ES: Projeção em área indígena deve ser excluída de PDM, exigem lideranças

Vilson Jaguareté mobilizou reunião com a gestão de Dr. Coutinho, em Aracruz, para marcar insatisfação da comissão de caciques

Por Sara Oliveira, Século Diário

Lideranças indígenas de Aracruz, no norte do Estado, se posicionaram nessa quinta-feira (2) contra as interferências em seu território previstas no Projeto de Lei 062/2021, que altera o Plano Diretor Municipal (PDM). A Comissão de Caciques se reuniu com representantes da prefeitura, autora do projeto, apontado como de interesse empresarial. 

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Procuradores da República alertam para riscos da mineração ao patrimônio cultural mineiro

Em audiência pública na Câmara dos Deputados, estiveram em pauta os impactos sobre o patrimônio natural da Serra do Curral e o patrimônio cultural do Serro, ambos tombados pelo Iphan

Ministério Público Federal em Minas Gerais

Em audiência pública extraordinária, realizada pela Câmara dos Deputados, na última quarta-feira (1º), os procuradores da República em Belo Horizonte, Carlos Bruno Ferreira da Silva, e em Sete Lagoas, Frederico Pellucci, falaram da preocupação do MPF com os riscos ao patrimônio cultural decorrentes do avanço da mineração na região central do estado de Minas Gerais.

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Univaja afirma que indigenista da Funai e jornalista inglês estão desaparecidos na Amazônia

Informações são da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), que afirma, em nota, que eles vinham recebendo ameaças.

Por g1 AM

O indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips, colaborador do jornal The Guardian, estão desaparecidos na Amazônia, segundo o divulgado pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja).

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Questão ambiental e Reforma Agrária Popular

No Dia Mundial do Meio Ambiente, a destruição ambiental, a luta contra os despejos e as experiências agroecológicas são analisadas em artigo

Por Camilo Augusto, na Página do MST

Vivemos em nosso tempo uma grave crise ambiental, que por sua vez é uma manifestação, uma face, da crise estrutural do sistema de organização da produção e reprodução da vida que é vigente hoje no mundo, o sistema capitalista. Esse modo de organizar a vida ( capitalista) é baseado na exploração extrema, e cada vez mais crescente do trabalho do ser humano e também na exploração desenfreada dos bens comuns (água, terra, minerais, biodiversidade), entretanto os frutos dessa exploração é concentrado em poucas mãos de super-ricos donos de corporações gigantes que atuam em toda parte do globo.

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Senadores ensaiam “boiada” antiambiental para chamar de sua

ClimaInfo

Há alguns meses, quando recebeu um grupo de personalidades e ambientalistas no Senado Federal, o presidente Rodrigo Pacheco afirmou que não daria celeridade à tramitação dos projetos antiambientais aprovados pelos deputados e que cada proposta seria extensamente discutida antes de ser votada. Ao que parece, a palavra do senador de Minas Gerais não vale um “uai” digno do nome. A Folha revelou que um grupo de senadores está, na surdina do barulho pré-eleitoral, se preparando para votar uma “boiadinha” antiambiental nas próximas semanas, com a complacência do presidente da Casa.

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As chacinas no Brasil não são mais resquícios da ditadura, mas marcas de nossa frágil democracia. Entrevista especial com Carolina Grillo

Para a pesquisadora, o número e a incidência de mortes em massa revelam que essas ações já estão, perigosamente, no imaginário de combate ao crime. Isso fragiliza e fere o amplo sentido de sistema democrático

Por: João Vitor Santos, em IHU

O senso comum diz que democracia é o direito de todos. Mas a forma como se vive a democracia pode revelar que ela nem sempre é para todos. Um país que usa a morte como estratégia de segurança pública e estigmatiza os marginalizados como criminosos, encarcerando e matando, não pode se considerar plenamente democrático. De outro lado, não se pode ignorar a presença do crime organizado que, se valendo desse frágil sistema, cresce e corrói esse mesmo Estado que prega a morte.

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Após pressão da bancada ruralista, Pacheco destrava pautas do “combo da morte” no Senado

Presidente distribuiu Pacote do Veneno apenas à Comissão de Agricultura, evitando debate nas Comissões de Meio Ambiente e Direitos Humanos; PLs da Grilagem, do Licenciamento e do Autocontrole também avançam

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

Um mês após se reunir em Brasília com membros da bancada ruralista, do Instituto Pensar Agro (IPA) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), começou a destravar as pautas do chamado “combo da morte”, consideradas prioritárias pelos ruralistas.

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Amazônia: o boi-bumbá e o zebu da Volkswagen. Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

Boi, boi, boi, boi da cara branca, larga essa menina, que não teme tua carranca.

Afinal, o que o boi legou à Amazônia? No campo da cultura, o bumba-meu-boi diverte e liberta numa ópera performática com música, coreografia, artes plásticas, teatralização e contação de histórias. Em contrapartida, no pasto da economia o boi zebu explora, escraviza e envenena, como na antiga fazenda da Volkswagen e empresas afins. Um celebra a vida, o outro a despreza. Olelê, olalá, olha o boi, o que te dá?

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Daniel Munduruku: Dia dos Povos Indígenas é “mudança de olhar sobre as populações originárias”

Bolsonaro vetou projeto que instituía a data, mas Legislativo pode derrubar o veto

Redação Brasil de Fato 

Na quinta-feira (2), em decisão publicada no Diário Oficial da União (DOU), o presidente Jair Bolsonaro (PL) vetou o projeto de lei aprovado pelo Senado que transformava o “Dia do Índio”, celebrado em 19 de abril, em “Dia dos Povos Indígenas”. A proposta é de autoria da única parlamentar indígena no Congresso Nacional, a deputada federal Joênia Wapichana (Rede-RR), e contempla reivindicações do movimento indígena, com o objetivo reconhecer a diversidade dos povos originários brasileiros.

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Feijoada institucional leva pedaços de democracia e sobras de ditadura. Por Janio de Freitas

Licenciosidade antidemocrática faz do país um grande fim de festa

Na Folha

O esquisito regime brasileiro, feijoada institucional que leva pedaços de democracia e sobras variadas de ditadura, não é o mesmo dos três anos anteriores. Sendo brasileiro, muda para pior. Piorado, adquire desproporção crescente entre a vontade de democracia e o vício do autoritarismo. É a assimilação, como práticas normais no exercício de funções públicas, da licenciosidade de Bolsonaro ante os limites legais, morais e políticos.

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