Ruínas e o amanhã. Por Roberto Liebgott

Em suas palavras, Roberto Liebgott, missionário do Cimi Regional Sul, faz um passeio pela história e joga luz ao futuro dos povos indígenas no Brasil

Por Roberto Liebgott, do Cimi Regional Sul

Na solidão do tempo permanecem rabiscos de memórias marcadas na pedra, em paredes que gritam no silêncio. Continue lendo “Ruínas e o amanhã. Por Roberto Liebgott”

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CAPG aciona MPF por abandono de comunidade Mbya Guarani em Guaíba (RS)

Famílias da Terra Indígena Arroio do Conde enfrentam falta de água potável, moradia precária e ausência de assistência em saúde

O Conselho de Articulação do Povo Guarani do Rio Grande do Sul (CAPG) protocolou representação no Ministério Público Federal (MPF), em Porto Alegre, denunciando a situação de abandono vivida pela comunidade Mbya Guarani na Terra Indígena Arroio do Conde, em processo de demarcação, no município de Guaíba (RS). A ação foi retaliada última quinta-feira (19). Continue lendo “CAPG aciona MPF por abandono de comunidade Mbya Guarani em Guaíba (RS)”

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Povos do Tapajós apontam caminho para defesa dos bens comuns frente ao colapso

Mobilização destemida dos povos indígenas pela revogação do Decreto 12.600/2025 conecta-se com luta fundamental contra a mercantilização da vida, escreve secretário executivo do Cimi

Por Luis Ventura Fernández, secretário executivo do Cimi

Povos indígenas do rio Tapajós completam mais de trinta dias de mobilização na cidade de Santarém com uma demanda muito direta: que o presidente Lula revogue o Decreto 12.600/2025, que significa na prática a privatização dos rios Tapajós, Tocantins e Madeira, imensas calhas que integram a bacia do Rio Amazonas. O Decreto 12.600/2025 representa a lógica da apropriação do que a ninguém pertence, porque não se sujeita à lógica privatista. O Decreto persegue a capitalização de três rios que poderão ser alterados e dragados por grandes empresas para servir a interesses econômicos de uns poucos. Continue lendo “Povos do Tapajós apontam caminho para defesa dos bens comuns frente ao colapso”

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Vitória dos indígenas: Lula revoga decreto de privatização de hidrovias na Amazônia

Decisão ocorre após pressão de lideranças que ocupam o terminal da empresa Cargill, em Santarém (PA); movimento cobrava retirada da norma que incluía rios amazônicos no programa federal de desestatização

Por Nicoly Ambrosio, da Amazônia Real

Manaus (AM) –O governo federal revogou nesta segunda-feira (23) o Decreto nº 12.600/2025, alvo de protestos de indígenas de territórios no rio Tapajós que ocupam há mais de um mês o porto da multinacional estadunidense Cargill, em Santarém, oeste do Pará. A decisão foi anunciada pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, em sua rede social. Continue lendo “Vitória dos indígenas: Lula revoga decreto de privatização de hidrovias na Amazônia”

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Distopias catarinenses. Por Ricardo Alexino

Uma sociedade tão doente tem legitimidade para contestar a morte de um cão? Uma sociedade que naturaliza o racismo e a higienização não é hipócrita ao lamentar o assassinato de um animal?

Em A Terra é Redonda

1.

Sempre que escrevo um artigo, inicio pelo título e penso a trilha sonora que o acompanha. No caso deste texto, a trilha sonora que me veio à mente foi a música de Chico César, Deus me proteja. Parte da letra diz: “Deus me proteja de mim. E da maldade de gente boa. Da bondade da pessoa ruim…”. Portanto, esta é a trilha sonora deste artigo. Continue lendo “Distopias catarinenses. Por Ricardo Alexino”

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Justiça inicia audiências sobre rompimento de barragem em Brumadinho

Processo no tribunal federal ouvirá 17 réus até 2027

Rafael Cardoso – Repórter da Agência Brasil

A Justiça Federal de Minas Gerais iniciou nesta segunda-feira (23) as audiências de instrução e julgamento sobre o rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, em Brumadinho. O caso envolve 17 réus, apura crimes ambientais e 272 homicídios decorrentes da tragédia-crime. Continue lendo “Justiça inicia audiências sobre rompimento de barragem em Brumadinho”

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Depois da COP, continuamos nós

Artigo de lançamento da nova coluna exclusiva do Tapajós de Fato ‘Norteadas’ co-escrita por Tainá Rionegro e Val Munduruku

Por Tainá Rionegro*, Tapajós de Fato

A COP passou.

Desmontaram as estruturas, recolheram os crachás, as autoridades foram embora.

Mas aqui ninguém foi embora.

O rio continuou correndo, mesmo ameaçado por barragem. Continue lendo “Depois da COP, continuamos nós”

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MPF garante moradia provisória para indígenas Guarani do Araça’í em Chapecó (SC)

Após recomendação, imóvel do Ibama foi cedido à Funai para instalação de 29 famílias indígenas

Procuradoria da República em Santa Catarina

O Ministério Público Federal (MPF) viabilizou a cessão de uso gratuito de um imóvel da União, anteriormente ocupado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para a instalação provisória da comunidade indígena Guarani do Araça’í, no município de Chapecó (SC). Continue lendo “MPF garante moradia provisória para indígenas Guarani do Araça’í em Chapecó (SC)”

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A erosão dos direitos fundamentais e a resistência nos territórios

A luta dos povos e comunidades tradicionais contra a violência e a expropriação territorial

Cláudia Pereira, Le Monde Diplomatique Brasil

Ao questionarmos quais direitos fundamentais estão sob ameaça no chão brasileiro hoje, a resposta se torna em outra pergunta: por qual eixo devemos começar a elencar estes retrocessos? As frentes de ataques são múltiplas e começam pela insegurança jurídica. O Estado, muitas vezes, é o primeiro agente de violência ao promover a morosidade na regularização dos territórios. Esse vácuo institucional abre caminho para a violência física, perseguições, assassinatos e uma impunidade crônica que dizemos aqui que se parece ser a regra, não a exceção. Continue lendo “A erosão dos direitos fundamentais e a resistência nos territórios”

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Banco Master: BC modernizou produtos, mas não atualizou regulação, apontam especialistas

Efeito cascata causado pelo caso Master só foi possível após o órgão regulador federal adotar regulação menos restritiva

Por Maira Escardovelli | Edição: Ludmila Pizarro, Agência Pública

“O BC [Banco Central] fazia sentido do jeito em que está há 62 anos atrás”, quando foi criado. Essa é a avaliação de Roberto Luis Troster, ex-economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e da Associação Brasileira de Bancos (ABBC) no que se refere à regulação da autoridade monetária máxima do Brasil. Continue lendo “Banco Master: BC modernizou produtos, mas não atualizou regulação, apontam especialistas”

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