Unicamp assina convênio com a primeira universidade indígena do país

Por Francine de Almeida, na Rádio Brasil Campinas

O Brasil vai ganhar a primeira universidade indígena, que ficará em uma área de 248 mil hectares, no município de Cacoal, em Rondônia.

Um convênio de cooperação entre os índios da etnia Paiter Suruí e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foi assinado na quinta-feira.

A instituição oferecerá oficinas no Centro de Formação Paiter Suruí, dando a base para construir a primeira especialização e na sequência a formação da universidade. Continue lendo “Unicamp assina convênio com a primeira universidade indígena do país”

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Estado do Arte: Para secretário da Segurança de SP, casos de estupros têm relação com a crise econômica

“Muita gente cai em depressão porque perdeu emprego e começa a beber. E aí termina perdendo a cabeça e praticando esse tipo de delito”.

Por Sonia Racy, no Estadão

Recém-empossado na Secretaria da Segurança de SP e responsável por definir a estratégia para reduzir o número dos casos de estupro no Estado, Mágino Alves Barbosa Filho vê relação desses crimes com a situação econômica do Brasil. Anteontem, no momento em que o chefe das polícias de SP falava com à coluna – em uma livraria de Higienópolis – sobre esse desafio, milhares de mulheres protestavam contra o machismo e o estupro na Avenida Paulista. Abaixo, os principais trechos da entrevista. Continue lendo “Estado do Arte: Para secretário da Segurança de SP, casos de estupros têm relação com a crise econômica”

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Conflito territorial em Trindade (RJ) mata jovem trindadeiro de 23 anos

Jaison Caique foi vítima de empresas multinacionais que querem retirar as terras dos caiçaras

Por Comunidade de Trindade / O Caiçara

Desde a década de 70, os trindadeiros lutam pela permanência em seu território tradicional. Na época, a companhia Paraty Desenvolvimento Turístico, hoje TDT, uma união de duas multinacionais, a Brascan e a Adela (Agência de Desenvolvimento na América Latina), constituída por 280 dos mais poderosos grupos empresariais do mundo capitalista, com sede em Luxemburgo, se dizia dona das terras em Trindade, no litoral sul fluminense. Continue lendo “Conflito territorial em Trindade (RJ) mata jovem trindadeiro de 23 anos”

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Mulheres, política e violência

“Nossa mulher, graças a Deus, é essencialmente caseira e doméstica e é no lar que ela exibe suas boas e más condições. É ali que reside a sua força e sua graça. Os que ainda temos algo, ainda que pouco, de latinos não queremos, não toleraremos, a mulher politiqueira, a mulher de ação oradora, jornalista ou redentora do povo”
(Armando Silano, El Tiempo, Bogotá, 03/08/1935)1

Flávia Biroli* – Blog da Boitempo

Existe alguma relação entre o ministério sem mulheres de Michel Temer e o recente estupro coletivo da adolescente de 16 anos, no Rio de Janeiro, além do fato de ambos terem despertado forte reação nos movimentos de mulheres no Brasil? Continue lendo “Mulheres, política e violência”

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Alvo dos golpistas e do latifúndio, MST vê aumentar perseguição em GO

A prisão do Valdir e do Luiz vem em um pacote de medidas que o governo de Goiás (Marconi Perilo – PSDB) vem tomando contra as mobilizações sociais, especialmente no conjunto das mobilizações contra o golpe

Por Railídia de Carvalho
Do Portal Vermelho / MST

Nesta quarta-feira (01) o militante do MST de Goiás, Valdir Misnerovicz, foi preso por policiais militares enquanto visitava um acampamento em Veranópolis (RS). O agricultor e também integrante do movimento em Goiás Luiz Batista é mantido preso desde 15 de abril. Continue lendo “Alvo dos golpistas e do latifúndio, MST vê aumentar perseguição em GO”

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A Cultura da desobediência civil: o direito de ocupar como insurgência contra o golpe

Ao assumirem essas posições, os trabalhadores da cultura vão se percebendo mais próximos dos trabalhadores em luta por direitos e por melhores condições de vida, entre os quais pode-se mencionar os trabalhadores rurais sem terra

Por Ana Manuela Chã, Rafael Villas Bôas e Miguel Yoshida – MST

Em mais um dos recentes feitos da nova cultura política brasileira – em disputa permanente com as incontáveis ameaças de retrocesso em todas as esferas da vida – os aparelhos culturais do Ministério da Cultura em vinte e sete estados foram ocupados; alguns desde o anúncio de extinção do MinC pelo governo golpista de Michel Temer, e outros desde o dia em que foi anunciado o recuo: a decisão de não tornar o MinC uma secretaria do Ministério da Educação. Há muitas lições a averiguarmos nesse gesto do segmento dos trabalhadores da cultura e da arte. Continue lendo “A Cultura da desobediência civil: o direito de ocupar como insurgência contra o golpe”

