A política de apaziguamento já foi percebida pelos indígenas que resistem e se recusam a abandonar seus territórios
por Karina Pinhão, Gabriela Guillén, Judite Stronzake e Katiuscia Galhera, em Brasil de Fato
Os fatos: violência contra os Guarani e Kaiowá e a mãe-terra
Na manhã do dia 13 de julho de 2024, no município de Douradina, Mato Grosso do Sul, o povo Guarani e Kaiowá iniciou a autodemarcação do seu território longamente esperado. A reivindicação é de uma área de 12.196 hectares em estudo e já identificada. Envolve os territórios de Gua’aroka, Yvy Ajhere, Ita´y Ka’agurusu, Pikyxi´yn, Kurupay´y, Tajasu Ygua e Guyra Kambi ́y, aos quais se encontram sobrepostas grandes propriedade de monocultivo de soja e de milho. Continue lendo “A conciliação do inconciliável: o capital e o iminente massacre dos Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul”










