¿Comida o basura? La máquina de generar enfermedad

Por Silvia Ribeiro* – Servindi

El sistema alimentario industrial, desde las semillas a los supermercados, es una máquina de enfermar a la gente y al planeta. Está vinculado a las principales enfermedades de la gente y de los animales de cría, es el mayor factor singular de cambio climático y uno de los principales causantes de factores de colapso ambiental global, como la contaminación química y la erosión de suelos, agua y biodiversidad, la disrupción de los ciclos del nitrógeno y del fósforo, vitales para la sobrevivencia de todos los seres vivos.

Según la Organización Mundial de la Salud, 68 por ciento de las causas de muerte en el mundo se deben a enfermedades no trasmisibles. Las principales enfermedades de este tipo, como cardiovasculares, hipertensión, diabetes, obesidad y cáncer de aparato digestivo y órganos asociados, están relacionadas con el consumo de comida industrial. La producción agrícola industrial y el uso de agrotóxicos que implica (herbicidas, plaguicidas y otros biocidas) es además causa de las enfermedades más frecuentes de trabajadores rurales, sus familias y habitantes de poblaciones cercanas a zonas de siembra industrial, entre ellas insuficiencia renal crónica, intoxicación y envenenamiento por químicos y residuos químicos en el agua, enfermedades de la piel, respiratorias y varios tipos de cáncer. Continue lendo “¿Comida o basura? La máquina de generar enfermedad”

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Escola Sem Partido ou Como criar uma geração de zumbis, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

Educar por educar, passando apenas dados e técnicas, sem conscientizar o futuro trabalhador e o cidadão do papel que ele pode vir a desempenhar na sociedade, sem considerar a realidade à sua volta, sem ajudá-lo a construir um senso crítico e questionador sobre o poder, seja ele vindo de tradições, corporações, religiões ou governos, é o mesmo que mostrar a uma engrenagem o seu lugar na máquina. A um tijolo, em qual parte do muro deve permanecer.

Uma das principais funções da escola deveria ser “produzir” pessoas pensantes e contestadoras que podem – no limite – colocar em risco a própria sociedade do jeito que a conhecemos, fazendo ruir a estrutura política e econômica montada para que tudo funcione do jeito em que está. Continue lendo “Escola Sem Partido ou Como criar uma geração de zumbis, por Leonardo Sakamoto”

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Consea envia Recomendação ao STF contra anulação da demarcação da T. I. Guyraroká, no MS

Recomendação do Consea nº 009/2016
Recomenda ao Supremo Tribunal Federal que seja feita revisão da decisão que anulou o processo de demarcação da terra indígena Guyraroká, em Mato Grosso do Sul

O CONSEA, no uso de suas atribuições legais definidas no artigo 2º do Decreto nº 6.272, de 23 de novembro de 2007, com base na Exposição de Motivos 002/2014;

Considerando a grave situação de extrema violência em que se encontram os povos Indígenas no Mato Grosso do Sul, que vem sofrendo constantes violações dos direitos humanos; Continue lendo “Consea envia Recomendação ao STF contra anulação da demarcação da T. I. Guyraroká, no MS”

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Carta dos representantes da sociedade civil no Consea: “Não aos retrocessos e pela ampliação dos direitos conquistados”

O Brasil passa por uma grave crise política, econômica e ética que acarreta a ruptura do processo democrático e de direitos já conquistados. Por isso, os(as) representantes da sociedade civil no Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) dirigem-se à sociedade brasileira e ao governo interino para manifestar profunda preocupação com retrocessos em direitos garantidos pela Constituição, entre eles o direito à alimentação (Artigo 6º).

O Consea é um espaço público que reúne representantes de governo e sociedade civil para viabilizar a participação e o controle social nas políticas públicas de segurança alimentar e nutricional a partir das diretrizes aprovadas nas Conferências Nacionais de Segurança Alimentar e Nutricional. É órgão permanente de Estado previsto na Lei nº 11.346/2006, parte do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). Continue lendo “Carta dos representantes da sociedade civil no Consea: “Não aos retrocessos e pela ampliação dos direitos conquistados””

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Uso do “correntão” é liberado em Mato Grosso

Por Agência de Notícias do MT

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) e o setor produtivo se reuniram inúmeras vezes com o governo do Estado para discutir alteração da redação de diversos dispositivos do Decreto 420/2016, que dispõe sobre o Cadastro Ambiental Rural (CAR), Regularização Ambiental de imóveis rurais e a implantação do Programa de Regularização Ambiental (PRA) em Mato Grosso. Um dos dispositivos questionados pela Famato foi o artigo 68, que trata da proibição do ‘correntão’ para supressão de vegetação nativa do uso alternativo do solo em Mato Grosso, configurando crime ambiental. Continue lendo “Uso do “correntão” é liberado em Mato Grosso”

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Discutir gênero não tem nada a ver com “apologia gayzista”

O que mais choca nos comentários de uma parcela considerável da população é a confusão sobre o que significa, realmente, discutir gênero nas escolas

por Raisa Pina, Carta Capital

“Se tu quer dar o cu, beleza, mas não incentiva as crianças.” Esse foi um dos muitos comentários absurdos e chocantes que li em uma publicação do Facebook em apoio à discussão sobre gênero nas escolas.

