Milhares assistem mulher morrer ao vivo em transmissão no Facebook e não ajudam

Segundo a polícia americana, não houve chamada para emergência. Família está chocada; caso ocorreu na frente do filho de 1 ano da jovem

O Dia

Estados Unidos – Uma mulher de Camdem, no Arkansas, Estados Unidos, que usava o Facebook Live para fazer uma espécie de reality show de sua vida particular morreu durante uma transmissão e nenhuma das milhares de pessoas que assistiam o vídeo fez algo para ajudá-la, segundo a polícia local. O fato, ocorrido no último dia 28, entre Natal e Ano Novo, chocou a família de Keiana Herndon, de 25 anos. Continue lendo “Milhares assistem mulher morrer ao vivo em transmissão no Facebook e não ajudam”

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“O trabalho escravo é uma realidade invisível”, afirma coordenador da CPT

Número de denúncias no Pará em 2016 é menor, mas para Frei Plassat, prática “só é visível quando denunciada”

Por Lilian Campelo, Brasil de Fato

O Pará não lidera mais as denúncias de trabalho escravo, mas continua presente nas estatísticas. Segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), com base nas denúncias recebidas pela entidade, em 2016, os estados com maior número de casos foram: Bahia (14), Minas Gerais. O Pará aparece logo em seguida, com 13 registros.  Continue lendo ““O trabalho escravo é uma realidade invisível”, afirma coordenador da CPT”

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A luta dos remanescentes de quilombos em Alcântara (MA)

Há mais de 30 anos, famílias tiveram as terras tradicionais desapropriadas pelo governo

Por Paulo Hebmüller, da Amazônia Real, no Brasil de Fato

Hoje não se traz mais o barro do campo em potes equilibrados na cabeça, como nos tempos da infância de dona Maria José de Jesus na comunidade remanescente de quilombo de Itamatatiua, em Alcântara, no Maranhão. São quase oito décadas desde que ela se iniciou na prática do ofício de ceramista, tradicional na comunidade. “Comecei na idade de uns oito anos. Todos tinham que trabalhar muito desde cedo. Não existiam essas coisas de aposentadoria ou Bolsa-Família”, conta. Continue lendo “A luta dos remanescentes de quilombos em Alcântara (MA)”

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Temer afirma que chacina no presídio de Manaus foi ‘acidente pavoroso’

“Vocês sabem que lá em Manaus o presídio era terceirizado, era privatizado e, portanto, não houve, por assim dizer, uma responsabilidade muito objetiva, muito clara, muito definida dos agentes estatais”, disse o presidente.

Por Luciana Amaral e Bernardo Caram, no G1

O Presidente Michel Temer afirmou nesta quinta-feira (5), na abertura de uma reunião com ministros da área de segurança, que a chacina no presídio de Manaus foi um “acidente pavoroso”.

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Chacina de Campinas: nós, homens, precisamos discutir nossa masculinidade, por Roberto Tardelli

No Justificando

Não chamem de tragédia, apenas. Foi uma tragédia, mas foi sobretudo um crime horrendo, uma chacina bárbara, cometida por um assassino que a planejou meticulosamente, desde as armas utilizadas até a data escolhida para seu cometimento. Um crime covarde porque colheu a todos de surpresa, quando uma família brindava a passagem do ano e sequer poupou o próprio filho, a quem dizia amar, em meio a essas cartas messiânicas e canalhas. Cartas publicadas sem o menor pudor pela mídia, que horror. Continue lendo “Chacina de Campinas: nós, homens, precisamos discutir nossa masculinidade, por Roberto Tardelli”

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“Não tinha nenhum santo”: Ou como o governador do AM minimizou um massacre, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

”Não tinha nenhum santo.”

A declaração foi dada pelo governador do Amazonas, José Melo, ao comentar sobre o massacre dos 56 mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, em Manaus, na rádio CBN. Continue lendo ““Não tinha nenhum santo”: Ou como o governador do AM minimizou um massacre, por Leonardo Sakamoto”

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Sobre velhinhos…, por Elaine Tavares

No Palavras Insurgentes

Eu comecei a cuidar de pessoas velhas quando tinha ainda uns 14 anos. Meus avós por parte de mãe foram morar conosco. O vô era agricultor e fora expulso das terras que arrendava. Era um sem-terra e eu nem sabia. Como toda sua vida tinha sido no campo ele não se acostumava com a vida na cidade. Seguido eu o surpreendia no jardim da mãe, mexendo com as flores, a terra escorrendo entre os dedos. Sentia pena e tratava de ir ajudar na tarefa. Não falávamos nada, apenas cuidávamos das plantas, cúmplices. Vez em quando trocávamos sorrisos. Então ele contava alguma de suas piadas. Comecei a ter por hábito vigiá-lo. Caso o percebesse triste, lá ia eu me encostar, feito um gato. Outra coisa que fazíamos juntos era jogar pife. Pelas noites afora. Minha vó também gostava e era o melhor jeito de levar alegria para os dois. Continue lendo “Sobre velhinhos…, por Elaine Tavares”

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Vereador negro do MBL mostra a que veio: fim das cotas e da Consciência Negra

Apenas três dias após tomar posse como vereador de São Paulo, Fernando Holiday (DEM ),disse que apresentará projetos propondo o fim do Dia da Consciência Negra e o fim das cotas raciais em concursos públicos municipais; “Vou ter propostas de várias frentes, algumas delas mais polêmicas, como propor o fim das cotas raciais em concursos públicos municipais em São Paulo. (…) Acredito que elas reforçam o machismo ao invés de ajudar os negros. Vou propor a mudança da justificativa do Dia da Consciência Negra, que é um feriado complicado, que muitas vezes por atrapalhar esse combate (contra o racismo)”, justificou Continue lendo “Vereador negro do MBL mostra a que veio: fim das cotas e da Consciência Negra”

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O que as leis brasileiras dizem sobre o Direito à Habitação?

Esta é a primeira de uma série de três matérias que resume relatórios sobre leis habitacionais no Brasil, organizados pelo Cyrus R. Vance Center for International Justice (Cyrus R. Vance Centro para Justiça Internacional) a pedido da Comunidades Catalisadoras. A primeira pesquisa, resumida abaixo, foi produzida por Mattos Filho Advogados.

Por , no Rio On Watch Continue lendo “O que as leis brasileiras dizem sobre o Direito à Habitação?”

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Áurea Carolina: “Eu gosto de fazer política. Então eu continuo achando que ela pode ser bonita.”

“A transformação das práticas das esquerdas para fazer avançar as lutas sociais deve passar pelo reconhecimento das diferenças: de gênero, étnico-raciais, de orientação sexual, geracionais, de território, de origem socioeconômica, porque essas diferenças são condições de existência das pessoas nesse mundo. E o capitalismo associado aos outros sistemas de opressão de gênero, raça, tem uma materialidade nesses corpos.”

Entrevista especial com Áurea Carolina, no blog da Boitempo Continue lendo “Áurea Carolina: “Eu gosto de fazer política. Então eu continuo achando que ela pode ser bonita.””

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