Vendedores denunciam serem forçados a vender cartão do Itaú em esquema milionário

Segundo MP, 3 milhões de brasileiros podem ter sido vítimas de esquema; banco nega

Por Elisangela Colodeti | Edição: Bruno Fonseca, em Agência Pública

Ex-funcionária de uma loja da rede Ponto Frio, na região oeste de Belo Horizonte (MG), Luana* diz que se viu coagida a participar de uma armadilha para clientes envolvendo o maior banco privado do país, o Itaú. A situação envolvia a venda casada de cartões de crédito do banco para clientes de lojas de varejo sem que eles soubessem. Essa prática foi registrada em ações trabalhistas às quais a Agência Pública teve acesso com exclusividade. Continue lendo “Vendedores denunciam serem forçados a vender cartão do Itaú em esquema milionário”

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Desmatamento cai na Mata Atlântica, mas cresce na fronteira com Cerrado e Caatinga

Enquanto desmatamento caiu na parte contínua da Mata Atlântica, trechos do bioma nas fronteiras com Cerrado e Caatinga experimentaram alta da supressão vegetal em 2023.

ClimaInfo

Uma notícia boa e outra ruim para a Mata Atlântica. Novas análises mostraram que o ritmo de desmatamento no bioma mais devastado do Brasil caiu entre 2022 e 2023 em sua parte contínua, mas o mesmo não pode ser dito sobre trechos isolados e em áreas de transição para outros biomas. Nestes, a taxa de desmate experimentou um aumento significativo e preocupante. Continue lendo “Desmatamento cai na Mata Atlântica, mas cresce na fronteira com Cerrado e Caatinga”

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Recuperação após a seca desacelera em 1/3 da Floresta Amazônica e compromete a resiliência do bioma

Estudo sugere que a Amazônia está perdendo resiliência em meio a secas mais frequentes, o que aproxima o bioma de um “ponto de não retorno”. 

ClimaInfo

A intensificação das secas na Amazônia está enfraquecendo a maior floresta tropical do planeta. Essa é a conclusão de um novo estudo publicado nesta semana pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), que analisou os reflexos da sucessão de fortes secas nas últimas décadas no bioma. Continue lendo “Recuperação após a seca desacelera em 1/3 da Floresta Amazônica e compromete a resiliência do bioma”

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Após a catástrofe, um novo projeto de Brasil?

Protagonismo do Estado volta ao debate – e Lula tem a chance de desacorrentar os gastos públicos no país. Mas, com a crise climática, velhas fórmulas não bastarão. Momento é de reinventar valores políticos, a partir do bem-viver e da participação

por Moysés Pinto Neto, em Outras Palavras

A catástrofe climática no Rio Grande do Sul exige, a todo momento, a disposição para ajudar concretamente as pessoas que viveram uma destruição sem precedentes em magnitude e extensão. O estado foi dizimado pelas chuvas, como se tivesse havido um Grande Dilúvio capaz de reduzir a zero pelo menos metade do seu território. Cidades inteiras foram inundadas em cem por cento da sua extensão, parecendo Atlântidas perdidas no fundo d’água. Os moradores, majoritariamente pobres e racializados, perderam todos os seus bens. Mesmo entre a classe média e os ricos houve perdas, pois as enchentes não pouparam negócios e os mais diversos bairros, colocando a geografia acima da economia. A enxurrada também levou a vida de humanos, animais, plantas e o encantamento arquitetônico de espaços culturais, religiosos, políticos, de estradas e pontes, ruas, calçadas, prédios, casas, enfim, uma devastação total. Continue lendo “Após a catástrofe, um novo projeto de Brasil?”

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Clima: Por que apostar nos saberes ancestrais

As águas foram “colonizadas” nas cidades em nome de um desenvolvimento insustentável, que cobra seu preço: lama, destruição e morte. São tempos de reconectar o humano à natureza. E as ideias de Ailton Krenak, Bruno Latour e Nego Bispo dão pistas para isso

por Paulo César Carbonari, em Outras Palavras

A catástrofe climática é um fato. É vivida, desta vez, por milhões de gaúchos e gaúchas, particularmente e com maior impacto por aqueles e aquelas dos locais mais afetados e que estão em situação de maior precariedade e menor proteção. Chegou dramática. Mas a situação somente poderá gerar algum tipo de aprendizagem, para que não seja “só mais uma”, se for capaz de ser transformada efetivamente numa “experiência”, ou seja, num acontecimento do qual se aprende e que, o que dele se aprende, seja duradouro e capaz de transformar a vida! Continue lendo “Clima: Por que apostar nos saberes ancestrais”

