Em meio à segregação social e à violência da PM, movimento enxerga política além da representação e organiza sistemas alternativos de vida – da festa ao banco pós-capitalista
Por Raul Zibechi | Tradução: Antonio Martins – Outras Palavras
As cidades são, às vezes, pontos frágeis, nas propostas e práticas comunitárias de emancipação. Nas últimas décadas, multiplicaram-se as iniciativas rurais, por mãos dos movimentos indígenas e camponeses, que se tornaram capazes de construir espaços fora das lógicas do mercado e do Estado capitalista – ainda que tenham mantido, muitas vezes, relações parciais com ambos. Nas cidades, ao contrário, as construções coletivas são muito mais frágeis e menos duráveis. Continue lendo “Poder popular nas favelas cariocas”










