Morre irmão de Omran, símbolo do horror da guerra síria

Na BBC

O irmão mais velho de Omran Daqneesh, o garoto sírio que chocou o mundo ao ser flagrado sozinho, atônito e coberto de pó e sangue após ser resgatado, morreu em decorrência de ferimentos causados pelo bombardeio à casa da família em Aleppo, afirmam ativistas. Continue lendo “Morre irmão de Omran, símbolo do horror da guerra síria”

Ler maisMorre irmão de Omran, símbolo do horror da guerra síria

Acorde, vote em Totode, por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

Familiares, alunos e amigos o estão pressionando para se candidatar a vereador. Criei até o slogan da campanha: “Acorde, vote em Totode”. Ou um mais ousado: “Não phode, vota em Totode”. Isso caso ele decida assumir o apelido de infância adquirido em circunstâncias que revelo aqui aproveitando o clima de delação premiada. Foi assim. Continue lendo “Acorde, vote em Totode, por José Ribamar Bessa Freire”

Ler maisAcorde, vote em Totode, por José Ribamar Bessa Freire

De vendedor de enciclopédia no Caribe a etnógrafo indígena

No O Paraná

Serge Guiraud nunca morou no Brasil, mas seria capaz de dizer “yawalapiti” ou “enawene nawe” sete vezes seguidas, com sono ou com um punhado de farofa na boca — e ainda assim ganharia medalha de honra pela pronúncia caprichada. Em sua casa em Toulouse — sua cidade natal, localizada a 700 quilômetros de Paris —, ele explica o paradoxo, enquanto belisca nacos de queijo minas com goiabada, durante um “apéro” pré-jantar não tão francês. Continue lendo “De vendedor de enciclopédia no Caribe a etnógrafo indígena”

Ler maisDe vendedor de enciclopédia no Caribe a etnógrafo indígena

Unicef lança “contos que não são de fadas” sobre crianças refugiadas

Histórias verdadeiras de menores inspiram iniciativa global #actofhumanity, com três filmes de animação; campanha enfatiza que não importa de onde venham, cada criança tem direitos e merece uma chance

Por Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova York.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, lançou três filmes de animação que contam histórias reais de crianças fugindo de conflitos e explicam o horror que as colocou nesta situação. A série “Contos que Não São de Fadas”, em tradução livre, faz parte da iniciativa #actofhumanity, ou “ato de humanidade”. Continue lendo “Unicef lança “contos que não são de fadas” sobre crianças refugiadas”

Ler maisUnicef lança “contos que não são de fadas” sobre crianças refugiadas

A História do Passinho e sua chegada às Olimpíadas de 2016

No Rio On Watch

No dia 5 de agosto, milhões de pessoas ao redor do mundo assistiram aos dançarinos de passinho tomarem o palco na cerimônia de abertura das Olimpíadas. Este momento, emblematicamente ao som do hino “Rap da Felicidade”, significou para muitos uma afirmação muito esperada de que o passinho tem um lugar definitivo na identidade cultural brasileira. O passinho percorreu um longo caminho para chegar neste ponto, desde à quase obscuridade passando pela estigmatização até alcançar a fama internacional, em uma velocidade que compete com os seus rápidos passos da dança. Continue lendo “A História do Passinho e sua chegada às Olimpíadas de 2016”

Ler maisA História do Passinho e sua chegada às Olimpíadas de 2016

Estudantes de Arquitetura da PUC lançam site que documenta 7 anos de transformações urbanas no Rio

Por Stephanie Reist, no Rio On Watch

Uma grande faixa no Parque Olímpico na Barra da Tijuca diz: “A Olimpíada traz mais do que só Olimpíada”. Esse “mais” tem sido um ponto de disputa entre o Prefeito Eduardo Paes e os moradores da cidade. Paes aponta para a expansão do transporte—com as linhas de BRT, o VLT no Centro da cidade e uma nova linha de metrô conectando Ipanema, na Zona Sul, com a Barra da Tijuca, na Zona Oeste –como exemplos do legado dos Jogos. Ativistas argumentam que as Olimpíadas têm sido usadas pela prefeitura para trazer ainda mais exclusão e desigualdade, apontando que esses investimentos em transporte se voltaram para partes já afluentes da cidade. Grupos de direitos humanos locais e internacionais citam as milhares de remoções, como as que ocorreram bem ao lado do Parque Olímpico, na Vila Autódromo, e mais assassinatos pela polícia de jovens, a maior parte moradores negros da favela, como os tristes e reais legados dos Jogos. Continue lendo “Estudantes de Arquitetura da PUC lançam site que documenta 7 anos de transformações urbanas no Rio”

Ler maisEstudantes de Arquitetura da PUC lançam site que documenta 7 anos de transformações urbanas no Rio

Lupa: MPF vai examinar processos de titulação quilombola do Incra em 32 municípios do PA

Objetivo é fiscalizar a demora dos procedimentos de identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação da propriedade quilombola

MPF PA

Depois de 28 anos da promulgação da Constituição de 1988, o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) permanece devendo o reconhecimento definitivo do direito a terra de centenas de comunidades quilombolas em todo o país. No Pará, o MPF requisitou todos os procedimentos relativos a terras quilombolas em 32 municípios, para examinar os motivos do atraso nas demarcações. Continue lendo “Lupa: MPF vai examinar processos de titulação quilombola do Incra em 32 municípios do PA”

Ler maisLupa: MPF vai examinar processos de titulação quilombola do Incra em 32 municípios do PA

A triste decadência do Ministério Público

Empoderado pela Constituição de 1988 para defender cidadania, órgão reduz-se ao papel de proteger policiais violentos, defender moral conservadora. Sua última pataquada: esdrúxulas “10 Medidas” contra corrupção

Por Brenno Tardelli, no Justificando/Outras Palavras

A única consequência possível de um povo que vibra com sangue e ódio é o adoecimento de suas instituições. Uma delas é o Ministério Público, o qual, em tese, fala pela sociedade brasileira supercampeã em desigualdade social, discriminação racial, de gênero e outras mais variadas formas. Continue lendo “A triste decadência do Ministério Público”

Ler maisA triste decadência do Ministério Público

Indignai-vos, acadêmicos

Por Douglas Carvalho Ribeiro e Victor Cezar Rodrigues da Silva Costa, em Justificando

“Eu desejo a todos, a cada um de vocês, que tenham seu motivo de indignação. Isto é precioso” [1]. Com essa frase, Stéphane Hessel (1917-2013) conclama, tanto a sua geração, quanto as futuras, a manter acesa a chama da indignação perante situações de injustiça e exceção. Para quem não conhece esse autor, vale a pena nos determos por alguns instantes em sua interessante história. Continue lendo “Indignai-vos, acadêmicos”

Ler maisIndignai-vos, acadêmicos