Seria populismo idiota, é claro. Mas, ao mesmo tempo, historicamente pedagógico e até socialmente transformador se os ocupantes de cargos públicos eletivos fossem obrigados, uma vez na vida, a utilizarem um pronto-socorro do Sistema Único de Saúde (SUS) em caso de emergência.
E aproveitando que estou me refestelando em demagogia inútil, incluiria também a permissão a toda mulher pobre a usar o SUS para fazer a interrupção de uma gravidez, independentemente do motivo. Afinal, famílias mais ricas já usam, há anos, clínicas em bairros nobres nas grandes cidades. Sei que as clínicas são ilegais e, portanto, isto é apenas retórica. Mas se a realidade é hipócrita, sonhemos um pouco. Continue lendo “O que você escolheria: um bom hospital público ou um bom plano de saúde?, por Leonardo Sakamoto”








