Cada ato precisa ser um momento de engajar. Uma convocação para que cada uma e cada um se envolva com a campanha, agindo para ganhar votos e para tornar, por meio da mobilização social, o golpe impossível. É o oposto de jogar parado
Por Gilberto Maringoni*, em Outras Palavras
O desempenho de Lula até aqui é muito bom, o ex-presidente dá um show de bola em todos os eventos de que participa e as pesquisas seguem exibindo uma vantagem tida como “irreversível” por especialistas no assunto. Mas não há campanha.
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