En Costa Rica asesinan a nuestros defensores de derechos indígenas: el Estado es responsable

Jubileo Sur

A LAS AUTORIDADES, COMUNIDAD NACIONAL E INTERNACIONAL

El Frente Nacional de Pueblos Indígenas (FRENAPI) DENUNCIA LA VIOLENCIA RACISTA que ha perpetrado un nuevo ASESINATO. Este lunes 24 de febrero del 2020, han ASESINADO al compañero de lucha, RECUPERANTE INDÍGENA BRÖRÁN JHERY RIVERA, a 23 días de cumplirse un año en completa impunidad del ASESINATO del compañero Sergio Rojas Ortiz, bribri Uniwak de Salitre, miembro del Consejo de Autoridades Propias Cuidadores de la Madre Tierra, además fundador y miembro de la Coordinación Nacional del Frente Nacional de Pueblos Indígenas – FRENAPI. Salitre, Defensor de Derechos Humanos.

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IX Fórum Social Panamazônico é lançado em Bogotá

Sob o tema “Tecendo sentimentos e ações em defesa da Amazônia” IX Fospa foi lançado, nesta quarta-feira (19), na Colômbia

CPT

O Fórum Social Panamazônico, FOSPA, é uma iniciativa que surgiu no ano de 2002 como resposta às permanentes agressões ambientais e sociais que ocorrem nessa macrorregião. Como extensão territorial do Fórum Social Mundial, o FOSPA, mais que um evento, é um encontro de pensamentos e ações que tecem a diversidade das organizações sociais, com vistas a contribuir para o Bem Viver dos territórios amazônicos.

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Costa Rica: en Salitre se siguen violando impunemente los derechos del pueblo indígena Bribri. Por Alberto Gutiérrez Arguedas*

En días pasados hicimos una visita al territorio indígena Bribri de Salitre y pudimos constatar de primera mano el grave escenario de violación de derechos que este pueblo continúa sufriendo de manera sistemática. A casi un año del asesinato del líder Sergio Rojas Ortiz (18 marzo 2019), el cual permanece en total impunidad, las violencias en contra de la integridad física, psicológica y patrimonial del pueblo indígena Bribri de Salitre son una realidad de todos los días, demostrando, una vez más, el fracaso del Estado costarricense por salvaguardar los derechos fundamentales de este pueblo.

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Por que a América Latina é a ‘região mais desigual do planeta’

A América Latina é tão desigual que uma mulher em um bairro pobre de Santiago, capital do Chile, nasce com uma expectativa de vida 18 anos menor que outra de uma área rica da mesma cidade, segundo um estudo. Em São Paulo, essa lógica também ocorre. Quem mora em Paraisópolis, uma das maiores favelas da cidade, vive em média 10 anos menos do que os moradores do Morumbi, bairro rico ao lado da comunidade, de acordo com o Mapa da Desigualdade, da ONG Rede Nossa São Paulo, que compila dados públicos.

por Gerardo Lissardy, em BBC News Mundo / IHU On-Line

A grande disparidade latino-americana também envolve a cor da pele ou a etnia: em comparação com os brancos, os negros e indígenas têm mais possibilidades de ser pobres e menos de concluírem a escola ou conseguirem um emprego formal.

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Mexicanas protestan ante la sede del Poder Ejecutivo por feminicidios

Cientos de militantes de organizaciones feministas realizaron en México una protesta, frente a la sede del Poder Ejecutivo, donde el presidente Andrés Manuel López Obrador ofrece una conferencia de prensa diaria, contra el aumento de asesinatos de mujeres.

En la puerta principal y la fachada del edificio, donde también reside el gobernante, las manifestantes se congregaron desde el amanecer y pintaron consignas como “Estado homicida”, “Nos matan, no más muertes”, mientras clamaban “¡Justicia, justicia!”. 

Sputnik / Servindi

“¡Señor, señora, no sea indiferente, se mata a las mujeres en la cara de la gente!”, coreaban las mujeres, en su mayoría jóvenes, según las imágenes difundidas por noticiarios televisivos y redes sociales.

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Amazonas: emisión en carbono casi duplica la absorción

Estudio analizó la capacidad de la dinámica de captación de carbono de la Amazonia y halló que entre 2003 y 2016, la Amazonia emitió más carbono que el que pudo absorber. Las tierras indígenas y las áreas protegidas tuvieron mejor desempeño que las tierras sin esa protección.

