Mais evidências sugerem que a alteração da cor das águas de Alter do Chão é resultado do garimpo. O Jornal Nacional divulgou a informação da Polícia Federal segundo a qual os garimpeiros despejam 7 milhões de toneladas de rejeitos no Tapajós. Outros possíveis fatores são a urbanização descontrolada, que resulta em desmatamento, especialmente da mata ciliar do rio, e saneamento básico precário, segundo a doutora em ciências biológicas, Dávia Talgatti, da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), ouvida pel’O Globo.
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