Deputados pedem que PGR investigue empresa de Eduardo Bolsonaro

Parlamentares citam investigação em conjunto realizada pela Agência Pública, UOL e Clip publicada em maio

Por Juliana Dal Piva, Alice Maciel, Laura Scofield, Agência Pública

O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) e o deputado estadual Simão Pedro (PT-SP) protocolaram nesta quarta-feira (19) um requerimento pedindo que a Procuradoria-Geral da República (PGR) investigue a empresa Eduardo Bolsonaro Cursos Ltda e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Continue lendo “Deputados pedem que PGR investigue empresa de Eduardo Bolsonaro”

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Direitos em Cena | O homem da solidariedade radical

Documentário registra o cotidiano do padre Júlio Lancelotti, batalhador dos direitos da população de rua

Matheus Trunk, especial para a Ponte

Um menino de dezessete anos é vítima de uma ação policial. O garoto é trancado dentro de um barraco e torturado pelos agentes de maneira impiedosa. Um dos guardas estava com tanta raiva que utiliza um martelo. Dias depois, um padre presta uma celebração eucarística pelo sétimo dia de morte do jovem. O religioso faz um discurso combativo: “E assim fizeram com o Leandro. Nós não podemos aceitar que isso seja natural, normal e que Deus quis. Deus não quis não. Quem quis foram os que usam da violência e das armas para matar, para ferir”, diz o clérigo de maneira veemente para familiares, amigos e colegas do jovem. É porque este não é um religioso convencional. Trata-se do padre Júlio César Lancelotti, responsável pela Pastoral da Rua da Arquidiocese de São Paulo. O discurso do religioso é um dos momentos mais pungentes do documentário “Júlio Lancelotti, o padre mais anarquista do Brasil”, do fotógrafo e videorrepórter Caio Castor. Continue lendo “Direitos em Cena | O homem da solidariedade radical”

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Como empresas brasileiras e multinacionais colaboraram com a ditadura

por Letícia Mori, na BBC News Brasil em São Paulo

Depois do fim da Comissão Nacional da Verdade — instaurada pelo governo brasileiro em 2012 para investigar abusos e a violação de direitos humanos cometidos na ditadura militar —, mais de 40 entidades bateram na porta do Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo.

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ABIN aponta envolvimento do garimpo com atos antidemocráticos de 8 de janeiro

ClimaInfo

Para surpresa de zero pessoas, a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) identificou a participação de empresas suspeitas de envolvimento com garimpo ilegal nos atos golpistas de 8 de janeiro passado, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram e depredaram a Praça dos Três Poderes e o Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF). Continue lendo “ABIN aponta envolvimento do garimpo com atos antidemocráticos de 8 de janeiro”

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O Junho Negro que conecta periferias do mundo

Dicionário Marielle Franco aborda uma articulação de mães em busca de justiça para seus filhos assassinados nas favelas. Elas denunciam a militarização dos territórios – e somam-se às lutas de outros povos contra o apartheid no Sul global

por Gizele Martins, em Outras Palavras

Há mais de 100 anos, surgiram as favelas no Rio de Janeiro. Historicamente, elas sofrem com a estigmatização, com a falta de direitos básicos, com o crescente aumento da violência policial e com o racismo cotidiano. Desde sempre esses grupos que sobrevivem nas favelas e periferias do Rio se mobilizam em luta por melhorias internas, eles buscam direitos, políticas públicas e visibilidade para os projetos desenvolvidos em seus devidos territórios favelados e periféricos. Continue lendo “O Junho Negro que conecta periferias do mundo”

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Vida e batalhas de Joenia Wapichana

