rio Doce, em Linhares, norte do Estado, na profundidade permitida pela Justiça para atuação dos pescadores, que é a partir de vinte metros. Continue lendo “Pescadores exibem imagens de camarões cobertos de lama da Samarco/Vale-BHP”

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UFRGS cassa títulos de Honoris Causa dos ditadores Costa e Silva e Médici

Generais Costa e Silva e Médici comandaram o período mais violento da ditadura

Na RBA

São Paulo – Os ex-presidentes generais do período mais tenebroso da ditadura não são mais doutores Honoris Causa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Os ditadores Arthur da Costa e Silva e Emilio Garrastazu Médici tiveram seus títulos cassados pelo Conselho Universitário da UFRGS nessa sexta-feira (19), por 48 votos. Houve apenas um voto contrário à cassação e uma abstenção no conselho – órgão máximo da universidade, o que torna a decisão irrevogável. Continue lendo “UFRGS cassa títulos de Honoris Causa dos ditadores Costa e Silva e Médici”

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De demônios e de almas. Por Janio de Freitas

Cobrança de comprovante e o suborno do eleitor são a mesma fraude

Na Folha

O grupo de empresários adeptos do golpe proporciona, à revelia, o elemento decisivo para explicar a campanha contra as urnas e, com isso, comprovar o objetivo de fraude eleitoral de Bolsonaro. Os empresários pró-ditadura tornaram ainda maior a gravidade das ações do próprio ocupante da Presidência, e de seus apoios civis e militares, para desmoralizar a Justiça Eleitoral e as eleições no Brasil. Continue lendo “De demônios e de almas. Por Janio de Freitas”

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Neutralização do terror. Por Manuel Domingos Neto

Diante da previsível derrota eleitoral de Jair Bolsonaro, suas hostes podem entrar em modo doidice cruel

No A Terra é Redonda

As apreensões com a baderna anunciada para o dia 7 de setembro foram atenuadas. O repúdio à quebra da institucionalidade tem sido vigoroso. Além da manifestação da Faculdade de Direito da USP, houve o espetáculo da posse de Alexandre Morais na presidência do STE. Muitos assistiram o vexame do presidente da República no auditório. Foi um lance de recuperação da moralidade institucional. Continue lendo “Neutralização do terror. Por Manuel Domingos Neto”

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Um jogo de regra e exceção

Por Jessica Santos, editora de relacionamento da Ponte

Depois da frase do comandante da Rota sobre a diferença de uma abordagem a depender do se é uma localidade rica ou pobre, tudo já deveria ter ficado bem claro para todos. Mas nunca é demais reforçar: há uma política de morte para corpos e bairros vulneráveis, uma regra em forma de alvo para pretos, mulheres, indígenas, LGBTs quando se deparam com forças policiais. A regra é a da bala, da porrada, do palavrão, do autoritarismo.

Basta ver como o motoboy Reginaldo foi tratado pela PM ao se desesperar por ver seu sustento lhe ser tirado por conta de problemas com seus documentos e habilitação. Não teve nenhum “licença”, “senhor”, nenhuma gentileza, nada. Apenas o clássico um monte de fardados a luz do dia contendo um homem que está desempregado e tem uma esposa doente em casa. Continue lendo “Um jogo de regra e exceção”

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