Está prestes a virar lei proposta que amplia autonomia das instituições. É só o primeiro passo. Como sugeriu Florestan, não se esquecer jamais a ideia de converter a instituição “numa realidade histórica nova”, capaz de contribuir para a transformação do país
Por Michel Goulart da Silva*, em Outras Palavras
O Senado aprovou projeto de lei que, entre outros temas, revoga a lista tríplice nas eleições para a reitoria das universidades. Quando este projeto, antes aprovado na Câmara dos Deputados, for transformado em lei, as universidades passarão a ter maior autonomia na escolha de seu dirigente máximo. A medida, que agora vai para sanção presidencial, vem sendo reconhecida como uma vitória por parte dos trabalhadores e estudantes das universidades, ainda que tenha vindo de forma tardia. Contudo, mesmo que seja uma vitória, o fim da lista tríplice é apenas o fenômeno mais aparente de um problema muito mais profundo relacionado à autonomia das universidades
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