A presidente da Funai foi a primeira advogada indígena a defender, no STF, a demarcação de terras no emblemático caso da Raposa Serra do Sol. Ela denuncia os retrocessos do marco temporal e aponta as outras ameaças que o projeto tenta esconder

por Lucas Scatolini, na Piauí

Em 27 de agosto de 2008, pela primeira vez uma advogada indígena fazia uma sustentação no Supremo Tribunal Federal. De brincos de penas e rosto pintado de urucum, Joenia Wapichana defendeu o direito dos povos Ingarikó, Macuxi, Patamona, Taurepang e Wapichana à Terra Indígena Raposa Serra do Sol, uma área de 1,7 milhão de hectares em Roraima cuja demarcação estava sendo contestada por fazendeiros. A causa defendida por Joenia foi vencedora, e o STF determinou a saída imediata dos não indígenas que ocupavam a região. Quinze anos depois do julgamento, Joenia, aos 49 anos, tornou-se presidente da Funai. No comando da instituição, alerta para a ameaça do projeto de lei sobre o marco temporal em tramitação no Congresso, que prevê que uma terra só pode ser demarcada se já fosse ocupada por indígenas na data da promulgação da Constituição, 5 de outubro de 1988. “O PL é inconstitucional e ameaça os direitos dos povos indígenas”, afirma. Continue lendo “Vida e batalhas de Joenia Wapichana”

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Censo e negacionismo: quantos somos afinal?

Centenas de municípios registraram diferenças entre projeções populacionais e o recenseamento. Curiosamente, as cinco cidades que mais “encolheram” votaram em Bolsonaro. Poderia haver relação entre este fenômeno e discurso anticiência?

por Samira Bevilaqua, em Outras Palavras

Os resultados do Censo – embora ainda restritos à contagem da população e do número de domicílios – têm causado espanto e despertado dúvidas, questionamentos e algumas reivindicações. Continue lendo “Censo e negacionismo: quantos somos afinal?”

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Créditos de carbono: o que são e por que precisamos falar deles?

A ferramenta, criada para ajudar países a cumprir suas metas de redução da poluição, tem levado a um interesse crescente de empresas pela Amazônia. Entenda os motivos

Sumaúma

Por que estamos falando disso?

Poucos assuntos no debate sobre a crise climática despertam mais paixões do que os chamados “créditos de carbono”. Há quem ache que eles são a chave de um cofre maravilhoso, por meio do qual o Brasil poderia receber bilhões. Mas há também quem tenha aversão ao comércio de carbono, afirmando que “o mercado não é capaz de assumir a responsabilidade sobre a vida no planeta” e que esse comércio equivale a pôr a natureza à venda. Nem tanto ao céu, nem tanto à terra: os créditos de carbono são apenas uma ferramenta para facilitar o cumprimento das metas climáticas do Acordo de Paris. Como qualquer ferramenta, podem ser bem ou mal utilizados. Continue lendo “Créditos de carbono: o que são e por que precisamos falar deles?”

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Liderança Kaiowá denuncia genocídio e a militarização do Estado brasileiro ao Mecanismo de Peritos da ONU

As denúncias foram realizadas ao Mecanismo de Peritos sobre os Direitos dos Povos Indígenas; o evento ocorre neste mês, na sede da ONU

POR ADI SPEZIA, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI

“Sou sobrevivente do massacre de Guapoy, hoje estou aqui para denunciar a militarização contra os povos indígenas no Brasil”, assim Josiel Kaiowá iniciou sua contribuição ao Mecanismo de Peritos sobre os Direitos dos Povos Indígenas (EMRIP) da Organização das Nações Unidas (ONU). O evento, em sua 16ª sessão, está sendo realizado de forma presencial no Palácio das Nações, na sede da entidade em Genebra (Suíça), de 17 a 21 de julho de 2023. Continue lendo “Liderança Kaiowá denuncia genocídio e a militarização do Estado brasileiro ao Mecanismo de Peritos da ONU”

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Incra atua na titulação das comunidades quilombolas de Alcântara (MA)

No Incra

O Incra está compondo um Grupo de Trabalho Interministerial com a finalidade de buscar alternativas para a titulação territorial das comunidades quilombolas do município de Alcântara, no Maranhão, que compatibilizem os interesses das famílias com os do Centro Espacial situado no município. Continue lendo “Incra atua na titulação das comunidades quilombolas de Alcântara (MA)”

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