Uma crítica da produção, não do consumo
Por Cláudio R. Duarte, no Voyager
Quantas vezes ouvimos dizer que a crítica do “fetichismo da mercadoria”, segundo Marx, seria uma crítica romântica voltada contra a posse de objetos ou o consumo ostentatório, escondendo um desejo de retorno a um mundo artesanal, pré-industrial, de tipo comunitário?
Ora, nem os ditos marxistas costumam entender bem o que Marx pretendeu com esse conceito. Certamente não foi uma crítica do consumismo, que na sua época nem mesmo existia como padrão cultural. Então o que é o fetichismo? Continue lendo “Não, fetichismo da mercadoria não é ostentação. Saiba o que esse termo de fato significa”









