Filhos e filhas de mulheres assassinadas por parceiros são vítimas indiretas do feminicídio e precisam de reconhecimento e acompanhamento institucional, afirma a socióloga
Por: Patricia Fachin, em IHU
Na última segunda-feira, 08-06-2026, o Rio Grande do Sul registrou o 38º feminicídio no estado. Uma mulher de 39 anos foi assassinada na região noroeste, no município de Alecrim. A vítima já tinha registrado ocorrência de violência doméstica. Esse e outros casos têm em comum “um padrão de violência que permeia relações afetivas, familiares, comunitárias e institucionais”, diz Silvana Aparecida Mariano ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU.
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