Massacre como o ocorrido no Rio de Janeiro pode ser considerado parte de política de segurança pública? Por Cândido Grzybowski

Em Sentidos e Rumos

O que aconteceu no Rio na terça-feira, dia 28 de outubro, é inaceitável em uma democracia que vale a pena ser vivida. Empreender uma “verdadeira guerra” em território bem comum de cidadania é um ato que só produz morte e nunca poderá ser considerado uma política para garantir o direito fundamental de segurança pública. Continue lendo “Massacre como o ocorrido no Rio de Janeiro pode ser considerado parte de política de segurança pública? Por Cândido Grzybowski”

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A voz que o tempo não apagou. Por José Carlos Costa

Porque algumas lições não estão nos livros — estão nas pessoas que nos marcam para sempre.

Sessenta anos se passaram tal como quem estende a mão para um livro esquecido na estante — não por acaso, mas porque algo nele pulsa, chama, insiste em ser lido. Um livro ainda intacto, mas que parecia aguardar por mim há décadas, como se soubesse que, um dia, eu voltaria para abrir suas páginas. E ao tocá-lo, fui conduzido não apenas à leitura, mas a uma travessia no tempo. Continue lendo “A voz que o tempo não apagou. Por José Carlos Costa”

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“Operação Contenção”: a chacina como combustível para a extrema direita. Por Felipe Brito

No Blog da Boitempo

A informação oficial, na alvorada do dia 28 de outubro de 2025, era de que aproximadamente 2.500 policiais civis e militares foram às ruas (leia-se: aos Complexos da Penha e do Alemão) para o cumprimento de 100 mandados de prisão, com o objetivo de contenção do Comando Vermelho. Tratava-se de mais um capítulo da megaoperação batizada de “Contenção” — capítulo que redundou, dentre vários estragos sociais e pessoais, no recorde de letalidade no ranking mórbido das operações e megaoperações policiais no Rio de Janeiro. É difícil supor que a finalidade primordial da megaoperação fosse, de fato, desmontar cadeias produtivas, redes de financiamento e ganhos monetários, lavanderias financeiras da mencionada facção criminosa. É mais plausível supor que o fio da meada foi “tocar o terror” — e, para cumprir esse propósito sem tergiversação, empilhar cadáveres (seletivamente). Continue lendo ““Operação Contenção”: a chacina como combustível para a extrema direita. Por Felipe Brito”

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MPF pede inclusão como coautor de ação de organizações sociais contra licença da Petrobras na Foz do Amazonas

Instituição também defende competência da Justiça Federal no Pará e pede prazo para reforçar os argumentos e pedidos das entidades

Ministério Público Federal no Pará

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal no Pará, na segunda-feira (27), a inclusão da instituição como coautora da ação ajuizada por organizações sociais, no último dia 22, que busca anular a licença de operação para a perfuração de um poço de petróleo pela Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas. Além de se juntar às oito organizações da sociedade civil que iniciaram o processo, o MPF pediu um prazo de 15 dias para complementar os pedidos das entidades, reforçando os argumentos e solicitações, e defendeu a competência da unidade da Justiça Federal no Pará para julgar o caso. Continue lendo “MPF pede inclusão como coautor de ação de organizações sociais contra licença da Petrobras na Foz do Amazonas”

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MPF pede rigor em necropsia de mortos na Penha e no Alemão

O MPF quer informações sobre os protocolos do IML e garanta o protocolo de identificação de vítimas de desastres (DVI) e o Protocolo de Minnesota.

Por Redação e Leandro Resende, CBN

O Ministério Público Federal enviou ao Instituto Médico Legal (IML) do Rio um pedido para que sejam rigorosas as necropsias das 121 pessoas mortas na megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital fluminense. Continue lendo “MPF pede rigor em necropsia de mortos na Penha e no Alemão”

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Vozes indígenas “são indispensáveis” para evitar a catástrofe climática, diz secretário-geral da ONU

ClimaInfo

Os líderes globais precisam aprender com os Povos Indígenas a importância de uma relação harmoniosa com a natureza, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres à Sumaúma e ao Guardian. Foi a primeira vez que o secretário-geral da organização concedeu uma entrevista exclusiva a um jornalista indígena – Wajã Xipai, jornalista-floresta do Povo Xipai. Continue lendo “Vozes indígenas “são indispensáveis” para evitar a catástrofe climática, diz secretário-geral da ONU”

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Remédios: sigilo em compras públicas é má ideia

Ministro sugere que Brasil assine acordos confidenciais com Big Pharma para adquirir fármacos de alto custo. Seria um retrocesso. Transparência garante preços internacionais mais justos – e proposta põe em risco posição autônoma e soberana do país

Por Gabriela Costa Chaves e Thiago Azeredo, para a coluna Saúde não é mercadoria, em Outra Saúde

Recentemente, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha anunciou a intenção de adotar uma nova modalidade de compra de medicamentos de alto custo baseada na garantia da confidencialidade dos preços negociados. Continue lendo “Remédios: sigilo em compras públicas é má ideia”

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Petróleo na Amazônia: o que está em questão. Por Paulo Kliass

Num mundo ainda carbonocêntrico, país tem soberania, e exploração é tema delicado. Só a Petrobras deveria ser autorizada a promovê-la, cercando-se de cuidado e supervisão máximos. Porém, a autorização do Ibama, às vésperas da COP, traz desgastes…

Em Outras Palavras

A proximidade da realização da COP30 em Belém do Pará tem colocado algumas dificuldades para ser realizado um debate mais sereno e mais racional a respeito de quais seriam as posições mais adequadas para o Brasil adotar em relação à exploração do potencial petrolífero da chamada Margem Equatorial da foz do Rio Amazonas. A sensibilidade elevada em razão deste importante encontro das Nações Unidas introduz alguns ingredientes na salada geral em que se transformou a temática da sustentabilidade. Continue lendo “Petróleo na Amazônia: o que está em questão. Por Paulo Kliass”

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O desastre de uma megaoperação no Alemão e na Penha de um governo que terceiriza o seu comando. Por Jacqueline Muniz

IHU

“Não há como garantir domínio territorial armado com alguma estabilidade de mando sem a colaboração direta dos poderes estatais que conferem seu lastro ampliando ou assegurando o domínio sempre provisório do crime. Domínio armado do Comando Vermelho não é o mesmo que produzir e garantir soberania. Também não há e nunca houve Estado ausente. O que há no Rio são governos que negociam sua forma de presença nos espaços populares, como também se vê em outros estados e em outros países”. Continue lendo “O desastre de uma megaoperação no Alemão e na Penha de um governo que terceiriza o seu comando. Por Jacqueline Muniz”

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Pelo menos 50 corpos são levados por moradores para praça na Penha; mortes não constam do balanço oficial

O g1 apurou que os corpos estavam na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde se concentraram os confrontos entre as forças de segurança e traficantes

Por Betinho Casas Novas, Eduardo Pierre, Rafael Nascimento, g1 Rio

Moradores do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, levaram pelo menos 50 corpos para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, uma das principais da região, ao longo da madrugada desta quarta-feira (29), o dia seguinte à operação mais letal da história do RJ. Continue lendo “Pelo menos 50 corpos são levados por moradores para praça na Penha; mortes não constam do balanço oficial”

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