MPF recomenda que UFPB não matricule candidato pelo sistema de cotas

Valdiney Gouveia possui duas graduações, tem mestrado, doutorado e pós-doutorado

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou à Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que não efetive a matrícula do candidato Valdiney Veloso Gouveia,  aprovado no curso de Engenharia de Produção pelo sistema de cotas. Valdiney, que é reitor da instituição, concluiu há 39 anos, em escola pública, modalidade que hoje é considerado ensino médio. Ele possui duas graduações, sendo uma em universidade pública e outra em unidade  privada. Tem, ainda, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

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O reitor da UFPB e as cotas: o Direito serve para alguma coisa? Por Lenio Luiz Streck

Na Conjur

O reitor da Universidade Federal da Paraíba está fazendo o terceiro curso de graduação. Grátis. E entrou por cota. Bom para ele. Estudar sempre é bom.

Mas é legal isso? Um amigo disse: é legal, mas imoral. Discordo. E discordo porque essas coisas são indissociáveis. Dizer “é legal, mas imoral” tem um ranço positivista clássico, em que se separa direito e moral.

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MPF e UFS firmam acordo para garantir 20% de cotas para negros e indígenas nas vagas no programa de pós-graduação

O acordo, assinado em 13 de dezembro, abrange os cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado

O Ministério Público Federal (MPF) e a Universidade Federal de Sergipe (UFS) assinaram acordo para garantir a correção da aplicação das cotas de 20% das vagas reservadas para pessoas negras e indígenas sobre o total de vagas oferecidas nos processos seletivos dos cursos de pós-graduação, mestrado e doutorado da instituição de ensino. O termo de ajustamento de conduta foi assinado em 13 de dezembro.

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Aprendendo a desapegar. Por Abrao Slavutzky

em Terapia Política

Desde que se nasce até a morte o desapego está presente. O primeiro desapego é o nascimento. A gente estava dormindo num lugar bem quentinho na primeira casa-paraíso. De repente, vai sendo empurrado, passa por um canal e já entra no mundo chorando. Aliás, convém chorar forte para revelar saúde, capacidade respiratória. O primeiro desapego gera dores, o ar expandindo os pulmões. A história do ser humano pode ser contada pelas suas perdas, pelos seus desapegos, pois só aí a gente cresce. Depois dos primeiros colos o bebê vai ao chão, senta e depois começa a engatinhar e por fim caminhar. Dá um passo e cai, dá dois, e depois volta a cair. Quantas vezes numa vida a gente cai, e é uma luta e tanto para se levantar.

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Quem tem medo das cotas raciais? Por Ynaê Lopes dos Santos

Enquanto o Congresso revê a Lei de Cotas, que faz dez anos em 2022, circulam revisitações negacionistas do passado escravista brasileiro. Para um setor significativo da elite, as cotas raciais ainda incomodam – e muito.

Na DW

Há quase dez anos foi promulgada a Lei 12.711, mais conhecida como Lei de Cotas, que estipula  que 50% das vagas de universidades e institutos federais de ensino superior sejam destinadas a estudantes das escolas públicas. Dentro desse público específico, há regras que redistribuem as vagas por quesitos raciais, socioeconômicos e de acessibilidade. A implementação da lei foi acompanhada de um polêmico debate, no qual movimentos negros defendiam a manutenção do critério racial, enquanto diferentes alas da intelectualidade brasileira – desde os abertamente conservadores até os ditos progressistas – se manifestavam publicamente contra a medida.

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Projeto de lei em Curitiba (PR) pode garantir mais de 4 mil empregos a negros e indígenas

Proposta da vereadora Carol Dartora destina 20% das vagas na Prefeitura a cotas raciais

Gabriel Carriconde, Brasil de Fato

Segundo números divulgados pela própria Prefeitura de Curitiba, em requerimento de informação da vereadora Carol Dartora (PT), no quadro atual de funcionários há apenas 21 pessoas que se declaram indígenas (0,09%) e, 932 (3%), pretas. Contra 19.951 (78%) que se dizem brancas, num total de 25.265 servidores. 

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MPF busca na Justiça a garantia de direitos das pessoas negras em concursos da Ufal

Entre os anos de 2014 e agosto de 2019, Ufal não garantiu 88 vagas para pessoas negras em concursos para o magistério superior

Procuradoria da República em Alagoas

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública contra a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) por violação à Lei de Cotas, em razão da não reserva de 88 vagas, que deveriam ter sido destinadas à política de cotas pela Universidade, quando da realização dos concursos para magistério superior.

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