Entidades de direitos humanos e movimentos sociais repudiam Plano Nacional de Segurança Pública

No Justificando

No mesmo dia (terça-feira, 21) em que o então ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, está sendo sabatinado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal (CCJ) como candidato para a vaga de ministro no Supremo Tribunal Federal (STF), diversas entidades de classe, movimentos sociais e intelectuais divulgaram uma nota repudiando o Plano Nacional de Segurança Pública, proposto pelo ministro, em janeiro deste ano, e amplamente criticado. Com seus 62 slides, o Plano foi uma das respostas do governo federal à grave situação do sistema prisional brasileiro, que somente nas duas primeiras semanas deste ano já havia registrado mais de uma centena de mortes. Continue lendo “Entidades de direitos humanos e movimentos sociais repudiam Plano Nacional de Segurança Pública”

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O que está por trás do ataque ruralista à Imperatriz Leopoldinense, por Felipe Milanez

O carnaval carioca atraiu para si o ódio que os indígenas sentem há décadas

Na Carta Capital

Sonia Bone Guajajara, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, escreve sobre o samba da Imperatriz Leopoldinense, que homenageia o Xingu, e os ataques dos ruralistas à escola. Continue lendo “O que está por trás do ataque ruralista à Imperatriz Leopoldinense, por Felipe Milanez”

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Posseiros contrariam Justiça Federal, mantêm posses ilegais e elevam tensão na TI Pankararu

Por Renato Santana, Cimi

 

A crise que se arrasta há 30 anos na Terra Indígena Pankararu, sertão de Pernambuco, ultrapassou todos os limites. Posseiros que ocupam 20% do território tradicional, desrespeitando decisão judicial de desintrusão há décadas, têm impedido o povo de acessar um posto do Programa Saúde da Família, no município de Jatobá. “A Sesai (Secretaria Especial de Saúde Indígena) aparelhou o local para atender a população indígena. Como teve recursos da Prefeitura, os posseiros dizem que é só para atender quem não é índio”, explica Sarapó Pankararu. Continue lendo “Posseiros contrariam Justiça Federal, mantêm posses ilegais e elevam tensão na TI Pankararu”

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STJ: Primeira Seção nega pedido para anular demarcação de terra indígena em MT

No STJ

A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de um proprietário rural que buscava anular ato do ministro da Justiça que declarou como terra indígena área inserida em uma fazenda localizada em Diamantino (MT). A decisão foi unânime. Continue lendo “STJ: Primeira Seção nega pedido para anular demarcação de terra indígena em MT”

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Comunidades indígenas da região Baixo Cotingo na Terra Indígena Raposa Serra do Sol discutem mudanças climáticas e o acesso à água

CIR

O tema sobre mudanças climáticas tem sido pauta das conferências globais ocorridos nos últimos anos, reunindo países do mundo inteiro para discutir a principal fonte da humanidade, a água. Continue lendo “Comunidades indígenas da região Baixo Cotingo na Terra Indígena Raposa Serra do Sol discutem mudanças climáticas e o acesso à água”

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Ciclos Virtuosos de Desenvolvimento: Maré Fala por Si Mesma (Maré Vive)

Esta é a terceira matéria de uma série de três que analisa iniciativas comunitárias em três favelas. Lideradas por um ou mais moradores, estas iniciativas têm em comum o objetivo de levar às comunidades um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico, social e/ou cultural

Mathilde Mouton – RioOnWatch

O Complexo da Maré é o maior complexo de favelas do Rio de Janeiro, estendendo-se por 16 comunidades da Zona Norte, com cerca de 140.000 moradores. Embora seja frequentemente destacado em notícias da grande mídia sobre a violência urbana, é o lar de uma sociedade civil muito diversificada e dinâmica. Um ator fundamental nesse dinamismo é Maré Vive, um coletivo informal de mídia comunitária que trabalha para proteger e empoderar os moradores da Maré, através do acompanhamento da violência e documentação da memória coletiva. Continue lendo “Ciclos Virtuosos de Desenvolvimento: Maré Fala por Si Mesma (Maré Vive)”

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Ministério Público pede indenização de R$ 85 milhões contra a empresa Eternit

