MAB se reune com justiça e prefeitura na luta por creche em Congonhas/MG

No Mab

O Movimento dos Atingidos por Barragens reuniu-se na última quarta-feira (19) com o prefeito de Congonhas/MG, José de Freitas Cordeiro (Zelinho), na busca de solução urgente para a questão da Creche Dom Luciano, que atendia 130 crianças no bairro Residencial e está fechada desde o início de 2019 pela insegurança gerada pelo complexo de barragem Casa de Pedra (CSN).

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Níquel e arsênio são detectados na água do Rio Paraopeba, entre Pará de Minas e Pompéu

Metais pesados foram encontrados durante análises do Instituto Mineiro de Gestão das Águas em janeiro deste ano; elementos não foram localizados na época do rompimento da barragem em Brumadinho.

Por G1 Centro-Oeste de Minas

Os metais pesados níquel e arsênio foram detectados pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) na água do Rio Paraopeba, no trecho entre Pará de Minas e Pompéu, em janeiro de 2020. A confirmação foi enviada pelo Instituto ao G1 através de nota, nesta sexta-feira (14). Os elementos não haviam sido encontrados na água na época do rompimento da barragem B1, da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho.

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MPF e pesquisadores da Universidade Federal de Rondônia se reúnem para tratar dos danos da hidrelétrica Tabajara

Mesmo após MPF emitir recomendações para alertar que os estudos ambientais da hidrelétrica de Tabajara estavam superficiais e insuficientes, Ibama aceitou os projetos

Ministério Público Federal em Rondônia

Nesta terça-feira (4), o Ministério Público Federal (MPF) se reuniu com grupos de pesquisa dos setores de energia sustentável e de geografia da Universidade Federal de Rondônia (Unir) na unidade sede do órgão, em Porto Velho. O MPF discutiu com os grupos as principais fragilidades do estudo de impactos ambientais da construção de uma barragem no rio Ji-Paraná (também chamado de rio Machado), em Machadinho D’Oeste (RO) – a de Hidrelétrica Tabajara.

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Empresa que administra Belo Monte ameaça a Amazônia Real e o jornalista Lúcio Flávio Pinto com ação por dano moral

A empresa Norte Energia pediu em notificação direito de resposta para o artigo “Belo Monte vai quebrar”, que questiona a situação financeira do empreendimento que gerou impactos socioambientais no Pará

Por Amazônia Real

A empresa Norte Energia, responsável pela administração da hidrelétrica Belo Monte, no rio Xingu, no Pará, enviou uma notificação à agência Amazônia Real para publicar um direito de resposta sobre o artigo “Belo Monte vai quebrar” de autoria do jornalista Lúcio Flávio Pinto, publicado no dia 14 de janeiro na coluna “A Amazônia segundo Lúcio Flávio Pinto”, onde ele escreve semanalmente desde 2016.

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Marcha de Belo Horizonte a Brumadinho protesta contra crimes da Vale

Grupo de 350 atingidos vai cumprir jornada na próxima semana, quando a ruptura da barragem Córrego do Feijão completa um ano.

por Rede Brasil Atual – RBA / IHU On-Line

Mais de 350 pessoas atingidas pelo crime ambiental de Brumadinho vão percorrer, a partir de segunda-feira (20), 300 quilômetros de Belo Horizonte até a cidade de Brumadinho. A chegada está prevista para sábado (25). O episódio completa um ano em 25 de janeiro, quando a barragem em Córrego do Feijão se rompeu, deixando 272 mortos.

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MPF define destinação de recursos a serem pagos a título de compensação por impactos ambientais ocasionados pela UHE Sinop (MT)

Acordo judicial que definiu o valor de R$ 4 milhões foi firmado no mês de outubro, em Mato Grosso, que irá beneficiar ações em defesa do meio ambiente na região

Ministério Público Federal

O Ministério Público Federal em Sinop (MPF/MT) e a Companhia Energética Sinop S/A assinaram o termo de aditamento do Acordo Judicial, resultante de uma ação civil pública, que prevê o pagamento de R$ 4 milhões pela empresa a título de compensação pelos impactos socioambientais ocasionados pelo empreendimento Usina Hidrelétrica Sinop (UHE Sinop). No acordo judicial foi definido que a destinação dos recursos seria realizada em projetos de prevenção ou reparação de bens jurídicos da mesma natureza, ou ao apoio a entidades de proteção aos direitos difusos, a serem definidos pelo MPF. No fim de 2019, foi então assinado o termo de aditamento indicando a destinação dos recursos.

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Em audiência pública, MPF escuta atingidos sobre o passivo socioambiental da usina hidrelétrica de Tucuruí (PA)

Comunidades impactadas pelas obras reivindicam indenizações e cumprimento de condicionantes desde que as obras foram iniciadas durante a ditadura militar, em 1974

Ministério Público Federal no Pará

Passados quarenta anos do início das obras da hidrelétrica de Tucuruí (PA), ainda existem milhares de atingidos aguardando indenizações, compensações e condicionantes nunca cumpridas pela Eletronorte, empresa responsável pela operação da usina. Mais uma vez, as comunidades impactadas pela hidrelétrica se reuniram para reclamar seus direitos, em audiência pública promovida pelo Ministério Público Federal (MPF) com a presença de representantes da empresa, do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) e do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), encarregado dos impactos das eclusas e da hidrovia no rio Tocantins, obras ligadas ao complexo de Tucuruí. A Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) do estado, órgão licenciador, foi convidada mas não enviou representante.

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Audiência pública sobre impactos da hidrelétrica de Tucuruí (PA) será realizada na próxima terça

No evento também serão debatidas as compensações devidas a comunidades atingidas

Ministério Público Federal no Pará

Será realizada na próxima terça-feira (14) a audiência pública convocada pelo Ministério Público Federal (MPF) para promover o debate sobre os impactos socioambientais da usina hidrelétrica de Tucuruí (PA) e de suas eclusas. Também serão debatidas as compensações devidas às comunidades atingidas. O evento começa às 9 horas e segue até às 13 horas, no Ginásio Poliesportivo Municipal, na avenida 7 de Setembro, em Tucuruí.

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A destruição da soberania brasileira e a debacle de ‘agendas ambientais’ nunca vista na história. Entrevista especial com Telma Monteiro

Por: Patricia Fachin, em IHU On-Line

Entre as inúmeras declarações polêmicas do governo Bolsonaro na condução da agenda ambiental em seu primeiro mandato, “o que nos atingiu neste ano desastroso no trato do meio ambiente foi a incompetência e o firme propósito de tornar o Brasil um deserto, um campo farto para a exploração de riquezas minerais, da extração de madeiras nobres da floresta, para a produção de commodities agrícolas”, diz Telma Monteiro à IHU On-Line.

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Povo Munduruku resgata 12 urnas funerárias de museu no Mato Grosso

Os artefatos de cerâmica foram retirados dos lugares sagrados da etnia durante a construção das barragens das hidrelétricas de São Manoel e Teles Pires

Por Juliana Arini, especial para a Amazônia Real

Cuiabá (MT) – Na madrugada do Natal (25) um grupo de 70 indígenas Munduruku resgatou doze urnas funerárias do Museu de História Natural do município de Alta Floresta, no Mato Grosso. Os artefatos de cerâmica, onde estão sepultados os restos mortais dos ancestrais desse povo, haviam sido retirados, à revelia dos Munduruku, dos lugares sagrados durante as obras da construção das barragens das hidrelétricas de São Manoel e Teles Pires, em 2010.

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