Aglomeração de Bolsonaro no Rio custou cerca de R$ 485 mil em segurança

No Monumento dos Pracinhas, local dos discursos e aglomeração final, os militares do Exército estavam envolvidos em forte esquema de segurança. O local é uma Organização Militar do Exército.

Por Jornal GGN 

A passeata de motocicletas promovida pelo presidente Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro, neste domingo, precisou de segurança extra. O contingente utilizado para sua segurança foi de cerca de mil policiais militares, equivalente a um batalhão de PM de grande porte. O custo estimado desta aglomeração do presidente, considerando as 6 horas usadas, é de R$ 485 mil. O levantamento foi feito pela CNN Brasil.

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Governo de Rondônia “passa a boiada” e derruba proteção de quase 220 mil hectares da Amazônia

ClimaInfo

Uma verdadeira comédia de erros marcou mais um golpe contra o meio ambiente. Poucas horas após afirmar publicamente que não sancionaria uma lei para reduzir a proteção ambiental de diversas áreas de conservação em Rondônia, o governador Coronel Marcos Rocha ratificou sem vetos a decisão da Assembleia Legislativa do estado. Vale ressaltar: o projeto em questão, aprovado por unanimidade entre os deputados estaduais, foi apresentado pelo próprio governador. Folha e G1 deram mais informações sobre a decisão.

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Salles acabou por transformar a política ambiental em caso de polícia

ClimaInfo

A Operação Akuanduba marca o auge de um processo iniciado desde o primeiro dia do governo Bolsonaro: a política ambiental, antes tida como ferramenta de combate a ilegalidades, virou ela mesma um caso de polícia. Os jornais Estadão e Valor destacaram em editoriais como a situação de Salles, cada vez mais encrencado na justiça, sintetiza o desastre ambiental promovido por ele e seu chefe, Bolsonaro. Agora, além de responder pelo desmatamento e o desmantelamento da fiscalização ambiental, Salles terá que responder também por corrupção.

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As conexões financeiras de Salles com madeireiros suspeitos de ilegalidades

ClimaInfo

Nos últimos dias, as acusações contra Ricardo Salles vêm se avolumando. A Folha, por exemplo, destacou as ligações entre empresas de exploração e venda de madeira nativa brasileira com um escritório de advocacia que o ministro mantém em sociedade com a mãe dele. O ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou o acesso pela Polícia Federal a relatórios de inteligência financeira produzidos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) sobre Salles. Segundo a PF, análises sobre as operações financeiras do escritório da família Salles nos últimos dois anos apontam para um “conteúdo bastante interessante” para a investigação. Parte dessas informações foi vazada na semana passada para a imprensa. Segundo o Poder360, o vazamento foi feito por policiais federais contrários à direção da corporação e ao governo Bolsonaro.

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Resgate: derrotar o fascismo e refazer o Brasil

Outras Palavras abre série de diálogos sobre o pós-bolsonarismo. É preciso propor um novo horizonte político, para acelerar o fim do pesadelo e garantir que não haja volta ao “velho normal” – mas reconstrução do país em novas bases

Por Antonio Martins, em Outras Palavras

Como assegurar (em 2022 ou antes) a derrota do bolsonarismo — este objetivo que pareceu às vezes tão distante e agora torna-se a cada dia mais possível? De que modo agir para que, afastada a ultra direita do poder, sua herança, as inúmeras boiadas que pisoteiam o Brasil desde 2016, seja revista e anulada? Como aproveitar os ventos de mudança que se formaram após as revoltas contra o neoliberalismo na América Latinas, o afastamento de Trump e o declínio acelerado das ideias de “austeridade”? Que papéis a sociedade civil pode exercer, para pressionar desde já por transformações efetivas, ao invés de ficar restrita a depositar um voto em urna?

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CoronaVac e idosos: será preciso revaciná-los?

por Raquel Torres, em Outra Saúde

CORONAVAC E IDOSOS

Um estudo preliminar conduzido em São Paulo aponta que o desempenho da CoronaVac cai com a idade. No geral, a efetividade observada para maiores de 70 anos foi de 42%, mas esse percentual variou bastante: 61,8% em pessoas entre 70 e 74 anos; 48,9% entre 75 a 79 anos; e apenas 28% em maiores de 80 anos. Outra constatação foi a de que o imunizante não conferiu proteção após a primeira dose, sendo necessários 14 dias após o reforço para esses valores serem observados.

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As mulheres sofrem com elevados níveis de pobreza de tempo. Entrevista especial com Luana Simões Pinheiro

A desigual divisão do trabalho doméstico e de cuidados é o grande nó a ser desatado para que as sociedades possam alcançar uma maior igualdade de gênero, diz a socióloga

Por: Ricardo Machado, em IHU On-Line

Os distintos grupos sociais que compõem a sociedade são atingidos de formas desiguais pela crise sanitária de Covid-19. Se, de um lado, a pandemia colocou uma lupa sobre as desigualdades sociais que atingem o Brasil, de outro, ela também acentuou a assimetria existente entre homens e mulheres no que diz respeito ao número de horas trabalhadas. Com o fechamento das instituições de educação e de cuidado, o trabalho que era realizado por outras esferas da sociedade causou um “impacto em termos de ampliação das jornadas de trabalho reprodutivo”, especialmente entre as mulheres, diz Luana Simões Pinheiro.

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Encapuzados, 22 jagunços invadem comunidade tradicional no Maranhão

Camponeses da comunidade Gameleira, em Brejo, denunciam grilagem e desmatamento por correntão a mando de Gilmar Lunelli de Freitas, dono da Masul Agrícola; soja e celulose avançam na região do Baixo Parnaíba, em uma das fronteiras da agricultura e da violência

Por Julia Dolce, em De Olho nos Ruralistas

Um grupo de 22 jagunços encapuzados invadiu na manhã de quarta-feira (19) a comunidade tradicional Gameleira, no município de Brejo, no leste do Maranhão, na fronteira com o Piauí. São cerca de 60 famílias camponesas que sobrevivem da agricultura e do extrativismo. Os jagunços destruíram cercas e tentaram entrar com trator nas áreas de roça e de Cerrado nativo, onde as famílias extraem frutas como pequi, bacuri, bacaba e murici. As famílias contam que os homens estavam armados com armas pequenas escondidas e com spray de pimenta.

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Pecuarista que atingiu Resex Chico Mendes com agrotóxicos já esteve na lista do trabalho escravo

Júlio César Moraes Nantes foi acusado de fraudar notas fiscais para fugir da reforma agrária, multado pelo Ibama e condenado a dois anos de prisão por porte ilegal de armas; MP do Acre investiga danos à reserva extrativista, vizinha de sua fazenda

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

O pecuarista Júlio César Moraes Nantes é o dono da Fazenda Soberana, responsável por pulverizar agrotóxicos em áreas que fazem limite com a Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes. O território fica em Xapuri (AC), a cerca de 180 km de Rio Branco. O fazendeiro tem um histórico de acusações, que incluem falsificação de documentos para obtenção de vantagens junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), multa ambiental, porte ilegal de armas e até trabalho escravo.

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Professor e ativista indígena morre de Covid-19 em MT; mãe está internada com a doença

Esvanei era chiquitano e militante de movimentos sociais, especialmente das causas do povo indígena ao qual ele pertencia.

Por G1 MT

O professor, historiador e ativista Esvanei Matucari Teixeira, de 45 anos, morreu na noite deste sábado (22) vítima da Covid-19 enquanto estava internado no Hospital Regional de Cáceres.

Em nota, a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) lamentou a morte do educador. O corpo dele foi enterrado neste domingo (23).

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