Sumiço de urânio enriquecido é irresponsabilidade da INB

Por Articulação Antinuclear

A Articulação Antinuclear Brasileira vem a público alertar para o grande perigo decorrente do desaparecimento de duas cápsulas contendo 8 gramas de urânio enriquecido UF6 (testemunho do gás hexafluoreto de urânio) nas áreas de armazenamento da Fábrica de Combustível Nuclear em Resende, no Rio de Janeiro.

A ausência de dois tubos com radioisótopos usados como combustível nas usinas de Angra 1 e 2 é uma gravíssima falha nos protocolos de segurança sobre a guarda e manuseio de material perigoso. Ao contrário do que diz a nota da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), que alega que a liberação do conteúdo não acarretaria danos à saúde de indivíduos, alertamos que este material é perigoso, dada sua radioatividade, às pessoas e ao meio ambiente, especialmente se inalado sem proteção. Continue lendo “Sumiço de urânio enriquecido é irresponsabilidade da INB”

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Bernadete Pacífico, liderança quilombola da Bahia, é assassinada

Segundo a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, terreiro onde liderança estava foi invadido por criminosos, na região de Salvador. Filho dela também foi assassinado há 6 anos.

Por Wesley Bischoff, g1

Bernadete Pacífico, de 72 anos, liderança quilombola baiana e coordenadora da Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (Conaq), foi assassinada a tiros dentro da associação do Quilombo Pitanga dos Palmares, na noite desta quinta-feira (17).

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Um novo lugar para a agricultura. Por Jean Marc von der Weid

As lavouras-commodities emitem até 50% dos gases que já alteram a geografia planetária. Mudar modelo é inevitável. Brasil deveria se antecipar: para conter a tragédia alimentar anunciada, e evitar o colapso da própria agricultura comercial

em Outras Palavras

Um esforço de planejamento de um programa para a promoção do desenvolvimento da agricultura familiar tem que ir além da identificação de políticas de curto prazo e pensar em mecanismos para prepararmos o futuro próximo ou remoto. Para isto, é necessário diagnosticar as ameaças ambientais, econômicas, sociais, financeiras e políticas que possam existir pairando sobre o presente e o futuro desta categoria social. A partir desta avaliação das condições externas é preciso fazer outro diagnóstico sobre as condições atuais da agricultura familiar para finalmente estudar o efeito das políticas públicas aplicadas nas últimas e sua relação com este último diagnóstico. Continue lendo “Um novo lugar para a agricultura. Por Jean Marc von der Weid”

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Mercado de carbono brasileiro terá teto de emissões e proteção a indígenas, diz assessor de Haddad

ClimaInfo

Governo planeja criar um mercado regulado de carbono com um teto de emissões para grandes poluidores e salvaguardas às comunidades indígenas em projetos de offset. Continue lendo “Mercado de carbono brasileiro terá teto de emissões e proteção a indígenas, diz assessor de Haddad”

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Lula e Biden conversam sobre crise climática e contribuição dos EUA ao Fundo Amazônia

ClimaInfo

Em conversa telefônica, Lula e Biden discutiram a promessa de US$ 500 milhões dos EUA ao Fundo Amazônia e os desafios das negociações climáticas internacionais. Continue lendo “Lula e Biden conversam sobre crise climática e contribuição dos EUA ao Fundo Amazônia”

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Proposta de Petro de acabar com petróleo carece de plano sólido para transição energética

Presidente colombiano defendeu compromisso na Cúpula da Amazônia, mas enfrenta desafios em seu país para cumprir meta

Por Anna Beatriz Anjos, em Agência Pública

Estrela da Cúpula da Amazônia por defender o fim da exploração de petróleo em território amazônico, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, tem enfrentado desafios para efetivar esse plano em seu próprio país. Continue lendo “Proposta de Petro de acabar com petróleo carece de plano sólido para transição energética”

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Cada um por si: zonas de autossalvamento são verdadeiras zonas de sacrifício

A maioria das regiões denominadas como Zonas de Autossalvamento é habitada por sujeitos de direito historicamente vulnerabilizados, como camponeses, pescadores, pequenos produtores rurais, indígenas, quilombolas e trabalhadores

Gabrielle Alves de Paula, Le Monde Diplomatique

Imagine ter apenas 30 minutos para salvar a sua própria vida após o rompimento de uma barragem. Segundo a Resolução 04/19 da Agência Nacional de Mineração, essa é a realidade enfrentada por aqueles que vivem na Zona de Autossalvamento (ZAS) – uma área imediatamente a jusante de uma barragem, ou seja, logo abaixo, delimitada pelo alcance da lama em até meia hora ou uma distância de até 10km. Continue lendo “Cada um por si: zonas de autossalvamento são verdadeiras zonas de sacrifício”

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Mecanismo de combate à tortura: PFDC defende visibilidade às vítimas e à máxima “o que não é percebido não pode ser combatido”

Carlos Alberto Vilhena celebrou trabalho do MNPCT e sugeriu frentes de atuação

Por PFDC

O procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena, defendeu nessa quarta-feira (16) a adoção de medidas práticas para o combate à tortura no país. Ele participou da abertura do seminário Tortura Sistêmica e Democracia na Encruzilhada: Lançamento do Relatório Anual 2022, em Brasília. O trabalho é conduzido pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT). Continue lendo “Mecanismo de combate à tortura: PFDC defende visibilidade às vítimas e à máxima “o que não é percebido não pode ser combatido””

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Por que estão matando os indígenas Guajajara

Indígenas são alvo de madeireiros e pistoleiros há décadas; pela primeira vez, três desses crimes podem ser julgados

Por Marina Amaral, Agência Pública

Adriano Guajajara viveu os últimos 104 anos da epopeia dos Tenetehara — como os Guajajara se autodenominam —, que há milhares de anos habitam a região em torno da bacia do Pindaré, no Maranhão. “O primeiro registro do povo Tenetehara é de 1602”, diz o antropólogo Carlos Travassos, destacando a história de resistência da etnia mais populosa do Nordeste, com cerca de 20 mil habitantes em dez Terras Indígenas (TIs). “Os Tenetehara convivem há todo esse tempo com os não indígenas, passaram pelas missões dos capuchinhos, pelos deslocamentos do Serviço de Proteção ao Índio e depois da Funai, pelos projetos da mineradora Vale, por construção de estradas, invasões de fazendeiros, madeireiros, traficantes, e a grande maioria — quase todos —continua a falar a língua, a maior parte da população vive nas aldeias, mas ainda há muita luta pelo território”, explica Travassos, que trabalhou quatro anos com os Guardiões da Floresta de Araribóia, grupo indígena que há mais de dez anos atua na vigilância da TI. Continue lendo “Por que estão matando os indígenas Guajajara”

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