“Conforme nos mostram os resultados da avaliação que fizemos, por meio dos indicadores, não há informação clara sobre quais são as autoridades competentes pela realização da Olimpíada e Paralimpíada, nem quais são suas responsabilidades, além de não ter sido disponibilizada uma relação organizada da legislação aplicável para o tema em questão”, informa a economista
Por Patricia Fachin – IHU On-Line
Quando se trata de analisar os processos envolvidos na organização e preparação das Olimpíadas que irão ocorrer entre os dias 05 e 21 de agosto deste ano no Rio de Janeiro, o “primeiro entrave” começa por “encontrar um orçamento da realização dos Jogos Rio 2016 ou todos os contratos firmados para a realização do evento em uma única busca”, diz Paula Oda à IHU On-Line, na entrevista a seguir, concedida por e-mail. Isso implica, pontua, “em uma dificuldade de controlar, monitorar e avaliar o impacto real ou os processos que estão de fato relacionados à Olimpíada e Paralimpíada”, avalia. Continue lendo “Falta de transparência, de informação e ineficiência da gestão pública são as marcas das Olímpiadas 2016. Entrevista especial com Paula Oda”