Desculpe reproduzi-lo aqui, assim tão baixo, tão ofensivo, tão equivocado; mas penso ser necessário porque, apesar de ilógico, representa o pensamento de uma parcela considerável da nossa população: aquela que apóia o projeto Escola sem Partido e elege parlamentares violentadores dos direitos humanos. Continue lendo “Discutir gênero não tem nada a ver com “apologia gayzista””

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Dívida de diretor da Fiesp com a União é de R$ 6,9 bi

Total de débitos de difícil recuperação atinge R$ 1 trilhão; empresário Laodse de Abreu Duarte e irmãos respondem pelo maior passivo entre as pessoas físicas

Por Daniel Bramatti, Guilherme Duarte, José Roberto de Toledo e Rodrigo Burgarelli,
O Estado de S.Paulo

O empresário Laodse de Abreu Duarte, um dos diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é o maior devedor da União entre as pessoas físicas. Sua dívida é maior do que a dos governos da Bahia, de Pernambuco e de outros 16 Estados individualmente: R$ 6,9 bilhões. Laodse – que já foi condenado à prisão por crime contra a ordem tributária, mas recorreu – é um dos milhares de integrantes do cadastro da dívida ativa da União, que concentra débitos de difícil recuperação.  Continue lendo “Dívida de diretor da Fiesp com a União é de R$ 6,9 bi”

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Em três meses, cinco comunidades rurais são atacadas por pistoleiros a mando de fazendeiros no Tocantins

No caso mais recente, jovem foi baleado e perdeu um dedo da mão; violência envolve espancamento e queima de casas.

Na CPT Nacional

Na manhã desta segunda-feira (18), um jovem de 17 anos foi baleado por um pistoleiro na ocupação rural denominada Capela, no município de Piraquê, no Tocantins – um dos dedos da mão do rapaz foi decepado com o disparo.

Segundo relatos de moradores, três pistoleiros fortemente armados chegaram na área e, após balearem o rapaz, disseram que caso os outros ocupantes continuassem naquelas terras, eles iriam matar todos. Continue lendo “Em três meses, cinco comunidades rurais são atacadas por pistoleiros a mando de fazendeiros no Tocantins”

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“No Rio de Janeiro há uma banalização inadmissível da morte”

Defensor público do Rio questiona o legado social da Olimpíada

Por Maíra Martín, no El País Brasil

O terno preto do defensor público Fábio Amado (Rio de Janeiro, 1978) está impecável e seu escritório, com sofás de couro e poltrona massageadora, poderia ser o de um executivo de uma multinacional. É sua face institucional. Embora ele repita expressões distantes do linguajar popular, ao sair do prédio da Defensoria Pública do Rio, Amado gasta seus sapatos percorrendo as ruas das comunidades do Complexo do Alemão ou Vila Autódromo onde, conforme ele denuncia, repetem-se abusos do Estado contra seus moradores. Coordenador do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos da Defensoria Pública do Rio desde janeiro de 2015, Amado cuida da assistência dos refugiados, ilegalidades em presídios, e até, uma das suas áreas mais relevantes, a negociação de indenizações e o acompanhamento judicial de familiares vítimas da violência do Estado. De todos os casos que ele viu até hoje, em 14 anos como defensor, a imagem do carro da chacina de Costa Barros, onde cinco jovens foram fuzilados pela polícia com mais de 100 disparos, não sai da sua cabeça. “Não é preciso ser perito, não é necessário ter qualquer conhecimento jurídico, para visualizar esse carro e saber que algo está errado”, diz. Continue lendo ““No Rio de Janeiro há uma banalização inadmissível da morte””

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Povos indígenas: vidas às margens das rodovias no RS e das decisões judiciais e políticas

Por Roberto Liebgott, coordenador do Cimi Regional Sul

“Dor, sofrimento e injustiça”. Com essas palavras Silvino Werá da Silva, cacique da Terra Indígena Irapuá, localizada entre os municípios de Cachoeira do Sul e Caçapava do Sul, Rio Grande do Sul, definiu para a equipe do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), que o acompanhou em audiência no Ministério Público Federal (MPF), os sentimentos de sua comunidade. E completou: “Vivo na beira da estrada a minha vida toda. Crio meus filhos de baixo de lona à espera da demarcação da nossa terra, que fica do outro lado da estrada (BR 290, no Km 299). Eu até quis desistir, mas não consigo. Vivemos por causa da terra. Ela é tudo o que temos e somos, mas nela não nos deixam pisar. Ela é nosso sonho, é nosso ritual, é nosso alimento, é nossa vida”. Continue lendo “Povos indígenas: vidas às margens das rodovias no RS e das decisões judiciais e políticas”

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