Autorizações para exploração do nióbio na Amazônia crescem 156%

ClimaInfo

Nem só de ouro vivem os ataques da mineração e do garimpo à Amazônia. Com as bênçãos presidenciais, as autorizações para exploração de nióbio na região cresceram 156% nos últimos três anos.

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Na venda da Amil, os horrores da privatização da Saúde

Usuários relatam dificuldades em utilizar os serviços do convênio de saúde, desde que a operadora vendeu 337 mil de seus planos individuais a outras empresas. Enquanto isso, Congresso discute a desregulamentação do setor…

por Gabriela Leite, em Outra Saúde

Já era de se esperar, mas vieram rápido demais as reclamações de usuários da Amil sobre a degradação acelerada dos serviços. Eles relatam dificuldades em agendar exames, descredenciamento de hospitais sem aviso prévio e falta de orientação da empresa. As reclamações à ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) multiplicam-se. Tudo começou em dezembro do ano passado, quando a Amil simplesmente “vendeu” 337 mil clientes de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná às empresas APS (Assistência Personalizada à Saúde) e Fiord Capital, em dezembro de 2021.

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Fake news versão 2.0.22

Para não repetir 2018, TSE terá de ser mais eficiente ao enfrentar milícias digitais

por Pedro Abramovay, João Brant e Daniela da Silva, na piauí

“Nós podemos absolver por falta de provas, mas sabemos o que ocorreu. Sabemos o que vem ocorrendo e não vamos permitir que isso ocorra.” A frase de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), foi dita no final de outubro do ano passado no julgamento da ação que pedia a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por disseminação em massa de fake news nas eleições de 2018. O pedido foi rejeitado por unanimidade, mas a declaração do ministro, que presidirá o TSE a partir deste ano, sintetiza o imbróglio em que o Tribunal está metido na tentativa de fazer frente às milícias digitais que praticaram e seguem praticando estratégias de desinformação. Olhando para 2022, o elemento mais desafiador é fazer com que o “não vamos permitir que isso ocorra” seja uma declaração de força real sobre as eleições, e não uma profecia irrealizável. 

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“Vacina contra Covid-19 em crianças evita formas mais graves da doença”, explica médico

Augusto Dal Chiavon, explica que em crianças acima de 5 anos estudos já demonstrando a eficácia da vacina

Por Solange Engelmann, na Página do MST

A vacinação infantil contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos foi liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no Brasil desde início deste ano. Em seguida, o MST iniciou uma campanha de incentivo e conscientização para vacinação infantil, entre a base Sem Terra, nos acampamentos, assentamentos e territórios da Reforma Agrária Popular em todo o país.

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Em meio a avalanche ruralista, maioria dos partidos ignora temas agrários

Apenas Rede e Solidariedade incluíram questões ambientais na lista de prioridades legislativas de 2022; mesmo em votação remota, governo e FPA correm para aprovar liberação de agrotóxicos, Marco Temporal, licenciamento e PL da Grilagem

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

Enquanto a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), braço institucional da bancada ruralista, prepara um “combo da morte” para 2022, com propostas que atacam diretamente os povos do campo e aceleram a destruição dos biomas, a maioria dos partidos da Câmara lista como prioridades temas econômicos e o embate político pré-eleições.

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STF suspende atos administrativos da Funai que retiram proteção de terras indígenas

A política anti-indígena do órgão indigenista, constantemente, afronta a Constituição e coloca em risco a vida dos povos indígenas e seus territórios

POR ADI SPEZIA, DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DO CIMI

Após mobilização de organizações indígenas e indigenistas, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu dois atos administrativos da Fundação Nacional do Índio (Funai), que desautorizam as atividades de proteção territorial em terras indígenas não homologadas. A decisão atende a um pedido feito nos autos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 709 (ADPF 709) pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) à Corte no dia 14 de janeiro.

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Abraji repudia nova medida da Justiça do Amazonas contra jornal

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) vê com preocupação e pesar as seguidas decisões do juiz Manuel Amaro de Lima, da 3ª Vara Cível e de Acidentes de Trabalho de Manaus, contra a jornalista Malu Gaspar e o jornal O Globo. Na última semana, o juiz determinou o bloqueio de R$ 1,8 milhão da Editora Globo como punição à empresa dentro do processo movido pelo grupo médico amazonense Samel. A Samel se ressente de ter sido denunciada em reportagens por violações éticas e indícios de fraude na condução de um ensaio clínico com doentes de covid-19, usando medicamento de eficácia não comprovada.

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MPF cobra explicações sobre ação de extensão da UFRN voltada especificamente para cristãos

Procedimento investiga possível viés discriminatório e ausência de objetivo acadêmico

Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte

O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício à Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) cobrando explicações sobre a ação de extensão denominada “Construção do Reino de Deus”, proposta e coordenada por um professor do Departamento de Medicina Clínica, sem aparente objetivo acadêmico.

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Diálogos da Mineração de Urânio e Fosfato debate riscos da exploração mineral para a região norte do Ceará e toda a sociedade brasileira

Evento acontece ao longo de fevereiro e março, às quartas-feiras, através das redes sociais das entidades organizadoras

Por Raquel Maria Rigotto

Movimentos sociais, instituições de ensino e pesquisa, associações e entidades do campo popular se reúnem para propor o “Diálogos da Mineração de Urânio e Fosfato”, que inicia suas atividades na próxima quarta-feira (09), e se estende por todo o mês de fevereiro e março de 2022. O evento contará, ao todo, com sete encontros, sempre às quartas-feiras, no horário das 19h30, através das redes sociais das entidades que realizam o evento. Toda a programação é gratuita.

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Ações policiais no Rio de Janeiro juntam brutalidade com ineficiência, critica pesquisador

Para Daniel Hirata, da UFF, a ADPF das Favelas, julgada no STF, reforça que há formas da polícia agir para resolver crimes sem deixar um rastro de mortes nas periferias

Por Paula Bianchi, Agência Pública

Enquanto os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) debatiam a chamada “ADPF das Favelas” — ação que busca restringir as mortes causadas pela polícia do Rio, sobretudo em favelas e periferias —, na Baixada Fluminense, mais uma operação policial terminava com poucos resultados e grande número de mortos. No dia 3 de fevereiro, policiais militares mataram ao menos seis pessoas em Belford Roxo. Moradores da região, porém, contabilizam pelo menos 15 mortes e afirmam que alguns foram assassinados mesmo depois de rendidos. Segundo a corporação, os militares foram recebidos a tiros no bairro do Parque Floresta, o que teria justificado a ação.  Além das mortes, a operação suspendeu as aulas na região.

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