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No mesmo dia em que o Brasil ficou sabendo que o desmatamento da Amazônia em 2021 foi o maior em uma década, o presidente do país comemorou a redução quase total (80%) nas multas ambientais. O elogio à destruição ambiental se deu em discurso na abertura do Circuito Agro, do Banco do Brasil – e não foi o único descalabro proferido. Segundo O Globo, ele celebrou a flexibilização do porte de armas dentro das propriedades rurais. Também criticou as demarcações de Terras Indígenas, de acordo com o Poder360. E alegou que “a ação do MST foi praticamente anulada”. Sobre o MST: no último dia 14, ele declarou que o movimento não invadirá terras caso o excludente de ilicitude seja aprovado pelo Congresso e o Correio Braziliense lembrou em sua matéria que, “na prática, o excludente de ilicitude é uma espécie de salvaguarda jurídica para policiais que, porventura, matarem em serviço”. O tom de aceno ao “agro-ogro” foi destacado pelo Estadão, que informou um dos próximos palanques presidenciais: a inauguração da Ferrovia Norte-Sul.
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