Estudo mostra agruras dos habitantes de regiões remotas para ter acesso à saúde. Barreiras vão das cheias e secas dos rios à falta de insumos básicos. Financiamento é chave para resolver o problema, mas também políticas que enxerguem as particularidades regionais
Por Gabriela Leite, em Outra Saúde
Já estão claros o papel dos garimpeiros e da omissão – para dizer o mínimo – do Governo Federal na tragédia humanitária na Terra Indígena Yanomami. Mas outra característica da região amazônica é a dificuldade de acesso a serviços de saúde, em especial pela fragilidade em que se encontram e pelas longas distâncias que precisam ser percorridas para alcançá-los. Esse tema, pouco conhecido e pouco explorado, foi objeto de pesquisa realizada por pesquisadores da Fiocruz do Rio de Janeiro e de Manaus, além da Universidade Federal do Amazonas. Para analisar a situação dos municípios rurais remotos, tomaram Maués (AM), que fica entre os rios Madeira e Tapajós, como referência. O artigo que expõe os dados encontrados no estudo relatado por novo artigo dos Cadernos de Saúde Pública e pode ser lido aqui. Continue lendo “A árida presença do SUS nos rincões do Brasil”










