Commodities ambientais: o paradigma organicista como contraponto à privatização e financeirização da natureza. Por Amyra El Khalili

Sumário: O que são Commodities Ambientais? – Separação a se fazer do joio do trigo – Mercantilização da Natureza? – Sua eminência parda: o Mercado – Créditos de carbono e de compensação ambiental – Economia verde versus economia socioambiental – Uma abordagem estruturada para a elaboração de projetos econômico-financeiros para o mercado de “Commodities Ambientais” – 1 Apresentação: O Direito e a Economia Socioambiental – 2 Introdução – 3 Políticas públicas e o aspecto socioeconômico – Proposta de “Plano de trabalho e roteiro de projetos econômico-financeiros para o mercado de Commodities Ambientais” – Referências.

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Nota do Cimi: Abraçamos o povo Yanomami em sua dor e angústia

Em nota, Cimi Regional Norte I denuncia aumento de violência contra os Yanomami, se solidariza e cobra medidas de proteção aos indígenas e seu território

Cimi Regional Norte 1

O ar brasileiro está ficando rarefeito! Está difícil respirar em um país que sufoca, maltrata, negligencia, incita à violência e assassina sua população com uma política que, abertamente, quer o extermínio dos povos indígenas.

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Ato político negocia desbloqueio de acesso em ocupação do MST no Distrito Federal

Área ocupada por trabalhadores rurais sem terra fica em região de intensa especulação fundiária

Pedro Rafael Vilela, Brasil de Fato

Após uma área ter sido ocupada por cerca de 300 famílias, no último sábado (30), o acesso ao local foi bloqueado por fazendeiros da região. Com isso, as famílias sem terra estão sem água e comida. Muitos desses grileiros sublocam terra pública de forma irregular, de acordo com a legislação vigente, denuncia o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST).

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MPF promove reunião com Incra e representantes do projeto de assentamento Santana, em Coroatá (MA)

O encontro teve o objetivo de levantar informações e soluções das invasões ocorridas nas terras de assentamento

Ministério Público Federal no Maranhão

O Ministério Público Federal (MPF) promoveu, na última quinta-feira (28), reunião com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e representantes do projeto de assentamento Santana 1,2,3 e 4, em Coroatá (MA). O encontro, realizado na sede do MPF localizada em São Luís, teve o objetivo de levantar informações e soluções das invasões ocorridas nas terras de assentamento.

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Relatório liga desmatamento ilegal e grilagem à indústria da soja da Bunge no Piauí

Rede Social Justiça e Direitos Humanos e Friends of the Earth indicam que alta nos preços de commodities está diretamente ligada a aumento do desmatamento, queimadas e grilagem

Por Caio de Freitas Paes, Agência Pública

Em outubro de 2021, satélites flagraram uma cena cada vez mais comum no Cerrado do extremo sul do Piauí: dois tratores manobrando, por dias, uma imensa corrente de aço para a derrubada de dois mil hectares de matas nativas. Sem aval de órgãos ambientais, o desmatamento com “correntão” se deu em Santa Filomena (PI), divisa com o Maranhão, em uma fazenda ligada a “uma imensa grilagem de terras, talvez a maior do Estado do Piauí”. A definição acima é da justiça estadual, por meio da Vara Agrária de Bom Jesus (PI) que, em 2016, bloqueou o registro da área, proibindo seus donos de conduzirem quaisquer atividades no local.

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Como superar o medo de lutar por direitos? Por Gilvander Moreira*

Uma pergunta instigante tem a força de fazer irromper narrativas do mais profundo vivenciado pelo ser humano. Dia 21 de setembro de 2014, Aldemir Silva Pinto, hoje, assentado no Assentamento Dom Luciano Mendes de Almeida, em Salto da Divisa, no Baixo Jequitinhonha, MG, em uma Roda de Conversa sobre a Luta pela Terra, fez questão de retomar a palavra e narrar a ameaça de morte que sofreu e como lidou com ela.

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Semana de 22: juntar as ruínas do passado e reconstruir o inimaginável moto modernista contra o mito fundador. Entrevista especial com Eduardo Sterzi e Veronica Stigger

Os pesquisadores retomam o evento no Theatro Municipal de São Paulo, em 1922, para pensar como se deu a complexa construção da memória deste que é um dos mais marcantes acontecimentos culturais do Brasil

Por: Ricardo Machado, em IHU

Como diria Jorge Luis Borges, recordado por Eduardo Sterzi nesta entrevista, “o tango não deve ser importante; sua única importância é a que lhe damos”. O que o escritor e poeta argentino nos inspira e provoca é sobre como os fatos históricos ligados à cultura de um país, de um povo, de um grupo, repousam sobre uma dialética que se assenta e constrói com os cacos do tempo, a um gosto bastante benjaminiano.

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Entidades e comunidades preparam ato em memória de quilombola assassinado no Maranhão

Edvaldo Pereira Rocha é o sétimo quilombola assassinado no estado desde o ano de 2020. Ele era presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho e foi morto no dia 29 de abril.

por Mário Manzi, com informações da CPT Regional Maranhão

Dia 05 de maio será realizada a missa de sétimo dia, em memória de Edvaldo Pereira Rocha, líder da comunidade quilombola Jacarezinho, na cidade de São João do Soter, localizada a 420 km da capital, São Luís. Edvaldo Pereira Rocha, presidente da Associação de Quilombolas do povoado Jacarezinho, foi assassinado a tiros na manhã da sexta-feira (29), no povoado de Bom Jardim, zona rural de São João do Soter. 

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Desmatamento segue travando aprovação de acordo comercial Mercosul-UE

ClimaInfo

A menos de seis meses das eleições presidenciais, o atual governo federal espera ansioso pela aprovação do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia para mostrar na campanha eleitoral ao menos um exemplo de sucesso da diplomacia brasileira nos últimos quatro anos. O caminho para isso, no entanto, é repleto de cascas de bananas – e muitas delas foram jogadas ao chão pelo próprio presidente da República.

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Em Simpósio, indígenas e indigenistas da Amazônia debatem a r-existência dos povos indígenas frente às políticas neoliberais

Mais de 100 pessoas e 53 instituições indígenas e indigenistas participaram do Simpósio e, nessa roda de conversa, pensaram, dialogaram e propuseram estratégias urgentes para o bem viver dos povos originários

POR LÍGIA KLOSTER APEL, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI REGIONAL NORTE 1

“A Funai não dá terra indígena, a Funai reconhece. O ato de demarcar é um ato declaratório, quem fala o que é terra indígena é o povo que ocupa aquela área”. Esse foi um dos saberes compartilhados e fortalecidos pelos indígenas e indigenistas presentes no “Simpósio Povos Indígenas, r-existência às políticas neoliberais na Amazônia”, realizado nos dias 27, 28 e 29 de abril, no auditório da Universidade Estadual do Amazonas (UEA), em Manaus.

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