Reportagens de mais de 15 mil caracteres não cabem em segundos de atenção. Foi para encurtar essa distância, sem abrir mão da apuração precisa que a agência criou a ferramenta Inteligência Artificial para Relatos Amazônicos
Por Amazônia Real
Um leitor da Amazônia Real sabe que quando abre uma de nossas reportagens vai encontrar textos que passam de 15 mil caracteres, 15 a 20 minutos de leitura, com o aprofundamento necessário para explicar temas complexos. É assim desde 2013, porque as histórias sobre povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, que vivem cercados por ameaças contra os territórios, como garimpos, grilagem e a crise climática, são difíceis de caber em resumos. O problema é que esse mesmo cuidado, que rende elogios e prêmios, também afasta quem só tem 30 ou 60 segundos de atenção entre um vídeo e outro nas redes sociais. A nossa IAra nasceu para reduzir essa distância entre a profundidade que defendemos e a pressa de quem poderia conhecer essas narrativas.
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