Por Tania Orbe, en Scidev.net / Servindi

Entre 2003 y 2016, la Amazonia emitió el doble de carbono de lo que absorbió, transformándose en un emisor de este gas contaminante en vez de cumplir el rol natural de reservorio, según un estudio publicado en la revista de la Academia Nacional de Ciencias de Estados Unidos (PNAS, por su sigla en inglés).

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“Vivemos uma época de fascismos derivativos”. Entrevista especial com Óscar Guardiola-Rivera

Por: João Vitor Santos | Tradução: Isaque Gomes Correa, em Ihu On-Line

Quando nos vemos diante de elementos tais como plágio de discursos de Joseph Goebbels e rompantes totalitários, racistas, machistas, xenofóbicos e homofóbicos, parece não haver dúvida: estamos bem próximos do que conhecemos por fascismo. Mas não o do passado, uma espécie de neofascismo, ou um fascismo do século XXI. Mas, especificamente, do que se trata? Para o filósofo e jurista colombiano Óscar Eduardo Guardiola-Rivera, trata-se de “uma época de fascismos derivativos”. “Emprego o termo ‘derivativo’ aqui em seu sentido capitalista financeiro”, explica. “Um derivativo é algo que pode ser precificado com base no valor de algo mais que permanece subjacente e, como tal, pode ser negociado como uma aposta contra alguém em relação a um preço futuro especulativo”, completa. E, logo, compreende que “as nossas políticas não mais se sustentam com base em contratos sociais e naturais, mas também, ou antes ainda, com base em contratos derivativos”.

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A morte de seis crianças por fome deixa o norte argentino em emergência alimentar

A extrema pobreza devasta as populações indígenas da região do chaco de Salta, onde faltam agentes sanitários e abastecimento de água até em postos de saúde

por J.L.M. Kenzie e F.R. Molina, em El País

O único filho de Amalia se tornou no domingo a sexta criança morta por desnutrição neste mês em Salta, uma província no extremo norte da Argentina que faz fronteira com Bolívia, Chile e Paraguai. O menino tinha um ano e nove meses e morava com a mãe em uma comunidade de 150 famílias indígenas wichis no município de Embarcación. Morreu durante a transferência entre duas unidades de saúde. O Governo de Salta informou que a criança estava em estado geral grave, com febre, desidratação severa e dez dias de vômito e diarreia. “Tinha uma doença de base: desnutrição crônica”, admitiram as autoridades.

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Chile: assim prepara-se a nova batalha

Quatro meses depois dos protestos que abalaram projeto neoliberal, direita tenta contraofensiva: leis severas, prisões em massa, soda cáustica sobre manifestantes. Mas maioria, que já perdeu o medo, aposta na Constituinte — e segue nas ruas

Por Paul Walder, no Nodal | Tradução: Rôney Rodrigues, em Outras Palavras

É possível que estejamos assistindo à queda de um regime, ao fim da democracia representativa. É possível que tenhamos dado um passo para além da pós-democracia e já nos encontremos em uma espaço político murado. A democracia liberal, que nunca foi muito democrática, e hoje todo o Chile já sabe disso, se transforma em novas estruturas para proteger aquilo que sempre cuidou: o regime oligárquico instalado há mais de 40 anos.

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Despatriarcalizar el ecologismo y ecologizar el feminismo

Con una trayectoria de más de diez años, aunque con periodos más altos y más bajos, en la actualidad la Comisión de Ecofeminismos de Ecologistas en Acción (EA) de Madrid se compone de unas diez personas que participan de manera activa y estable en las actividades de la comisión, aunque el grupo de apoyo para eventos concretos es mayor. Ecología Política realizó una entrevista de manera colectiva un viernes en Lavapiés, con seis de sus participantes.

por Marién González Hidalgo*, en Ecología Política / Servindi

El pasado mes de septiembre de 2019 participamos de las III Jornadas Ecofeministas en Chinchón (Madrid), (1) organizadas por vosotras y por el colectivo Somos Garaldea. Cada año las jornadas suscitan más interés, y en esta oportunidad se llegaron a inscribir trescientas personas. ¿Creéis que hay un auge de los ecofeminismos? Y, si es así, ¿a qué creéis que se debe?

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