Destruição da natureza e especulação imobiliária. Por Igor Felippe Santos

Tragédia no Rio Grande do Sul: é preciso apontar as causas e responsáveis

Em A Terra é Redonda

A tragédia no Rio Grande do Sul com as enchentes e alagamentos atingiu 2,3 milhões de pessoas. A cada 10 gaúchos, dois sofrem com o impacto das chuvas. Milhares tiveram suas casas, móveis, eletrodomésticos, livros e memórias destruídos. Morreram 163 pessoas e 88 ainda estão desaparecidas. As cidades atingidas chegaram a 463 (93% do total). Cerca de 180 mil pontos estão sem energia elétrica. Continue lendo “Destruição da natureza e especulação imobiliária. Por Igor Felippe Santos”

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A pedido do MPF, TRF1 mantém sentença para conclusão de reformas na escola indígena Mamaindê, em Comodoro (MT)

Alunos da etnia Nambikwara enfrentam condições precárias de ensino há 20 anos

Procuradoria Regional da República da 1ª Região

Acolhendo pedido do Ministério Público Federal (MPF), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou recursos da União e do Estado do Mato Grosso e manteve sentença que obriga os condenados a promover reformas na Escola Estadual Indígena Mamaindê, situada na Terra Indígena Vale do Guaporé, no município de Comodoro (MT). Desde o ano de 2004, os indígenas da etnia Nambikwara convivem com uma infraestrutura escolar precária, tendo que dividir uma única sala de aula para todos os níveis de ensino e improvisar estruturas administrativas em casas de pessoas da comunidade para continuar com as atividades. Continue lendo “A pedido do MPF, TRF1 mantém sentença para conclusão de reformas na escola indígena Mamaindê, em Comodoro (MT)”

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Relatório destaca os compromissos e resultados da Ouvidoria-Geral da DPE-RS na defesa dos direitos humanos das populações vulneráveis

https://racismoambiental.net.br/wp-content/uploads/2024/05/RELATORIO-2-Rodrigo-de-Medeiros_compressed-1.pdfhttps://racismoambiental.net.br/wp-content/uploads/2024/05/RELATORIO-2-Rodrigo-de-Medeiros_compressed-1.pdfPor Ouvidoria-Geral da DPE-RS

Já está disponível o segundo Relatório de Atividades da Ouvidoria-Geral da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE-RS), referente ao período de 10 de outubro de 2023 a 10 de abril de 2024. Sob o mandato do advogado popular Rodrigo de Medeiros Silva, o Relatório apresenta um panorama completo das ações e resultados da Ouvidoria, com foco na transparência e no compromisso com a defesa dos direitos das populações vulneráveis.

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Muralha Paulista: Tarcísio mira a distopia

Governador quer impor gigantesco sistema de vigilância – e contrata corporação ligada ao bolsonarismo. Promete até prever crimes com reconhecimento facial e espionagem. É projeto-vitrine da gestão que bate recorde de letalidade policial

por Mariana Braghini, em Outras Palavras

Nas últimas semanas, uma série de reportagens tem sido publicada acerca da proposta do governo do estado de São Paulo para o programa denominado Muralha Paulista, um projeto high-tech de segurança pública que promete reduzir os índices de criminalidade nas cidades paulistas. Em parceria com uma empresa militar estrangeira, a gestão Tarcísio tem articulado uma megaestrutura de espionagem em massa da população do estado, ignorando legislações sobre proteção de dados e direitos constitucionais. Além disso, está priorizando uma proposta de alto custo, enquanto faltam embasamentos sobre a eficácia e o custo-benefício dessas tecnologias para a segurança pública. Continue lendo “Muralha Paulista: Tarcísio mira a distopia”

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Para fazer o SUS funcionar até debaixo d’água

Como reconstruir o Rio Grande do Sul? Uma gestora pública de São Leopoldo, uma das cidades mais afetadas pela tragédia, narra a situação atual do ponto de vista dos trabalhadores da saúde – e as ações necessárias para a retomada

Paula Suseli em entrevista a Gabriel Brito, em Outra Saúde

O Rio Grande do Sul segue submerso e sua população tenta reorganizar suas atividades cotidianas em meio a um cenário apocalíptico para o qual ninguém está preparado. Escolas, comércios, indústria, cuidados domésticos, vendas, entregas, tudo em algum momento precisa retornar. Na saúde, a situação é até mais exigente e seus serviços não podem deixar de funcionar nem em situações extremas. Continue lendo “Para fazer o SUS funcionar até debaixo d’água”

