Elas assumiram a linha de frente do movimento indígena e ocupam, hoje, cargos centrais no governo federal. Para as guerreiras da ancestralidade, defender seus territórios é defender a vida e o próprio corpo. No Acampamento Terra Livre de 2023, elas exigiram do governo uma política nacional de combate à violência contra mulheres indígenas e começaram a organizar a marcha nacional que farão em setembro
em Sumaúma
Território, vida, corpo. As palavras se interligam quando as mulheres indígenas discutem seus direitos. Elas se chamam de mulheres-terra, mulheres-semente, guerreiras da ancestralidade. Defensoras da vida, do meio ambiente e de seus territórios, estão cada vez mais organizadas para reivindicar seus direitos também a políticas públicas que protejam seus corpos de inúmeras violências. Hoje, todos os cargos centrais ocupados por indígenas no governo federal estão nas mãos de mulheres. Durante o 19º Acampamento Terra Livre (ATL), realizado entre os dias 24 e 28 de abril, em Brasília, capital federal, as indígenas organizaram plenárias específicas para discutir o papel da mulher no movimento e suas reivindicações. Continue lendo “Mulheres-terra, mulheres-semente”










