Após recomendação da Defensoria Pública da União (DPU) ao Comitê Olímpico Internacional para que incluísse no centro ecumênico da Vila Olímpica do Rio de Janeiro as religiões de matriz africana, o Comitê Organizador Rio 2016 acolheu o pedido da Defensoria e garantiu que a prática de manifestações religiosas durante os jogos olímpicos e paraolímpicos se estende também às religiões da umbanda, do candomblé e suas variações, assim como as demais crenças não previstas inicialmente.
A inclusão foi comemorada pelo coordenador do Grupo de Trabalho (GT) para Comunidades Tradicionais da DPU, Edilson Santana Gonçalves Filho, que considerou a decisão importante para a liberdade de manifestação religiosa. “A proteção aos grupos vulneráveis é uma função da DPU estabelecida constitucionalmente, por isso expedimos a recomendação visando o direito dessas comunidades inicialmente excluídas do centro ecumênico”, afirmou. Continue lendo “DPU garante inclusão de religiões de matriz africana na Vila Olímpica”










