Igreja Católica convoca fiéis para “gritar pela dignidade do povo brasileiro”, no dia 28 de abril

Arcebispo de Maringa, Paraná, e Bispo de Campina Grande, Paraíba, se posicionam sobre o atual momento político

No Hasta Siempre

O Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, gravou vídeo para chamar todos os fiéis para participar das manifestações do dia 28 de abril. Para o religioso, a data será uma oportunidade para o povo brasileiro elevar sua voz e dar um grito em busca de dignidade para todo o povo: Continue lendo “Igreja Católica convoca fiéis para “gritar pela dignidade do povo brasileiro”, no dia 28 de abril”

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Em 21 episódios, websérie relembra o massacre de Eldorado dos Carajás

Em ‘A Farsa: Ensaio sobre a Verdade’, companhia Estudo de Cena mistura imagens de arquivo, entrevistas com sobreviventes e apresentações teatrais para resgatar chacina que completou 21 anos esta semana

Por Xandra Stefanel, especial para RBA

“Em março de 1996, 1500 famílias que estavam acampadas às margens da Rodovia PA-275 decidiram ocupar as terras improdutivas da Fazenda Macaxeira e fazer uma marcha até Belém para reivindicar a reapropriação da fazenda e o assentamento das famílias. A marcha foi iniciada no dia 10 de abril. No dia 16, já estavam nas proximidades do município de Eldorado dos Carajás. Cansados e famintos, os lavradores decidiram bloquear a estrada para negociar com o governo do estado: queriam ônibus para seguir até Belém e alimentação. O major Oliveira, da Polícia Militar, garantiu que se desobstruíssem a estrada, o governo enviaria ônibus e alimentos. No dia 17 de abril, os sem-terra foram informados pela polícia que o governo não iria cumprir o acordo. Em protesto, a PA-150 foi ocupada e bloqueada no local conhecido como ‘Curva do S’. Na capital, o governador Almir Gabriel realizou uma reunião de emergência com o secretário de Segurança Pública, onde decidiram retirar os trabalhadores da rodovia a qualquer custo.” Continue lendo “Em 21 episódios, websérie relembra o massacre de Eldorado dos Carajás”

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Seminário Povos Indígenas do Rio Negro: encaminhamentos

Na Foirn

Antes mesmo de começar, com a Casa do Saber/Maloca cheia de participantes do evento, o grupo de danças tradicionais da etnia Tuyuka realizou a cerimônia de benzimento do espaço. Após isso, foi dado a abertura oficial do Seminário Povos Indígenas do Rio Negro, que ocorreu entre os dias 17 a 19 de abril, que fez parte da programação do Abril Cultural Indígena realizada pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN, e seus parceiros e apoiadores. Continue lendo “Seminário Povos Indígenas do Rio Negro: encaminhamentos”

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Quem nega a política saberá respeitar os limites da democracia?, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

Enquanto nós, na sociedade, podemos fazer tudo o que quisermos, exceto o que estiver proibido por lei, os membros da administração pública só podem fazer o que for previamente e expressamente autorizado pela lei.

Ou seja, não é possível ter a mesma liberdade da iniciativa privada no poder público. E é importante que seja assim. Continue lendo “Quem nega a política saberá respeitar os limites da democracia?, por Leonardo Sakamoto”

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História da Resistência das Favelas do Rio

Por Lisa Godde, no Rio On Watch

Quarenta e três estudantes, moradores de favelas, pesquisadores e outros interessados participaram do curso “Histórias Vivas – O histórico de resistência das favelas“, organizado por Gizele Martins e Anderson Caboi como parte da exposição cultural e interdisciplinar “Que legado“. Professores, líderes comunitários e estudantes da edição do ano passado ajudaram na promoção do curso, que aconteceu durante três sábados no Castelinho, no bairro do Flamengo, na Zona Sul. Continue lendo “História da Resistência das Favelas do Rio”

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Favelas: onde o Estado é mínimo e a intervenção é militar

Os dois maiores desejos de parte da direita brasileira, o Estado Mínimo e a intervenção militar, já são uma realidade nas periferias e favelas espalhadas pelo Brasil

Por Luan Toja, no Voyager

Eliminação de impostos, fim dos serviços públicos, inexistência de burocracia para empreender e intervenção militar… Essas são algumas das pautas, recorrentemente, defendidas pela direita tupiniquim nas redes sociais. Ela talvez, no entanto, desconheça que já existe um lugar onde o Estado é ausente nessa mesma proporção e quando intervém com intensidade é por meio de seus ramos repressivos. E ele pode estar bem próximo, seu nome é favela. Continue lendo “Favelas: onde o Estado é mínimo e a intervenção é militar”

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EUA: El racismo como política migratoria del gobierno estadounidense

El migrante es visto como un transgresor de la ley al mismo tiempo que se omite deliberadamente su condición de trabajador explotado, sin seguridad social y vulnerado en sus derechos 

Por Guillermo Castillo Ramírez, da ALAI, no Servindi

Mucho del discurso de la política migratoria es maniqueo y perverso. Se basa en estereotipos discriminatorios y tendenciosos, donde el migrante es visto como un transgresor de la ley, mientras, deliberadamente, se omite que es un trabajador explotado, carente de prestaciones, seguridad social y sin derechos, y que, sobre todo, incrementa la riqueza de los empleadores y las empresas… Continue lendo “EUA: El racismo como política migratoria del gobierno estadounidense”

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Justiça manda Funai fazer nova demarcação de terra indígena Anzol, em Roraima

Por Marcelo Toledo, no TNOnline

A Justiça Federal determinou que a Funai (Fundação Nacional do Índio) e a União façam uma nova demarcação de terra indígena em Roraima, numa comunidade que vive na zona rural de Boa Vista.

A decisão, da juíza Luzia Farias da Silva de Mendonça, julgou parcialmente procedente pedido do MPF (Ministério Público Federal) e estipulou prazo de cinco anos para concluir a demarcação da terra em que vive a comunidade indígena Anzol. Cabe recurso. Continue lendo “Justiça manda Funai fazer nova demarcação de terra indígena Anzol, em Roraima”

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#ABRILindígena – MPF/RR: Justiça nega pedido de nulidade da demarcação da Terra Indígena Anaro

MPF defendeu a tradicionalidade da ocupação indígena e se manifestou pela improcedência dos pedidos

O Ministério Público Federal em Roraima (MPF/RR) se manifestou pela improcedência integral da ação declaratória que pedia a nulidade do processo administrativo de demarcação da Terra Indígena Anaro, localizada no município de Amajarí, e, ainda, o reconhecimento da legalidade do domínio privado do imóvel denominado Fazenda Topografia. A Justiça reconheceu a posse imemorial indígena sobre a área, comprovada por laudo pericial, e seguiu o entendimento do órgão. Continue lendo “#ABRILindígena – MPF/RR: Justiça nega pedido de nulidade da demarcação da Terra Indígena Anaro”

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