“Uma criança indígena teve que ser assassinada de forma brutal, como foi o Vitor, para que pudéssemos fazer com que as autoridades parassem e conversassem conosco sobre como esses indígenas são recebidos quando chegam ao espaço urbano”, alerta a socióloga indígena
Por Leslie Chaves – IHU On-Line
No penúltimo dia de 2015 o menino Kaingáng Vitor Pinto foi assassinado, aos dois anos de idade, enquanto era amamentado pela mãe. O crime que aconteceu no dia 30 de dezembro na Rodoviária de Imbituba, Santa Catarina, marcou o encerramento do ano pela violência contra a vida de uma criança indefesa, mas também trouxe à tona as violências cometidas contra os povos indígenas no Brasil desde 1500, nos levando de volta ao século XV. Continue lendo “O direito de ir e vir cerceado: migração para as cidades expõe indígenas ao preconceito e à violência secular. Entrevista especial com Azelene Kaingáng”









