“Apropriar-se do discurso sustentável na Amazônia é uma estratégia das empresas e dos governos. Isso não gera o compromisso de deixar de usar combustíveis fósseis e avançar para energias renováveis, respeitando os direitos humanos dos povos indígenas e dos povos tradicionais da Amazônia”, adverte advogado indígena
Muitas são as dificuldades que as comunidades indígenas enfrentam no país, apesar da retomada do diálogo com o Estado brasileiro. Uma delas é a presença de organizações criminosas em terras indígenas, “que usam o garimpo para lavar dinheiro, para fortalecer suas atividades de venda de drogas e armamentos, e montam suas bases onde o Estado não está presente, como nas fronteiras das terras yanomami”, relata Ivo Aureliano Makuxi, assessor jurídico do Conselho Indígena de Roraima – CIR. Continue lendo ““Não temos tempo de criar agendas para 2030, 2040. Não. É para agora. O mundo está queimando”. Entrevista especial com Ivo Aureliano Makuxi”










