Políticos franceses pedem à UE que abandone acordo comercial com Mercosul por causa de desmatamento no Brasil

ClimaInfo

O jornal Le Monde publicou nesta 5ª feira (6/5) um artigo assinado pelo ex-ministro francês de ecologia, Nicolas Hulot, e por outras duas lideranças políticas da França e da Bélgica, no qual eles pedem à União Europeia que abandone o acordo comercial assinado com o Mercosul. O texto argumenta que a situação da Amazônia é dramática e que o tratado poderá trazer ainda mais problemas para a floresta, principalmente enquanto o atual governo estiver no poder no Brasil. “Não se assina um acordo com um país cujo dirigente despreza os Direitos Humanos e nega seus compromissos ambientais”, argumentam, sem citar o nome de Jair Bolsonaro.

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Acordo Mercosul-UE: parlamentares europeus questionam disposição de Bolsonaro em proteger o meio ambiente

ClimaInfo

Além dos EUA, outra preocupação que Bolsonaro deveria ter na seara internacional é o futuro do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, que segue em compasso de espera por conta da frustração dos europeus com a política ambiental brasileira. O chanceler Carlos França defendeu a aprovação do texto nos próximos meses, alegando que este inclui compromissos e instrumentos para melhorar a proteção do meio ambiente nos países do Mercosul. Para ele, o documento “não tem falhas, nem deficiências”. O Globo e Valor repercutiram as falas.

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Boaventura: crônica de uma oportunidade perdida

Em Portugal, Partido Socialista e Bloco de Esquerda desentendem-se no debate crucial sobre o Orçamento e abrem, em momento delicado, espaço para a direita. Como a dificuldade de compreender a conjuntura levou-os a exagerar suas divergências

Por Boaventura de Sousa Santos*, em Outras Palavras

Perdeu-se uma oportunidade política que dificilmente se repetirá com estes dirigentes. Acima de tudo, o desentendimento concedeu em dez anos uma segunda oportunidade de ouro à direita (e agora também à extrema-direita) para, sem grande esforço nem mérito, voltar ao poder e produzir retrocesso.

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Justicia griega dictó penas de hasta 13 años de prisión para los cabecillas del grupo neonazi Amanecer Dorado

La semana pasada esta entidad, que llegó a tener representación parlamentaria, fue declarada como “organización criminal”

La Diaria

El Tribunal de Apelaciones de Atenas, la capital griega, dictó este miércoles penas de hasta 13 años de prisión para la mayoría de los líderes del partido neonazi Amanecer Dorado, una semana después de que el mismo tribunal declarara a la entidad como una “organización criminal”.

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Boaventura: A Europa entre os EUA e a China

Em busca de alinhamento incondicional, EUA pressionam, chantageiam e tentam desmantelar a União Europeia. Pequim, em contrapartida, propõe mais trocas — e diz buscar diálogo e respeito à autonomia. Para onde trilhará o Velho Continente?

Por Boaventura de Sousa Santos. no Outras Palavras

As declarações do embaixador dos EUA em entrevista ao Expresso de 26 de Setembro ofendem os portugueses e violam os códigos diplomáticos [ao citado jornal, George Glass afirmou que “Portugal tem de escolher entre os aliados e os chineses”, o que indignou o país, e gerou uma réplica do presidente Marcelo Rebelo de Sousa: “em Portugal, quem decide acerca dos seus destinos são os representantes escolhidos pelos portugueses”]. Sabemos que este é o estilo agressivo de interferência nos assuntos internos de países-vassalos ou “repúblicas das bananas”. Não se imaginam declarações públicas deste tipo num país da Europa do Norte. Se houvesse tentativa de publicação, é duvidoso que algum jornal não sensacionalista a viabilizasse, exceto como publicidade paga. As declarações do embaixador têm, no entanto, um tempo e um contexto precisos.

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Parlamento Europeu sugere rejeição de acordo com Mercosul

ClimaInfo

Pela 1ª vez, a maioria dos membros do Parlamento Europeu se posicionou contra a aprovação do acordo comercial com o Mercosul. Isso se deu ontem (7/10), a partir da votação de uma emenda a um relatório sobre política comercial do bloco, que incluiu a observação – aprovada pelos parlamentares – de que “o acordo UE-Mercosul não pode ser ratificado na sua forma atual”.

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A encruzilhada de Portugal e de sua esquerda. Por Boaventura de Sousa Santos*

Há cinco anos, governo da “Geringonça” mostrou que a Europa não estava condenada à direita. Agora, em novo ponto de virada, será preciso ir muito além — e firmar, em meio à pandemia, a opção pelo Comum. Será difícil, porque é possível…

Outras Palavras

Iniciaram-se, em Portugal, as negociações para o orçamento de 2021, que tem um duplo caráter especial. É o primeiro orçamento em contexto pandêmico e é um orçamento de tipo plurianual em face da gestão dos fundos europeus emergenciais e do plano de recuperação econômica e social. As decisões que agora se tomarem e o modo como forem executadas condicionarão a vida dos portugueses por muitos anos. Com boas razões, tem-se comparado o período que agora começa ao período inicial da entrada de Portugal na União Europeia (UE), ainda que as condições agora sejam bem diferentes. Têm, no entanto, duas características comuns e daí ser ajustada a comparação. Por um lado, vão estar envolvidos avultados e excepcionais financiamentos e, por outro, vão ser necessárias mudanças estruturais. À luz destas mudanças, rever os trinta e poucos anos que nos separam de 1986 faz todo sentido no atual contexto.

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Focos de covid-19 brotam por toda a Espanha após país relaxar medidas de confinamento

Diferentemente do que ocorria há um mês, quando quase todos os surtos se originaram em festas ou reuniões familiares, agora não há um padrão claro

Por Elena G. Sevillano, El País Brasil

Reuniões de amigos, reencontros familiares, asilos de idosos, hospitais, empresas agrícolas, frigoríficos e casos importados. Há uma dúzia de surtos de covid-19 ativos na Espanha, e eles não seguem um padrão. O coronavírus continua por aí e se aproveita de qualquer oportunidade para voltar a infectar. As sociedades médicas não estão vendo por enquanto nada que saia do roteiro previsto: sabiam que haveria surtos, e o crucial, dizem, é controlá-los a tempo. Mas mostram preocupação por certo relaxamento das medidas de prevenção por parte da população, que podem levar a um novo descontrole da epidemia.

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