Informações indiscutíveis sobre fracasso nuclear desaprovam conclusão de Angra 3

Neste Setembro Antinuclear, mês previsto para o governo Lula decidir o destino de Angra 3, a Articulação Antinuclear Brasileira está publicando artigos de cientistas que revelam o ocaso da indústria nuclear no mundo, trazendo para reflexão dos governantes e da sociedade brasileira se vale a pena investir bilhões de recursos para concluir uma usina de futuro nada promissor. Continue lendo “Informações indiscutíveis sobre fracasso nuclear desaprovam conclusão de Angra 3”

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ADPF 1059: Apib alertou STF sobre a necessidade de medidas diante da violência da PM contra os Guarani Kaiowá

Nesta quarta-feira (18), ação da Polícia Militar na Terra Indígena Nhanderu Marangatu terminou com a morte de Neri Guarani e Kaiowá

No Cimi

Em agosto de 2023, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) conseguiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecesse uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) sobre a violência da Polícia Militar contra o povo Guarani e Kaiowá no Mato Grosso do Sul. Continue lendo “ADPF 1059: Apib alertou STF sobre a necessidade de medidas diante da violência da PM contra os Guarani Kaiowá”

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Em Dourados, venezuelanos podem ser expulsos para área com risco de alagamento

Ordem da prefeitura pode levar dezenas de famílias para área sem saneamento e que alaga

Por Rafael Custódio | Edição: Bruno Fonseca, Agência Pública

Em 3 de junho deste ano, 40 famílias receberam uma ordem de desapropriação da prefeitura de Dourados, o maior município do interior de Mato Grosso do Sul. A decisão força que elas deixem suas casas no Jardim Santa Felicidade, sob alegação de que foram construídas em uma Zona Especial de Interesse Ambiental (Zeia), às margens do Córrego Engano, que corta parte do município. Uma Zeia é uma área do município destinada à preservação ou recuperação do bioma local. Continue lendo “Em Dourados, venezuelanos podem ser expulsos para área com risco de alagamento”

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Nhanderu Marangatu: Nota da Kuñangue Aty Guasu – Assembléia das Mulheres Guarani e Kaiowa

Viemos a público denunciar mais uma vez a TRAGÉDIA que está acontecendo no Território de Nhanderu Marangatu, município de Antônio João/MS, que resultou na morte do jovem indígena Neri Ramos, 23 anos, assassinado pela polícia hoje, 18 de setembro de 2024. Continue lendo “Nhanderu Marangatu: Nota da Kuñangue Aty Guasu – Assembléia das Mulheres Guarani e Kaiowa”

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Nota da Funai sobre os ataques à Terra Indígena Nhanderu Marangatu, no município de Antônio João (MS)

Na Funai

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) manifesta seu profundo pesar e indignação diante dos violentos ataques sofridos pela comunidade Guarani na Terra Indígena Nhanderu Marangatu, no município de Antônio João (MS). Na manhã de hoje (18), um indígena foi brutalmente assassinado com um tiro na cabeça, conforme informações confirmadas pela unidade da Funai em Ponta Porã. Continue lendo “Nota da Funai sobre os ataques à Terra Indígena Nhanderu Marangatu, no município de Antônio João (MS)”

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Violenta ação policial deixa Guarani Kaiowá morto na TI Nhanderu Marangatu nesta quarta (18), em Antônio João (MS)

O jovem Neri Guarani Kaiowá foi morto a tiros nesta quarta-feira (18) durante ataque à retomada dos indígenas na Fazenda Barra, sobreposta à Terra Indígena

No Cimi

O jovem Neri Guarani Kaiowá foi morto a tiros nesta quarta-feira (18) na Terra Indígena (TI) Nhanderu Marangatu durante ataque à retomada dos indígenas na Fazenda Barra. Conforme apuração junto ao povo, uma mulher também teria sido atingida na perna por disparos de arma de fogo e os barracos da retomada foram destruídos. A Força Nacional não estava em área. Continue lendo “Violenta ação policial deixa Guarani Kaiowá morto na TI Nhanderu Marangatu nesta quarta (18), em Antônio João (MS)”

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MPF recomenda à Prefeitura de Tapauá (AM) que atue para impedir a abertura de ramais em áreas próximas de terras indígenas

Lideranças indígenas relatam que novos ramais foram abertos na área, por servidores da prefeitura, sem o devido licenciamento ambiental