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Carta Final do Seminário das Comunidades Atingidas pela Mineração na Região Centro Norte da Bahia

Nos dias 31 de maio e 01 de junho de 2016 foi realizado o Seminário sobre os Impactos socioambientais da mineração na região Centro Norte da Bahia, que contou com a participação de 40 representantes de comunidades impactadas pela mineração nos municípios Cansanção, Nordestina, Jacobina, Campo Formoso, Curaçá, Andorinha, Antônio Gonçalves e Pindobaçu. Além das entidades Comissão Pastoral da Terra (CPT), SINTRAF – Campo Formoso e Andorinha, Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada e dos grupos de pesquisa Geografar/UFBA e Poemas UFRJ/UFJF

CPT

O Seminário trouxe o debate sobre a proposta do Novo Marco Legal da Mineração no país e seus agravantes para os direitos das comunidades, dos trabalhadores(as) e do meio ambiente. Foi destacada a ausência de transparência e falta de debate público sobre sua construção. O novo marco não contempla o direito a consulta livre, prévia e informada (conforme estabelecido na Convenção nº 169/OIT) e o poder de veto das comunidades, as taxas e ritmos de exploração mineral, o debate sobre as áreas livres de mineração, o direito dos(as) trabalhadores (as) e a regulação do uso da água pelas mineradoras. Continue lendo “Carta Final do Seminário das Comunidades Atingidas pela Mineração na Região Centro Norte da Bahia”

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O que o governo Dilma fez (e não fez) para garantir o direito à terra e áreas para conservação?

O ISA publica a partir de hoje série de reportagens com balanço da política territorial do governo Dilma. Você vai saber mais sobre o que foi feito, nesses cinco anos, para oficializar Terras Indígenas, Unidades de Conservação, Territórios Quilombolas e Assentamentos de Reforma Agrária. Texto de hoje traz dados e análises sobre Terras Indígenas

ISA

O governo da presidente afastada Dilma Rousseff é frequentemente criticado por ser um dos que menos fez, nos últimos 30 anos, pelos assentamentos de reforma agrária e as áreas protegidas – Terras Indígenas (TIs), Unidades de Conservação e Territórios Quilombolas. Os números confirmam essa realidade. A paralisação no reconhecimento dessas áreas, segundo os especialistas, guarda relação direta com os acordos firmados por Dilma com sua base parlamentar fortemente ruralista. Continue lendo “O que o governo Dilma fez (e não fez) para garantir o direito à terra e áreas para conservação?”

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Mujeres shipibas también fueron víctimas de esterilizaciones

Por Patricia Saavedra – Servindi

Nuevos casos de esterilizaciones forzadas salen a la luz, esta vez en la Amazonía. Hoy, el diario La República dio a conocer que recogió 40 testimonios de mujeres del pueblo indígena Shipibo, de Ucayali, que afirman haber sido esterilizadas contra su voluntad en los años del gobierno del expresidente Alberto Fujimori (1990-2000).

El medio expone los casos de Isabel Franquines Bardales, Lucía Huayta Ramírez, Virginia Ahuanari Arimuya, María Maldonado Rojas, Carolina Dávila Urquía y Nilda Rojas Martínez, quienes señalaron haber sido intervenidas en el Hospital Amazónico de Pucallpa como parte del programa de esterilizaciones para el control de natalidad que aplicó el régimen del hoy exmandatario preso.  Continue lendo “Mujeres shipibas también fueron víctimas de esterilizaciones”

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Ou isto ou aquilo: Temer e a chantagem como forma de governar, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

“Ou a Previdência Social tem de ser reformulada ou então todos os pensionistas sofrerão.”

A frase foi do presidente interino Michel em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar. E isso tem nome: chantagem. Do tipo: “ou liberam o que quero ou consigo um jeito de atrapalhar ainda mais a sua vida”.

O governo do PT fez bastante isso também na área ambiental. Por exemplo, em 2007, o então ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, disse que ou o licenciamento ambiental das hidrelétricas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) saía ou o governo começaria a procurar outras fontes de energia sujas como a térmica ou nuclear. Continue lendo “Ou isto ou aquilo: Temer e a chantagem como forma de governar, por Leonardo Sakamoto”

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