ANEEL revoga autorizações das termelétricas a gás ancoradas na Baía de Sepetiba

ClimaInfo

A ANEEL decidiu na noite de ontem (9/8) pela revogação das outorgas concedidas à empresa turca Karpowership (KPS) para a operação de quatro termelétricas flutuantes na Baía de Sepetiba (RJ), informa a epbr. A agência também determinou a instauração de processo administrativo para aplicação eventual de penalidades pela não implantação das térmicas a tempo.

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Os povos indígenas são os melhores protetores da Amazônia

Neste 9 de agosto, Dia Internacional dos Povos Indígenas, é uma ocasião para lembrar que somos chamados a promover e a proteger os direitos dos povos originários, mas também agradecer a sua contribuição na proteção da Casa Comum

POR JÚLIO CALDEIRA IMC, DA REPAM, no Cimi

Na Pan-Amazônia, há aproximadamente 3 milhões de indígenas, organizados em mais de 390 povos, falando 240 línguas vivas, pertencentes a 49 famílias linguísticas. Destas, cerca de 137 povos vivem em isolamento voluntário ou em contato inicial. Essa diversidade cultural é uma riqueza.

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O que fazer diante de outro 7 de Setembro? Por Almir Felitte

Precisamos ser mais que espectadores – e agir. Pressionar pela punição do golpismo e da insubordinação militar ou policial. Frear pauta armamentista que avança nos estados. E, a partir de 11/8, encher ruas em defesa da democracia

No Outras Palavras

A língua portuguesa é realmente muito rica. Poucas expressões estrangeiras não têm uma versão equivalente melhor no idioma falado no Brasil. Mas tem uma expressão em inglês que gosto muito e acho difícil encontrar uma melhor em terras nacionais: wishful thinking. Ela significa algo como julgar a realidade de acordo com os seus desejos, tomar aquilo que você gostaria que fosse verdade como um fato, mesmo que não seja.

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Relatório denuncia lobby do agronegócio no governo Bolsonaro

Levantamento indica que representantes de grandes multinacionais têm sido recebidos com frequência pela cúpula do Ministério da Agricultura. Pelo menos 16 encontros sequer constaram da agenda oficial.

Edison Veiga, Deutsche Welle

Entre janeiro de 2019 e junho de 2022, grandes empresas multinacionais do setor do agronegócio se reuniram pelo menos 278 vezes com membros do alto escalão do governo federal, principalmente no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), onde houve 160 reuniões do tipo. Esse acesso constante, facilitado no governo Jair Bolsonaro, tem funcionado como lobby para medidas como flexibilização de regras para agrotóxicos e facilitação de teste para novas substâncias químicas em campo.

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Racismo ambiental e justiça socioambiental nas cidades

Por Instituto Pólis

Diante da emergência climática de escala global, é mais do que urgente discutir e demonstrar seus impactos socioambientais. Nas cidades, os efeitos da crise ambiental se manifestam de forma territorialmente desigual, impactando desproporcionalmente as populações urbanas a depender do seu grau de vulnerabilidade e, consequentemente, da sua capacidade de resiliência. Por isso, é preciso direcionar as atenções e as ações para esses grupos, que são os mais afetados pelos desastres ambientais, agravados pelas mudanças climáticas, e que vivem cotidianamente com a falta de serviços básicos, em situações de risco, vulneráveis à processos de escassez hídrica, enchentes, inundações, deslizamentos, falta de energia, insegurança alimentar, entre outros. A distribuição desigual desses riscos segue o modelo da própria urbanização, que historicamente tem se estruturado enquanto espaço excludente e racialmente definido. Padrões de renda, nível de escolaridade, raça/cor da pele, gênero e local em que se vive definem quem são as populações mais vulnerabilizadas e mais impactadas. São problemas estruturantes que exigem transformações radicais, muitas das quais passam também por alterações nos espaços de representação política. Eleger mulheres negras, indígenas e pessoas LGBTQIA+ comprometidas com as agendas do direito à cidade e da justiça socioambiental ambiental é um determinante para a construção de cidades justas, saudáveis e democráticas.

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Povo Memortumré-Canela denuncia descumprimento de acordo da Seduc-MA para a construção de escola

O descumprimento do acordo por parte da Seduc-MA refere-se à primeira parcela dos recursos financeiros para a continuidade da obra na aldeia; a obra já está 70% construída, mas corre o risco de ser paralisada

Por Jesica Carvalho, do Cimi Regional Maranhão

Em vídeo divulgado nesta terça-feira (9) – no Dia Internacional dos Povos Indígenas –, o povo Memortumré-Canela denuncia a falta de pagamento, por parte da Secretaria de Estado da Educação do Maranhão (Seduc-MA), à empresa responsável pela construção da escola na Aldeia Escalvado, na Terra Indígena (TI) Memortumré-Canela.

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Resgatados de trabalho escravo no Pará tinham como função aplicar agrotóxico

Eles estavam sem registro e expostos a animais peçonhentos

Por Redação RBA

Operação fiscal em Ourilândia do Norte, no sudeste do Pará, resgatou dois trabalhadores em situação análoga à de trabalho escravo que tinham como a aplicação de agrotóxicos como uma das tarefas. Eles também faziam colheita de milho.

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Porto Central (ES): população local está pouco informada sobre impactos

Inviabilização da pesca e da Romaria das Neves, a segunda maior do Estado, foram temas de seminário realizado no sul do Estado

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

A população local está pouco informada sobre a magnitude dos impactos previstos caso o Porto Central se instale no sul do Espírito Santo. A constatação vem dos militantes da Campanha Nem Um Poço a Mais, que realizou seu VII Seminário Nacional nesse final de semana, nos municípios de Piúma e Presidente Kennedy, no litoral sul. Com cerca de 70 participantes de várias comunidades costeiras capixabas e de outros estados brasileiros, além de Argentina e Angola. 

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“Gamers ajudam a alimentar máquina de desinformação”, diz professor

Grupo seria fisgado pela comunicação da extrema direita com discurso a favor da diminuição de impostos e que defende que a cultura gamer está em perigo

Por Matheus Santino, Agência Pública

Jogos de aventura, de futebol ou de guerra? Independentemente do estilo favorito, alguns grupos de jogadores estão servindo como megafone de intolerância e perseguição. É o que diz Ivan Mussa, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e autor do artigo “Ódio ao jogo: cripto-fascismo e comunicação anti-lúdica na cultura dos videogames”, que investiga o uso de jogos para propagar o discurso da extrema direita.

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Parques eólicos produzem energia limpa, mas impactos sociais preocupam no Nordeste

O Nordeste reúne a maior quantidade de parques eólicos do país; seminário no RN debateu criação de áreas de proteção

Rodolfo Rodrigo, Brasil de Fato

Nos últimos anos, os parques eólicos têm mostrado uma possibilidade de produzir energia limpa, renovável e ilimitada. Segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o Nordeste é o maior responsável pela produção desse tipo de energia.

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