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Eleições: a tarefa de repensar modelos de cidades

Pleito convida a esquerda a debruçar-se mais ativamente em projetos locais. Iniciativas eficazes de zeladoria urbana, participação no orçamento público e desenvolvimento sustentável podem fazer mais diferença que propostas de grandes obras…

por Fernando Marcelino, em Outras Palavras

Uma das grandes falhas das esquerdas é debater pouco ou quase nada as teses que dizem respeito ao cotidiano das cidades. Quase não se faz isso. Todos discutem ardorosamente questões no plano internacional, nacional e setorial, mas muito raramente a pauta incluiu algum tema regional ou local. O erro básico das esquerdas é centrar-se apenas nas grandes teses e, como resultado, normalmente não se apresentam como opção concreta para governar os municípios. Existe pouca clareza dos militantes e dirigentes que, para governar, antes é preciso ter um projeto local. Não se percebe a importância estratégica das cidades, seja na disputa hegemônica, seja como instrumento de melhoria na qualidade de vida do povo. Continue lendo “Eleições: a tarefa de repensar modelos de cidades”

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Pesquisadoras deixam anonimato e contam que sofreram assédio de Boaventura de Sousa Santos

Sete mulheres do Coletivo de Vítimas do professor relatam suas histórias pela 1ª vez; em nota de assessoria, ele nega

Por Mariama Correia | Edição: Bruno Fonseca, em Agência Pública

Foram quatro horas e meia de conversa. Mulheres de vários países se reuniram numa videoconferência e quebraram anos de silêncio. Esta é a primeira vez que as pesquisadoras, reunidas em um coletivo internacional, relatam publicamente violências e assédios que teriam sofrido de Boaventura de Sousa Santos. Até agora, elas vinham mantendo suas identidades e histórias em sigilo. Continue lendo “Pesquisadoras deixam anonimato e contam que sofreram assédio de Boaventura de Sousa Santos”

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Tragédia no RS: prefeito de Porto Alegre culpa chuva e não admite falhas na manutenção do sistema anticheias

Prefeitura foi alertada sobre problemas em quatro estações de bombeamento de águas pluviais depois de cheia de novembro de 2023; riscos são detectados desde 2015.

ClimaInfo

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB), foi rápido em anunciar um acordo com a consultoria estadunidense Alvarez & Marsal para elaborar um plano de recuperação da capital gaúcha. A consultoria atuou em Nova Orleans após os estragos causados pelo furacão Katrina, em 2005, e é acusada de ter gentrificado a cidade. Melo, porém, não foi tão célere com os alertas sobre falhas no sistema anticheias da cidade. Além de desqualificar o aviso, culpa a natureza. Continue lendo “Tragédia no RS: prefeito de Porto Alegre culpa chuva e não admite falhas na manutenção do sistema anticheias”

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MST denuncia tentativa de criminalização em PL que pune famílias por ocupação de terra

Nota do Movimento sobre aprovação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei (PL) 709/2023, de autoria do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS)

Da Página do MST

Malditas sejam todas as leis, amanhadas por umas poucas mãos, para ampararem cercas e bois e fazerem da terra escrava e escravos os homens!”

– Dom Pedro Casaldáliga

O MST repudia a aprovação na Câmara dos Deputados do Projeto de Lei (PL) 709/2023, de autoria do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS), que propõe que “condenados por invasão de propriedade rural” sejam proibidos de receber auxílios, benefícios e de participar de outros programas do governo federal, bem como de assumir cargos ou funções públicos. Este PL é mais uma tentativa da extrema-direita de criminalizar a luta de indígenas, quilombolas, camponeses e de diversas organizações populares que buscam uma justa, necessária e urgente democratização da terra. Continue lendo “MST denuncia tentativa de criminalização em PL que pune famílias por ocupação de terra”

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MST, políticas para Reforma Agrária e orçamento pelo Governo Federal

MST denuncia que a aplicação dessas políticas estão estagnadas e o orçamento não beneficia assentamentos criados antes de 2023; Entenda como isso se relaciona ao desastre no RS

Por Solange Engelmann, na Página do MST

Ao longo de 40 anos de luta, o Movimento Sem Terra tem utilizado a ocupação de latifúndios improdutivos, prédios e espaços públicos em todo o país como uma forma de pressão ao governo federal e aos governos estaduais para a criação de assentamento para fins de Reforma Agrária, pensando no assentamento de um imenso passivo de famílias Sem Terra que ainda existem no país. Continue lendo “MST, políticas para Reforma Agrária e orçamento pelo Governo Federal”

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