Primeira visita de equipe de saúde a indígenas do baixo Tapajós e Arapiuns, no Pará, deve ocorrer em 45 dias

Comunicado foi feito ao MPF no último dia 1º

Ministério Público Federal no Pará

O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), vai promover, dentro de aproximadamente 45 dias, as primeiras visitas de equipes de saúde a famílias de 13 etnias indígenas da região do baixo Tapajós e Arapiuns, no oeste do Pará. Continue lendo “Primeira visita de equipe de saúde a indígenas do baixo Tapajós e Arapiuns, no Pará, deve ocorrer em 45 dias”

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Presidente da FEI, Raimundo Sobrinho é proibido de usar o sobrenome Atroari

Por Kátia Brasil,  no

O diretor-presidente da Fundação Estadual do Índio (FEI) no Amazonas, Raimundo Nonato Ferreira Sobrinho, 50 anos, assinou um Termo de Compromisso do 5º Ofício Cível do Ministério Público Federal, no dia 6 de junho, onde reconheceu que não pertence à etnia indígena Waimiri Atroari, e se comprometeu a não utilizar os nomes Waimiri, Atroari ou qualquer outra expressão referente ao grupo étnico como elemento de sua identificação no nome, sobrenome ou apelido, em qualquer ocasião. Continue lendo “Presidente da FEI, Raimundo Sobrinho é proibido de usar o sobrenome Atroari”

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Clodiodi tombou, muitos se levantarão: ato em memória do Massacre de Caarapó ocorre amanhã

No Cimi

Nesta quarta-feira, 14 de junho, completa-se um ano desde que um grupo de fazendeiros e jagunços fortemente armados atacou indígenas Guarani e Kaiowá no município de Caarapó, no Mato Grosso do Sul. A ação, que deixou seis indígenas feridos e vitimou Clodiodi Aquileu Rodrigues de Souza, ficou conhecida como o Massacre de Caarapó. Continue lendo “Clodiodi tombou, muitos se levantarão: ato em memória do Massacre de Caarapó ocorre amanhã”

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Boaventura: para uma Sociologia das Ausências

Por que, há cem anos, os círculos intelectuais e artísticos mais férteis da Europa eram cegos para o resto do mundo e a guerra em que mergulhariam. Como tudo isso se repete hoje

Por Boaventura de Sousa Santos, Outras Palavras

Estamos em 1913, no centro da vida cultural e política da Europa, um centro que passa fundamentalmente por Viena, Berlim, Praga, Paris, Munique e, à distância, Londres. As elites culturais alimentam incessantemente a sua ilustração nos jornais, folhetins e saraus literários, nas galerias de arte, nos concertos, nas tertúlias de café. Estão febrilmente a par da atualidade cultural e artística e seguem com alguma distância a atualidade política, bem menos excitante. Mas há, entre essas elites, jovens revolucionários que, na clandestinidade, vão preparando tempos novos. É um tempo que se imagina como sendo de enorme criatividade, de inovações e irreverências que rompem com as rotinas, as inércias, as convenções. É o novo século em plena efervescência da primeira juventude. Continue lendo “Boaventura: para uma Sociologia das Ausências”

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Doria ataca novamente a Cracolândia e o absurdo já não nos surpreende mais

Por Roberto Tardelli, no Justificando

No domingo, na madrugada gélida paulistana, o Prefeito Municipal, em pessoa, esteve impondo sofrimento e terror aos moradores de rua, que ocupavam uma praça no centro da cidade. A ação facinorosa se voltava contra a cracolândia, que ele quer e entende que resolverá com bombas, tiros, terror e sofrimento. Entende ele que deverá internar todos os que ali estiverem, involuntariamente. Ou se internam ou morrerão congelados ou caçados nas ruas da loucalópole. Eram seis graus na manhã do domingo e o prefeito agiu porque o terror não descansa, porque no domingo menos pessoas testemunharão a barbárie e seria um dia ideal para mostrar que, nesta cidade, há um João Trabalhador que trabalha sem parar, surfando para os enlouquecidos 80% de aprovação que suas ações anteriores angariaram junto à população. Continue lendo “Doria ataca novamente a Cracolândia e o absurdo já não nos surpreende mais”

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Se o crime do menino fosse mais grave, muitos que o defendem estariam aplaudindo a tortura

Por Pedro Soliani de Castro, no Justificando

Ele era menor. Ele tentou furtar uma bicicleta. Ele é usuário de drogas e não gozava de suas plenas capacidades mentais. Nada disso importa. Continue lendo “Se o crime do menino fosse mais grave, muitos que o defendem estariam aplaudindo a tortura”

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Mafalda, do cartunista Quino, ganha tradução para idioma indígena guarani no Paraguai

‘Mbaeinchapa, che ha’e Mafalda tem ko’aga añe’ema guaraníme’, se apresenta a personagem, que teve seu primeiro livro na língua indígena lançado na Feira do Livro de Assunção, capital paraguaia

No Opera Mundi

A personagem Mafalda, criada pelo cartunista argentino Joaquín Salvador Lavado Tejón, mais conhecido como Quino, aprendeu seu 27º idioma, o guarani. O primeiro livro da personagem em língua indígena foi lançado pela editora Servilibro na Feira do Livro em Assunção, capital do Paraguai, na última semana. Continue lendo “Mafalda, do cartunista Quino, ganha tradução para idioma indígena guarani no Paraguai”

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Construções sociais da favela Parte 4: Percepções de turistas antes e depois de tours Comunitários em Favelas

Percepções dos turistas sobre as favelas: 21 turistas, majoritariamente da Europa e da América do Norte, foram entrevistados em dois momentos: primeiro sem nunca terem entrado em uma favela e em seguida após terem feito um tour em uma favela

Phie van Rompu – RioOnWatch Continue lendo “Construções sociais da favela Parte 4: Percepções de turistas antes e depois de tours Comunitários em Favelas”

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O racismo na capital do país: a face cruel de um crime covarde

Pesquisa inédita do Ministério Público do DF e Territórios detalha a discriminação e a injúria raciais no DF e como agem os agressores

Por Kelly Almeida e Juliana Cavalcante, no Metrópoles

Elizabete era criança quando percebeu que as mães das amiguinhas e até as próprias crianças não a deixavam brincar com o grupo. Achava que o motivo era porque, menina, ela gostava de ficar na rua. Só descobriu que havia algo errado quando uma das amigas – loira, querida pelos colegas – avisou que só brincaria se Elizabete estivesse junto. Essa era a única forma de sua presença não ser ignorada: era a única negra na turminha de garotas. Em quase 30 anos, a brasiliense conviveu e enfrentou cenas de racismo e discriminação ao menos por outras três vezes; a última, há cerca um ano. Continue lendo “O racismo na capital do país: a face cruel de um crime covarde”

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