Redação Bem Paraná com assessoria

O Ministério Público do Trabalho no Paraná ajuizou uma Ação Civil Pública (ACP) contra a empresa Eternit por expor os empregados de sua planta industrial localizada no município de Colombo ao amianto, substância comprovadamente cancerígena. Na ação, o MPT/Paraná apresenta dados coletados em fiscalizações realizadas na empresa que deixam claro os riscos aos quais os trabalhadores estão expostos e pede que a matéria prima amianto seja substituída por fibras alternativas na fabricação de produtos como telhas e caixas d’água. Continue lendo “Ministério Público pede indenização de R$ 85 milhões contra a empresa Eternit”

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Conflitos da mineração em MG: religioso sofre ameaça para abandonar organização da resistência popular em Belisário

Blog do Pedlowski

Em 31 de Outubro de 2016 abordei neste blog (Aqui!) um conflito que estava ocorrendo no Distrito de Belisário, que faz parte do município mineiro de Muriaé, por causa das disputas envolvendo a população e a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). Pois bem, hoje recebi o relato abaixo de um morador que traz uma denúncia preocupante sobre ameaças que estariam sendo cometidas contra lideranças comunitárias.  Essa denúncia é especialmente preocupante no atual quadro de precarização da legislação ambiental e perseguição a ativistas ambientais que está ocorrendo não apenas no Brasil, mas em toda a América Latina. Continue lendo “Conflitos da mineração em MG: religioso sofre ameaça para abandonar organização da resistência popular em Belisário”

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“Uma internet mais cara para quem é mais pobre”. Empresas de telecomunicações atualizam as desigualdades no Brasil. Entrevista especial com Sérgio Amadeu da Silveira

João Vitor Santos – IHU On-Line

No fluxo do lugar comum, somos levados a afirmar que hoje todo mundo tem acesso à internet no Brasil. Entretanto, ao embarcarmos na reflexão do sociólogo Sérgio Amadeu da Silveira, percebemos algumas nuances que revelam o ambiente virtual como mais um espaço que reitera e atualiza as desigualdades. Ele destaca que as pessoas mais pobres acessam a internet pela rede móvel e, ainda assim, com planos pré-pagos e franquias restritivas. “Os maiores entraves para a efetiva democratização da internet estão na concentração de renda, nos elevados custos da conexão no país e na falta de cobertura da banda larga nas regiões mais carentes”, aponta. Continue lendo ““Uma internet mais cara para quem é mais pobre”. Empresas de telecomunicações atualizam as desigualdades no Brasil. Entrevista especial com Sérgio Amadeu da Silveira”

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‘A utopia foi privatizada’, afirmou Zygmunt Bauman em entrevista inédita

Quando eu e o diretor de fotografia Jacob Solitrenick tocamos a campainha da casa de Zygmunt Bauman, já estávamos com todo o equipamento pronto para iniciar a entrevista. Ao entrarmos, porém, o sociólogo não deixou que começássemos a trabalhar: fez questão de nos servir um lanche com frutas, papear um pouco, como quem reduz a velocidade a que estamos acostumados no cotidiano, abre uma brecha de humanidade na produtividade. Não que ele estivesse sem o que fazer: precisava arrumar as malas para uma conferência fora do país, tinha que deixar uma lista de e-mails respondida, entre outros assuntos. Mas não pôde deixar de abrir uma pausa na urgência, um desses gestos pequenos e gigantes ao mesmo tempo, lição de adequação entre o pensamento e o cotidiano: não basta criticar o tempo que vivemos, é preciso vivê-lo de outra maneira

Daniel Augusto – O Estado de S. Paulo / IHU On-Line

Bauman nasceu na Polônia em 1925, mas residia na Inglaterra, onde foi professor titular da Universidade de Leeds. No decorrer da sua trajetória, publicou dezenas de livros, traduzidos para diversas línguas. Aliava uma vasta observação do mundo contemporâneo com uma escrita acessível ao leitor não-especializado: seu conceito de modernidade líquida, por exemplo, suscitou debates nas universidades, mas também na imprensa, nas artes, assim por diante. Continue lendo “‘A utopia foi privatizada’, afirmou Zygmunt Bauman em entrevista inédita”

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