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Justiça climática é fundamental para que um desastre futuro seja menos sufocante que o anterior. Entrevista especial com Leonardo Rossatto

“Quando falamos de uma política de adaptação, estamos dizendo que precisamos adaptar o nosso país a este contexto e precisamos adaptá-lo em todas as áreas da sociedade e do governo”, afirma o especialista em políticas públicas

IHU

À luz dos diversos abrigos instalados no Rio Grande do Sul para acolher as pessoas atingidas pelas enchentes e da solidariedade manifesta em todo o país para mitigar os impactos nos municípios gaúchos, Leonardo Rossatto propõe uma reflexão sobre justiça climática na entrevista a seguir concedida por WhatsApp ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU. Continue lendo “Justiça climática é fundamental para que um desastre futuro seja menos sufocante que o anterior. Entrevista especial com Leonardo Rossatto”

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Nota Pública: Repúdio à Violência no Campo e em Defesa da Amazônia e Seus Povos

Por Carlos Henrique Silva (Comunicação CPT Nacional)

Diante do episódio de conflito por terra ocorrido nesta segunda-feira (20), deixando três posseiros feridos por arma de fogo em ação de pistoleiros, entre os municípios de Lábrea (AM) e Senador Guimard (AC), a Comissão Pastoral da Terra Regional Acre (CPT-AC) emite Nota Pública de repúdio à violência no campo, que tem vitimado de forma impiedosa os povos e comunidades tradicionais da Amazônia brasileira.

Confira abaixo a nota completa, que também pode ser baixada em arquivo PDF neste link. Continue lendo “Nota Pública: Repúdio à Violência no Campo e em Defesa da Amazônia e Seus Povos”

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Tese do marco temporal e demais dispersivos da Lei 14.701 são inconstitucionais e inconvencionais, afirma CNDH em Nota Pública

As tentativas de mediação e conciliação de interesses com os direitos e garantias constitucionais dos povos causam preocupação ao órgão

Cimi

O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) se manifestou sobre a Lei 14.701/2023, conhecida como “Lei do Marco Temporal”, e a decisão do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, em relação às ações de controle concentrado de constitucionalidade ADC 87, ADI 7.582, ADI 7.583, ADI 7.586 e ADO 86, referentes à lei. A Nota Pública é do dia 10 de maio. Continue lendo “Tese do marco temporal e demais dispersivos da Lei 14.701 são inconstitucionais e inconvencionais, afirma CNDH em Nota Pública”

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Os desafios da reconstrução das cidades do Rio Grande do Sul. Por Raquel Rolnik

No Blog da Boitempo

As operações de reconstrução são definidas a partir das agendas dos complexos geopolíticos e econômicos envolvidos nestes processos, ou seja, da origem dos capitais que investem (e seus desejos de recuperação de custos), das empreiteiras e conjuntos de fornecedores de serviços e suas capacidades de inserir e ofertar seus produtos e serviços nestes circuitos, enfim, dos atores com poder de participar dos processos decisórios. Continue lendo “Os desafios da reconstrução das cidades do Rio Grande do Sul. Por Raquel Rolnik”

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Em meio ao lixo das chuvas no Rio Grande do Sul, catadores não conseguem trabalhar

Estudo inédito mapeou 47 milhões de toneladas de entulhos causados pelas chuvas; limpeza deve levar anos

Por Bruno Felin, Lara Ely, Agência Pública

Quando a água da enchente no Rio Grande do Sul baixar, o que restará além do sofrimento humano serão cerca de 47 milhões de toneladas de entulho. O número é semelhante ao de locais que passam por guerras, terremotos ou tsunamis. O cálculo, obtido pela Agência Pública, foi desenvolvido por Guilherme Marques Iablonovski, cientista de dados espaciais na Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU), e Martin Bjerregaard, consultor em resíduos pós-catástrofe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Continue lendo “Em meio ao lixo das chuvas no Rio Grande do Sul, catadores não conseguem trabalhar”

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