STF – Cármen Lúcia solicita, e Fux convoca sessão do plenário virtual para analisar suspensão da cassação de deputado

Sessão na terça-feira vai julgar ação que questiona decisão de Nunes Marques. Ministro suspendeu cassação, pelo TSE, do mandato de deputado bolsonarista acusado de propagar ‘fake news’.

Por Marcio Falcão, da TV Globo, no g1

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luiz Fux, convocou para a próxima terça-feira (7) uma sessão extraordinária do plenário virtual para julgamento de uma ação que questiona decisão do ministro Nunes Marques.

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Lulismo versus bolsonarismo. Por Luiz Marques

A eleição entre o ímpeto golpista de Bolsonaro e o espírito republicano de Lula

No A Terra é Redonda

O que é a política? Se fosse um affaire de interesses, deveria se chamar economia. Se abordasse as estruturas sociais, sociologia. No século 19, costumava invocar a metáfora de uma correlação de forças energéticas. Na verdade, a política transcorre no campo do simbólico, isto é, da luta pela legitimidade de crenças, esperanças e memórias validadas no imaginário dos concidadãos. Tal é o lieu reservado à esfera da política, de acordo com Lucien Sfez, em La symbolique politique (PUF). Nesta sintética formulação, que confere uma absoluta centralidade aos símbolos nos duros cotejos políticos, como entender o lulismo e o bolsonarismo?

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‘Polícias brasileiras são forças de ocupação nas favelas’, diz Paulo Sérgio Pinheiro

Ex-secretário de Direitos Humanos e integrante da Comissão Arns, que enviou pedido à ONU para observar letalidade da polícia no Brasil, afirma que país virou pária internacional no tema: “que país democrático quer ficar ao lado do nosso governo?”

Por Gil Luiz Mendes, na Ponte

A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns, ou Comissão Arns, enviou nesta quarta-feira (1/6) para o mecanismo independente da ONU sobre racismo e violência das forças um pedido para observar a alta letalidade da polícia brasileira, principalmente depois dos casos da chacina na Vila Cruzeiro, no Rio de Janeiro, e da morte de Genivaldo Jesus Santos em uma câmara de gás improvisada no camburão de uma viatura em Sergipe.

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A estratégia do governo Bolsonaro para fazer desaparecer os povos indígenas no Brasil. Por Ricardo Verdum

A Fundação Nacional do Índio é um agente ativo em uma estratégia política de expor povos em isolamento voluntário ao contato com pessoas de fora do território. O povo Piripkura, a Terra Indígena Pirititi e a Terra Indígena Ituna Itatá mostram o conluio do corpo indígena com o poder econômico e político que busca lucrar com seus recursos naturais: agronegócio, extração de madeira e mineração ilegal.

No Debates Indígenas

Durante seus três anos no cargo, as políticas de Jair Bolsonaro voltadas aos povos indígenas que vivem em isolamento voluntário na Amazônia brasileira tiveram um objetivo específico: facilitar a limpeza étnica nos territórios em que habitam. Para tanto, foram sistematicamente eliminadas quaisquer evidências que justificassem a necessidade de protegê-los daqueles que querem, legal ou ilegalmente, ocupar, explorar e comercializar essas áreas e seus recursos naturais.

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MPF – Debate sobre militarização e racismo aponta necessidade de reestruturação das instituições do sistema de segurança pública

Audiência pública foi promovida pela Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF)

“Não há como negar que temos no Brasil um racismo estrutural e institucional em todas as instituições. Temos que aceitar essa realidade e trabalhar para mudar”. A avaliação foi feita pela subprocuradora-geral da República Ela Wiecko, nessa quinta-feira (2), ao encerrar audiência pública que discutiu a interface entre militarização e racismo. No evento, organizado pela Câmara de Controle Externo da Atividade Policial e Sistema Prisional do Ministério Público Federal (7CCR/MPF), procuradores da República, defensores públicos, policiais, representantes da sociedade civil e pesquisadores debateram sobre o que significa a militarização das forças policiais e como a reprodução dessa cultura de violência e enfrentamento está direcionada à população negra.

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OPIROMA publica carta de repúdio ao avanço de políticas contrárias aos direitos dos povos indígenas

O documento é fruto dos três dias de reuniões entre os participantes da Assembleia Geral da OPIROMA, realizada em Rondônia

No Cimi

A Organização dos Povos Indígenas de Rondônia, Noroeste do Mato Grosso e Sul do Amazonas (OPIROMA) publicou uma carta de repúdio ao avanço de políticas, do atual governo, que caminham na direção contrária dos direitos dos povos indígenas. A iniciativa surgiu após três dias de reuniões– 23 a 26 de maio –, realizada entre os participantes da Assembleia Geral da OPIROMA, em Rondônia.

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Da palavra ao ato. Por Julio Pompeu

No Terapia Política

Nos desentendimentos, primeiro ofende-se. Xinga-se gritando e cuspindo de braços abertos e peito estufado, como se briga fosse coisa de pombo. Só depois de réplicas e tréplicas de ofensas que os corpos se tocam, inaugurando a troca de empurrões, bofetadas, socos e chutes desengonçados. Mas com Jerônimo não é assim. Ele não xinga. Avança sobre o desafeto sem nada dizer. De surpresa. Como um tigre que solta explosivo sobre a jugular da vítima.

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50 cidades brasileiras homenageiam Raoni Metuktire

Nos 50 anos do Dia Mundial do Meio Ambiente, líder indígena é exemplo e inspiração para todos que defendem a natureza!

Por Marcia Sousa, no Ciclo Vivo

Raoni Metuktire, único indígena brasileiro indicado ao prêmio Nobel da Paz, está sendo homenageado por um grupo de 20 organizações da sociedade civil brasileira na semana em que se comemoram cinco décadas da criação do Dia Mundial do Meio Ambiente. 

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O futuro é indígena na terra-floresta Yanomami

Davi Kopenawa, xamã e grande liderança Yanomami, conduziu comemoração dos 30 anos da homologação da Terra Indígena Yanomami, que contou com 500 participantes, entre lideranças de outras regiões do território e aliados históricos

Por Marina Terra, no ISA

É noite de cinema na aldeia Xihopi, Terra Indígena Yanomami – uma imensidão de vida e floresta na maior Terra Indígena do país, distribuída entre os estados de Roraima e Amazonas. Na tela, iluminando as dezenas de olhos atentos na escuridão, um jovem Davi Kopenawa celebra a assinatura da homologação do território, ocorrida em 25 de maio de 1992. 

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STF – Barroso dá dez dias para que União preste informações sobre invasões na Terra Indígena Yanomami

Segundo a Apib, liminares do STF estão sendo descumpridas, e garimpeiros continuam a invadir as terras. Ministro fixou multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a União se manifeste, em 10 dias, sobre uma petição em que a Articulação dos Povos Indígenas Brasileiros (Apib) informa o descumprimento das decisões cautelares determinadas pelo STF na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709, visando à proteção do povo Yanomami. A entidade pede a elaboração de um plano, em no máximo 60 dias, para promover, entre outras medidas, a expulsão dos invasores e a destruição de pistas de pouso irregulares.

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