Procuradoria da República no Amazonas

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Prefeitura de Tapauá (AM), município distante 449 quilômetros de Manaus, que pare de abrir, auxiliar e prosseguir na abertura de novos ramais na região de Vista Alegre ou em qualquer área próxima das terras indígenas Igarapé São João e Tawamirim, no Amazonas. O MPF também requisitou que a Prefeitura, por meio de seu órgão ambiental, atue para impedir o início ou prosseguimento das aberturas que não possuam o devido licenciamento ambiental. Continue lendo “MPF recomenda à Prefeitura de Tapauá (AM) que atue para impedir a abertura de ramais em áreas próximas de terras indígenas”

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Não, presidente Lula, não queremos a BR-319. Artigo de Txai Suruí

IHU

“O climatologista Carlos Nobre, numa entrevista, disse estar apavorado e que não se previu a rapidez com que a crise do clima impactaria os dias atuais. No entanto, mesmo diante dessa crítica realidade, o presidente Lula anunciou a retomada da pavimentação de um trecho da rodovia BR-319, o Lote C, que liga Manaus (AM) a Porto Velho (RO)”, escreve Txai Suruí, coordenadora da Associação de Defesa Etnoambiental — Kanindé e do Movimento da Juventude Indígena de Rondônia, em artigo publicado por Folha de S.Paulo, e reproduzida no Facebook de André Vallias Continue lendo “Não, presidente Lula, não queremos a BR-319. Artigo de Txai Suruí”

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Brasil paralelo. Por Luis Felipe Miguel* 

A Brasil Paralelo é a maior impulsionadora de conteúdo político nas plataformas sociodigitais do Brasil. Dinheiro não falta, no seu trabalho de doutrinação do público

A Terra é Redonda

1.

Faz uns dois ou três meses, recebi um e-mail de um desconhecido, que se apresentava como produtor da Brasil Paralelo. Ele dizia, sem maiores detalhes, que meu nome havia surgido no contexto de uma entrevista sobre “doutrinação comunista” nas universidades e pedia para eu apresentar uma contestação. Continue lendo “Brasil paralelo. Por Luis Felipe Miguel* “

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A atual distopia começa no sul da Amazônia

Mineração predatória de ouro para o Vale do Silício, hidrelétricas, disputa de terras em traçado de futura ferrovia e muito fogo: conheça o cinturão verde, hoje em chamas, que abriga duas das maiores terras indígenas do país

por Raphael Sanz, em Jacobina

“O abismo cognitivo foi instalado quando todos nós vimos que as coisas podem ser reproduzidas em série e que a caixinha do leite ou qualquer outro produto que está na gôndola do supermercado, aquela coisa apareceu ali (…) e não importa mais o processo. Então a caixinha de leite e toda essa facilidade da gôndola seriam coisas que aparecem na sua cara e você pode simplesmente consumir. É isso que o Davi Kopenawa Yanomami, nessa sua prospecção do mundo do branco que ele olha de dentro da floresta, dirá que é o ‘mundo da mercadoria’. Vamos imaginar que esse mundo da mercadoria é mágico. Ele faz aparecer água na torneira, leite na caixinha e coisas na gôndola. Quer dizer, é um pensamento mágico o desse mundo subalterno à ordem capitalista. É tão mágico quanto o pensamento de um xamã. O pensamento mágico de um escravo do capitalismo é tão fantástico que ele acredita que o capitalismo pode acabar com o mundo e criar outro. Eu me pergunto: por que um cara vai financiar o envio de um foguete para o espaço? (…) Perdemos a prioridade. Nesse mundo mágico do capitalismo, tudo pode. A Terra, inclusive, se acabar tem outra”, disse o pensador indígena Ailton Krenak, à TV Cultura, referindo-se ao pensamento de Davi Kopenawa Yanomami.

Em Não verás país nenhum, romance publicado em 1981, Inácio de Loyola Brandão imaginava um Brasil distópico, onde árvores e animais não existiam mais e uma sociedade autoritária se formava em torno de um mega complexo industrial que produzia “tudo” o que se necessitava, desde alimentos 100% artificiais a óleos essenciais com cheiros de espécies da extinta flora. A história, que se passa “num futuro não tão distante”, começa quando Souza, morador de um edifício no centro de São Paulo, desperta com um furo na mão. Continue lendo “A atual distopia começa no sul da Amazônia”

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