O ambientalista Cassio Beda, que teve diagnóstico de esclerose, denunciava contaminação em terras indígenas e deixou vídeo para pressionar autoridades; Fiocruz confirmou contaminação em aldeias.
Por André Cabette Fábio, em Repórter Brasil
A liderança indígena Alessandra Munduruku visitou seu amigo, o ativista Cassio Beda, cerca de um ano antes de ele morrer, no último 5 de abril. Um encontro que, segundo ela, teve ares de despedida, já que a saúde de Beda já estava debilitada e o avanço da pandemia a impediria de visitá-lo novamente.
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