Entremeando a pequena multidão do bloco que desfilava clandestinamente à vista de todos, Márcio entrou no bar. Gente suada e bêbada dividia o espaço com os bêbados habituais do lugar. A porta barulhenta do banheiro abria e batia secamente liberando cheiro de urina que se misturava a outros cheiros doces e azedos. A música de trompetes estridentes do lado de fora disputava o ambiente com gritos, gargalhadas desproporcionais e apelos por atenção do garçom.
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