A condenação de Bolsonaro e seus comparsas no STF: entre a justiça, o espetáculo e a banalidade do mal. Por Sérgio Botton Barcellos

A condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) é considerada justa, histórica, simbólica e sinaliza que aventuras golpistas no interior da ordem democrática brasileira não sairão mais impunes tão facilmente. Claro, ainda falta Bolsonaro e sua trupe serem processados e julgados pelas mais de 700 mil mortes (sem contar as subnotificações), ingerências e descaso cruel durante a pandemia de COVID-19. Continue lendo “A condenação de Bolsonaro e seus comparsas no STF: entre a justiça, o espetáculo e a banalidade do mal. Por Sérgio Botton Barcellos”

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5 crimes do agronegócio contra a natureza, os bens comuns e a humanidade

Durante o mês de setembro, o MST realiza ações em defesa da “Reforma Agrária Popular para cuidar da Natureza”, denunciando os crimes do agronegócio contra a biodiversidade, os territórios camponeses e as comunidades rurais

Da Página do MST

Diante da crise ambiental, avanços das catástrofes e efeitos climáticos extremos, que vem atingindo principalmente os povos mais pobres e carentes no Brasil e no mundo, a exemplo das enchentes e secas dos últimos períodos, a preservação e recuperação da natureza e dos bens comuns assume papel um central para a implantação de um modelo mais equilibrado de agricultura, para a própria manutenção da humanidade. Continue lendo “5 crimes do agronegócio contra a natureza, os bens comuns e a humanidade”

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Por que devemos combater o Agronegócio?

Por Antonio Kanova Junior e Nílciney Toná*, no Brasil de Fato

Por que precisamos fazer a crítica ao modelo do Agronegócio? Esta pergunta permaneceu após os episódios polêmicos que aconteceram paralelamente à 4º Jornada Universitária em Defesa da Reforma Agrária (JURA), em junho deste ano, na Universidade Estadual de Maringá (UEM). O lema foi: “Defender a vida, combater o agronegócio”. Um evento organizado por professores e movimentos sociais, com claro objetivo: mostrar as contradições do agronegócio e promover a agroecologia. Este evento acadêmico gerou um rebuliço na universidade, na cidade e nas redes sociais, como se o agro fosse uma “divindade” que não pode ser questionada. Continue lendo “Por que devemos combater o Agronegócio?”

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NOTA: Fogo criminoso destrói roças no Quilombo Açude (MA)

Organizações denunciam ataques sistemáticos, que ocorrem pelo sexto ano seguido que destroem roçados ainda verdes, e acusam o Poder Público de omissão 

por Articulação Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais

Em nota conjunta, o Movimento Quilombola do Maranhão (MOQUIBOM) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT-MA) denunciam a continuidade de ataques incendiários contra o Território Quilombola de Açude, no município de Serrano, (MA). Pelo sexto ano consecutivo, desde 2019, a comunidade tem vivenciado à destruição de suas fontes de sustento por incêndios deliberados nas suas roças. Continue lendo “NOTA: Fogo criminoso destrói roças no Quilombo Açude (MA)”

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A retórica da soberania: “Brasil está entregando recursos naturais à exploração de empresas estrangeiras”. Entrevista especial com Denise Gentil

Segundo a economista, governo brasileiro não aproveita choque externo entre China e Estados Unidos para deslanchar projeto de desenvolvimento para o país

IHU

Enquanto o presidente Lula recebe aplausos pelo discurso em favor da soberania nacional frente ao tarifaço imposto pelos Estados Unidos, a economista Denise Gentil lembra que a temática não pode ser reduzida às questões monetárias e fiscais. Na atual conjuntura mundial, pontua, em que “quem controla a produção de terras raras, controla o poder geopolítico no planeta”, o governo brasileiro poderia estar mais empenhado em não permitir que o Brasil vire “um fornecedor de matéria-prima barata, um fornecedor de minério bruto”. Continue lendo “A retórica da soberania: “Brasil está entregando recursos naturais à exploração de empresas estrangeiras”. Entrevista especial com Denise Gentil”

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SP: “A periferia que engula o lixão!”

