Proposta para a segunda (15), a denúncia será realizada por Paulo Lugon, representante do Cimi na Europa, devido ao acirramento dos conflitos envolvendo o povo
Esta será a terceira vez em que organizações indígenas e indigenistas vão ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas para denunciar a chacina do povo Chiquitano. A tensão contra o povo ocorre na fronteira entre o Brasil e a Bolívia. Relatos indicam que a chacina de Chiquitano ocorrida em agosto de 2020 foi feita por agentes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), núcleo da polícia do Mato Grosso que faz a segurança da região limítrofe.
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