A nova ofensiva do agronegócio sobre a educação

Agronegócio quer ditar os rumos da educação brasileira. Campanha “De olho no material escolar” incita perseguição a professores e professoras. Representantes do agronegócio se articulam para interferir no currículo e no material didático de escolas públicas e particulares e na formação de professores.

Por  Geoagrária

Um grupo de mulheres ligadas ao agronegócio, que se autointitulam “mães do agro”, iniciou ano passado uma campanha denominada “De olho no material escolar”. Segundo suas fundadoras, diante do acompanhamento mais sistemático das atividades escolares realizadas por seus filhos e filhas no contexto do ensino remoto, perceberam que haveria em muitos materiais didáticos mentiras sobre a realidade do campo brasileiro, com críticas indevidas ao agronegócio.

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Mais um líder indígena é alvo da Polícia Federal a pedido da Funai. Por Rubens Valente

No Uol

A pedido da Funai (Fundação Nacional de Brasília) de Brasília, a Polícia Federal em Rondônia abriu um inquérito e fez perguntas por telefone a líderes do povo indígena Suruí de duas associações relacionadas a um dos principais líderes indígenas do país, Almir Naramayoga Suruí. Ele também foi procurado e indagado por telefone por um policial nesta sexta-feira (30).

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Deputada Joenia em audiência pública no Senado pede que CPI da Covid-19 investigue tratamento dado aos povos indígenas durante a pandemia

Lideranças indígenas e senadores também participam da audiência

A deputada Joenia Wapichana (REDE-RR) fez uma fala contundente durante sua participação na audiência pública no Senado, na tarde desta sexta-feira, 30, com o tema “Ameaça de Genocídio Contra os Povos Indígenas Brasileiros: Enfrentamento da Pandemia de Covid-19 e o papel das instituições de Estado”. A parlamentar roraimense apresentou, além de dados preocupantes sobre o tratamento dispensado aos indígenas pelo Ministério da Saúde, graves denúncias feitas por organizações indígenas.

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O lugar do negro: a escravatura no cinema brasileiro. Por Ariel de Bigault

Na Buala

Os primeiros filmes brasileiros são realizados em 1897. Nove anos antes, o Brasil fora o último país ocidental a abolir a escravatura. Os portugueses começam o tráfego negreiro pouco após a descoberta e, durante 350 anos, deportam no mínimo 5 milhões de africanos, número que não inclui os desaparecidos no oceano. Soldados da conquista, mão-de-obra no campo e na cidade, empregados e artesãos, os africanos edificam o Brasil. Quando D. Pedro, herdeiro da coroa portuguesa e rei do Brasil, proclama a independência, em 1822, dois terços dos brasileiros são afro-descendentes, na sua maioria alforriados e livres. No entanto, durante décadas, o cinema oculta esse passado fundador, o cinema apaga a escravidão.  

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MPF participa de reuniões para discutir vacinação em populações indígenas de Guaíra e Terra Roxa, no Paraná

Encontros virtuais tiveram como principal objetivo a conscientização das comunidades da região sobre a importância da se vacinar

O Ministério Público Federal (MPF) realizou, nos dias 28 e 29 de abril, reuniões com lideranças indígenas das aldeias de Guaíra e Terra Roxa, no Paraná, para discutir sobre a vacinação contra a covid-19. Os encontros virtuais foram motivados porque muitos indígenas estão se recusando a tomar a vacina devido ao medo estimulado pelas notícias falsas acerca do imunizante.

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No sonho de se verem formadas, resta às quilombolas luta e solidariedade

Em Furnas do Dionísio, mulheres de comunidade quilombola fizeram vaquinha para persistir no sonho do estudo

Por Raul Delvizio, no Campo Grande News

Para quem sonha um dia se ver formada em um curso universitário, não só precisa de muita vontade e dedicação, mas – principalmente – de oportunidade. Assim é o que espera um grupo de 11 mulheres da comunidade quilombola de Furnas do Dionísio, no município de Jaraguari, a 40 quilômetros de Campo Grande.

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Quilombolas têm de recorrer à Justiça para garantir vacina. ‘Esse racismo estrutural é uma vergonha’

Comunidades denunciam falhas nos planos de enfrentamento à covid e de vacinação pelo país. Em um dos casos mais emblemáticos, prefeito de Aracati, no Ceará, diz não reconhecer quilombolas da região

Na RBA

São Paulo – No município cearense de Aracati, a 145 quilômetros de Fortaleza, as comunidades quilombolas do Cumbe e do Córrego de Ubaranas estão sendo excluídas da vacinação contra a covid-19. Listadas como prioritárias na última versão do programa, de 15 de março, os dois grupos já deveriam ter sido vacinados pela administração da cidade. Mas aguardam até hoje pela aplicação das doses. 

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MPF ajuíza ação para que Funai destrave processo de demarcação de terra indígena em Pariconha (AL)

Processo administrativo de identificação e delimitação da Terra Indígena Jeripankó está pendente há 28 anos

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública com pedido de liminar contra a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a União, em razão de demora injustificada na demarcação da Terra Indígena do povo Jeripankó, no município de Pariconha (AL), que se encontra pendente de conclusão há 28 anos.

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Nota de Apoio da Renap à Apib e a Sonia Guajajara

A Rede Nacional de Advogadas e Advogados Populares (RENAP), manifesta profunda preocupação com a tentativa de intimidação da líder indígena Sônia Guajajara, Coordenadora Executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib). Em nota de apoio à APIB e sua coordenadora, as advogadas e advogados populares que compõem a rede reconhecem todo o esforço e legitimidade da APIB na defesa dos direitos humanos dos povos indígenas e se solidarizam diante dos sucessivos ataques racistas e discriminatórios sofridos por suas lideranças.

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30 de abril de 2021: FOIRN completa 34 anos de existência e resistência

Renato Matos Tukano, na Foirn

No dia 30 de abril de 1987 o ginásio da Diocese de São Gabriel da Cachoeira foi o palco onde se reuniram mais de 400 lideranças indígenas que vinham desde os anos 1970 se organizando e discutindo os direitos dos povos indígenas da região do Rio Negro. Neste evento que juntou diferentes etnias, povos, línguas, tradições e trajetórias históricas foi fundada a FOIRN. Nessa reunião estavam presentes não somente nossos parentes, mas também autoridades do Estado Brasileiro.

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