Pobre sai, rico fica

A Justiça trata de maneira “diferenciada” os ricaços que têm mansões perto do Jardim Botânico – entre eles, o atual secretário de Habitação do Rio, Índio da Costa

por Anne Vigna para a Agência Pública

Se comparadas com Condomínio Canto e Mello, as casinhas da comunidade do Horto parecem pequenas, minúsculas, escondidas no meio de floresta. É que, além da comunidade – onde a maioria ganha até três salários mínimos – ao longo das últimas décadas surgiram e cresceram ao redor da floresta, cujas terras são da União, condomínios fechados, privados e muito exclusivos. E a diferença não está só no tamanho e no valor das moradias: esses condomínios receberam um tratamento bem diferenciado na Justiça. Continue lendo “Pobre sai, rico fica”

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No Rio, comunidade fundada nos tempos da escravidão luta para ficar

Tachadas de “invasoras”, 2 mil pessoas que vivem no Horto Florestal estão ameaçadas de expulsão depois que o Jardim Botânico ganhou o domínio das terras

por Anne Vigna para a Agência Pública

É um dos lugares mais lindos e preservados do Rio de Janeiro: um pequeno paraíso verde, ao lado do Jardim Botânico e do Parque Nacional da Tijuca, em uma das áreas mais valorizadas da cidade, que inclui os bairros do Jardim Botânico e da Gávea. O pedaço em questão se chama comunidade do Horto Florestal. Tem 2 mil moradores, casas pequenas – algumas delas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – e muitas árvores, bambus gigantes, cachoeiras, trilhas, animais silvestres. Uma vizinhança que faz esquecer que estamos no meio de uma grande metrópole. Continue lendo “No Rio, comunidade fundada nos tempos da escravidão luta para ficar”

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Repam leva casos de violações dos direitos humanos da Pan-Amazônia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos

Osnilda Lima, da Coordenação de Comunicação da Comissão Episcopal para a Repam, na Cimi

Nesta sexta-feira, 17 de março, junto à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), em Washington, nos Estados Unidos, será realizada uma audiência sobre o Direito do Território de Comunidades Indígenas e Comunidades Rurais da Pan-Amazônia. A audiência foi solicitada pela Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam), Conselho Episcopal Latino-Americano (CELAM), Confederação Latino-Americana de Religiosos (CLAR), Caritas da América Latina e do Caribe, Conferência Episcopal dos Estados Unidos, lideranças indígenas e campesinas. Continue lendo “Repam leva casos de violações dos direitos humanos da Pan-Amazônia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos”

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Nota Pública da aPROA e CIP/ABA sobre Comissão de Sindicância no INCRA

É de conhecimento da sociedade brasileira o empenho de parlamentares ligados ao agronegócio, articulados em torno da Frente Parlamentar da Agropecuária, para restringir os direitos territoriais e culturais de indígenas, quilombolas e outras minorias, insculpidos na Constituição Federal de 1988. Há anos tentando alterar a Constituição e as leis que regulamentam esses direitos, felizmente sem êxito, lograram, esses parlamentares, criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito sob o argumento de investigar supostas irregularidades na atuação da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), mas que, em realidade, pretende inviabilizar a regularização fundiária das terras indígenas e quilombolas. Continue lendo “Nota Pública da aPROA e CIP/ABA sobre Comissão de Sindicância no INCRA”

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A Vale é a culpada pela coloração assustadora do Rio Itabirito

Minuto Mais

Uma tubulação que transporta rejeitos de minério de ferro se rompeu na mineradora Vale em Itabirito. Sendo assim, o rejeito desceu por meio de uma canaleta e atingiu a região de Mata Porcos, no município itabiritense. Consequentemente, o Rio Itabirito foi atingido. Tanto que, por causa do ocorrido, o curso d’água ganhou uma coloração horrenda, avermelhada em exagero, e provavelmente colocou em risco a vida de animais que dependem dessa água. Continue lendo “A Vale é a culpada pela coloração assustadora do Rio Itabirito”

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O poder em movimento e o direito de resistir, por Jacques Távora Alfonsin

rsurgente

As manifestações coletivas de protesto público nas ruas, organizadas por grupos de pressão política, frequentemente realizadas no Brasil nesses últimos anos, muito acentuadas nos meses anteriores e posteriores à deposição da presidenta Dilma, têm sido criticadas de preferência sob a “racionalidade” da segurança pública sempre em risco nesses eventos  e da “irracionalidade” (assim entendida geralmente), do conflito ideológico presentes em cada uma. Para  fazer frente a problemas ético-jurídicos, como o de abusos praticados tanto pela organização dos protestos como pela repressão policial utilizada contra eles, a aplicação da lei penal tem sido cogitada, praticamente a margem de qualquer outra ponderação. Continue lendo “O poder em movimento e o direito de resistir, por Jacques Távora Alfonsin”

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Há mais velhos no Brasil, e eles estão fodidos

Elaine Tavares – Palavras Insurgentes

Sempre me encantou a cidade de Porto Alegre. Desde que me lembro, é muito comum ver os velhos circulando pelas ruas, no comércio e principalmente nos restaurantes. Geralmente são aqueles que vivem sozinhos os que têm o costume de comer fora, por conta da comodidade. E é bacana ver como os restaurantes estão completamente adaptados à presença dessas pessoas que, ao contrário dos adultos, são lentas e, por vezes confusas. Sempre há um trabalhador pronto para ajudar, e no mais das vezes, sorridente e prestativo. Continue lendo “Há mais velhos no Brasil, e eles estão fodidos”

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“Nos quieren exterminar. No quieren que haya más indígenas…”

Representantes de siete comunidades originarias del norte salteño están desde hace quince días en el centro porteño. Denuncian que sus reclamos sobre tierras, salud, vivienda y educación no fueron atendidos por ningún funcionario

Por Darío Aranda – Página 12 / Servindi

“Nos quieren exterminar. No quieren que haya más indígenas en Argentina”, denunció Gabriel Espinoza, uno de los voceros de los siete pueblos indígenas de Salta que acampan desde hace quince días en el centro porteño. Entre los reclamos sobresalen territorio, salud, vivienda y educación. Fueron recibidos por funcionarios del Gobierno pero no obtuvieron respuestas favorables, por lo que la medida se mantiene por tiempo indeterminado. En Embarcación (norte salteño), la comunidad guaraní Happo P’au hace 35 días que sostiene un acampe por un conflicto con un empresario de agronegocios. Continue lendo ““Nos quieren exterminar. No quieren que haya más indígenas…””

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Piden detener etnocidio de pueblos indígenas amazónicos

Servindi

La Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana (AIDESEP) efectuó un pedido para detener el etnocidio de los pueblos indígenas amazónicos del Perú provocado por la afectación de sus territorios ancestrales, la desprotección de los pueblos en aislamiento y el abandono de la salud indígena. Continue lendo “Piden detener etnocidio de pueblos indígenas amazónicos”

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Atingidos pela Samarco ocupam linha da Vale no ES

Atividades acontecem no Dia Internacional de Lutas contra as Barragens, pelos Rios, pelas Águas e pela Vida

Por Danielle Melo
Da Página do MST

Na manhã desta terça-feira (14), os atingidos e atingidas pelo crime ambiental da Samarco, organizados no Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), ocuparam a linha de trem da Vale, na cidade de Colatina, no Espírito Santo. Pescadores, meeiros e agricultores de comunidades dos municípios de Linhares, Aracruz, São Mateus, Colatina e Baixo Guandu realizaram a ação para denunciar os desmandos da Vale. Continue lendo “Atingidos pela Samarco ocupam linha da Vale no ES”

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