A toque de caixa, prefeito Ricardo Nunes quer derrubar 63 mil árvores e implantar incineradores em quebrada paulistana. Caso mostra o racismo ambiental na cidade e violação do Plano de Resíduos Sólidos. População se mobiliza para frear projeto

Por Mateus Muradas, em Outras Palavras

Governo de Ricardo Nunes está atropelando processos para se safar de sua própria incompetência na Gestão de Resíduos da Cidade… A beira da exaustão do Aterro de Lixo de São Mateus, de maneira atropelada, o governo Nunes está correndo contra o tempo para não expor sua própria incompetência no tema. Mais uma vez, quer penalizar as periferias e o povo pobre levando o lixo para as quebradas, ao invés de serviços públicos de qualidade, prática típica do chamado Racismo Ambiental. Nunes quer derrubar 63 mil árvores em São Mateus, para começar a queimar lixo em incineradores e ampliar, ainda mais, o aterro sanitário deste território. Este absurdo só está ocorrendo por incompetência das últimas administrações de Doria, Covas e dele próprio, Ricardo Nunes. Continue lendo “SP: “A periferia que engula o lixão!””

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Ultradireita: o PL já não é tão fiel a Bolsonaro

Crise aberta pelas falas de Valdemar Costa Neto sobre o golpe expõe tensões no bolsonarismo e evidencia o jogo do presidente do PL: explorar a força eleitoral do ex-presidente, mas mantendo-o sob rédea curta, enquanto amplia bancadas e o dinheiro da legenda

Por Glauco Faria, em Outras Palavras

Uma declaração do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, causou desconforto na base bolsonarista e trouxe mais uma vez dúvidas a respeito da lealdade do dirigente da legenda em relação à principal figura do partido, Jair Bolsonaro. Continue lendo “Ultradireita: o PL já não é tão fiel a Bolsonaro”

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E depois de condenar Bolsonaro? Por Antonio Martins

Na mesma semana em que alcançou uma vitória inédita sobre a ultradireita e o golpismo, o Brasil começou a privatizar três grandes rios da Amazônia. O que isso revela sobre a ausência de um projeto de país – e a urgência de construí-lo?

Em Outras Palavras

Por si mesma, e por ser inédita no Brasil, a punição de uma tentativa de golpe de Estado, estendida a um ex-presidente da República e a dois generais da mais alta patente, merece celebração. Mas duas circunstâncias tornaram o julgamento do STF, concluído em 11/9, mais notável. Primeiro, as democracias ocidentais estão em crise, por se mostrarem cada vez mais incapazes de garantir às maiorias dignidade e voz; a ultradireita articula os ressentimentos e avança. Mesmo os Estados Unidos fracassaram em punir um ensaio golpista semelhante, que precedeu e inspirou o brasileiro. Segundo, a condenação desafiou Donald Trump e representou, neste aspecto, a afirmação da soberania brasileira. Diante da ameaça de tarifas, União Europeia, Japão e Coreia do Sul, muito mais poderosos economicamente, cederam. O Brasil, não. Por isso, a mensagem em tom altivo de Lula ao presidente dos EUA, publicada no domingo pelo New York Times, foi traduzida e difundida fartamente nas redes. Continue lendo “E depois de condenar Bolsonaro? Por Antonio Martins”

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Coletivo de organizações da sociedade civil lança Manifesto por Memória e Justiça pra Vítimas e Familiares do Massacre do Abacaxis

Depois de cinco anos, treze policiais militares foram indiciados, mas os acusados de envolvimento direto nos homicídios de sete pessoas estão com habeas corpus, que alega falta de competência do juízo

Por Lígia Apel, em Cimi Regional Norte 1

“Continuamos a sonhar e teimar por justiça junto com nossas irmãs e irmãos que tiveram seus direitos fundamentais à vida, à integridade física e psicológica totalmente violados pelo próprio estado do Amazonas, nas pessoas de seus agentes. Só haverá justiça se os autores dos crimes contra os indígenas e ribeirinhos forem regularmente PROCESSADOS e JULGADOS”. Continue lendo “Coletivo de organizações da sociedade civil lança Manifesto por Memória e Justiça pra Vítimas e Familiares do Massacre do Abacaxis”

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Estado brasileiro deixa questão ambiental no discurso ao não garantir territórios, diz Cimi à ONU

Ventura disse ainda que o “Congresso Nacional quer acabar com a proteção ambiental, e o governo avança com projetos de mineração e petróleo”

Em Debate Geral com o alto-comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, no último dia 11, durante a 60ª. Sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU, o secretário-executivo do Cimi, Luís Ventura, denunciou que o Estado brasileiro restringe ao discurso seu pacto com a transformação ecológica ao não garantir e demarcar as terras indígenas. Continue lendo “Estado brasileiro deixa questão ambiental no discurso ao não garantir territórios, diz Cimi à ONU”

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