Por meio das estruturas do Estado, mineradoras tentam impedir o livre direito à manifestação e organização dos atingidos
“Foi depois do fechamento de quase 20 horas da estrada de ferro que a Samarco fez o cadastro de todos os moradores da comunidade”, relata Regiane Souza, atingida do distrito de Mascarenhas, em Baixo Guandu (ES). A conquista foi por mérito da organização e luta de uma comunidade que se viu abandonada à própria sorte pela Samarco (Vale/BHP Billiton). Continue lendo “Samarco e Vale criminalizam atingidos no Rio Doce”








