O que o governo Dilma fez (e não fez) para garantir o direito à terra e áreas para conservação?

O ISA publica a partir de hoje série de reportagens com balanço da política territorial do governo Dilma. Você vai saber mais sobre o que foi feito, nesses cinco anos, para oficializar Terras Indígenas, Unidades de Conservação, Territórios Quilombolas e Assentamentos de Reforma Agrária. Texto de hoje traz dados e análises sobre Terras Indígenas

ISA

O governo da presidente afastada Dilma Rousseff é frequentemente criticado por ser um dos que menos fez, nos últimos 30 anos, pelos assentamentos de reforma agrária e as áreas protegidas – Terras Indígenas (TIs), Unidades de Conservação e Territórios Quilombolas. Os números confirmam essa realidade. A paralisação no reconhecimento dessas áreas, segundo os especialistas, guarda relação direta com os acordos firmados por Dilma com sua base parlamentar fortemente ruralista. Continue lendo “O que o governo Dilma fez (e não fez) para garantir o direito à terra e áreas para conservação?”

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Mujeres shipibas también fueron víctimas de esterilizaciones

Por Patricia Saavedra – Servindi

Nuevos casos de esterilizaciones forzadas salen a la luz, esta vez en la Amazonía. Hoy, el diario La República dio a conocer que recogió 40 testimonios de mujeres del pueblo indígena Shipibo, de Ucayali, que afirman haber sido esterilizadas contra su voluntad en los años del gobierno del expresidente Alberto Fujimori (1990-2000).

El medio expone los casos de Isabel Franquines Bardales, Lucía Huayta Ramírez, Virginia Ahuanari Arimuya, María Maldonado Rojas, Carolina Dávila Urquía y Nilda Rojas Martínez, quienes señalaron haber sido intervenidas en el Hospital Amazónico de Pucallpa como parte del programa de esterilizaciones para el control de natalidad que aplicó el régimen del hoy exmandatario preso.  Continue lendo “Mujeres shipibas también fueron víctimas de esterilizaciones”

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Ou isto ou aquilo: Temer e a chantagem como forma de governar, por Leonardo Sakamoto

Blog do Sakamoto

“Ou a Previdência Social tem de ser reformulada ou então todos os pensionistas sofrerão.”

A frase foi do presidente interino Michel em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar. E isso tem nome: chantagem. Do tipo: “ou liberam o que quero ou consigo um jeito de atrapalhar ainda mais a sua vida”.

O governo do PT fez bastante isso também na área ambiental. Por exemplo, em 2007, o então ministro das Minas e Energia, Silas Rondeau, disse que ou o licenciamento ambiental das hidrelétricas do rio Madeira (Santo Antônio e Jirau) saía ou o governo começaria a procurar outras fontes de energia sujas como a térmica ou nuclear. Continue lendo “Ou isto ou aquilo: Temer e a chantagem como forma de governar, por Leonardo Sakamoto”

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Quando nem o FMI avaliza Michel Temer

Um documento dos três principais economistas do Fundo critica — tímida e muito tardiamente — ataques aos serviços públicos. Enquanto isso, no Brasil…

Por Laura Carvalho – Outras Palavras

O artigo de três dos principais economistas do FMI publicado na última quinta-feira (26), a começar pelo título – Neoliberalism: oversold? – , tem tido grande repercussão. A palavra “neoliberalismo” até aqui era considerada um palavrão típico de maluco de palestra, desses que não devem entender nada de economia e de capitalismo. Afinal, seus benefícios estão desenhados em qualquer manual. Só os mais ideológicos ou ignorantes insistiriam em desafiar a Lógica. Continue lendo “Quando nem o FMI avaliza Michel Temer”

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Alto índice de assassinatos de jovens brasileiros preocupa especialistas

No Brasil, mais pessoas foram mortas em 2012 do que em 40 conflitos armados no mundo. Os dados são do Mapa da Violência 2015, que apontou o País como um dos que mais sofre com casos de homicídios

SEPPIR

No Brasil, mais pessoas foram mortas em 2012 do que em 40 conflitos armados no mundo. Os dados são do Mapa da Violência 2015, que apontou o País como um dos que mais sofre com casos de homicídios. De uma lista de 95 países, o Brasil ocupa a sétima posição. O levantamento foi apresentado nesta quarta-feira (1º) durante audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados. Continue lendo “Alto índice de assassinatos de jovens brasileiros preocupa especialistas”

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A morte de Konibu e o crime de genocídio de Romero Jucá

Enquanto era presidente da Funai, Jucá entregou as terras dos índios Akuntsu a seus algozes, diz sertanista

por Felipe Milanez — CartaCapital

Na última quinta-feira, 26 de maio, faleceu em Rondônia o indígena Konibu, o velho líder e xamã do povo Akuntsu. Sobrevivente de um genocídio, ele já estava bastante debilitado por um câncer e problemas cardíacos, e tinha em torno de 85 anos., Morreu em paz, deitado na rede dentro da maloca onde viva, auxiliado por agentes de saúde e pelo sertanista da Funai, Altair Algayer.

Se a morte foi tranquila, no entanto, Konibu sofreu muito em vida. E parte desse sofrimento se deve a um ato político de Romero Jucá enquanto era presidente da Funai: a destinação da terra onde os indígenas vivam para fazendeiros. Continue lendo “A morte de Konibu e o crime de genocídio de Romero Jucá”

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Pesquisa investiga o manejo sustentável em território Kaiapó

José Tadeu Arantes – Agência FAPESP 

A aldeia A’Ukre, uma das 19 existentes no território indígena caiapó, localizado no sul do Pará, foi escolhida como uma espécie de laboratório socioambiental para um estudo sobre o uso coletivo da terra e o manejo dos recursos naturais na Floresta Amazônica.

A pesquisa, intitulada “Governance of land-use change: a collaboration to understand the impacts of institutional arrangements on Amazonian forest resource use” e coordenada no Brasil por Patricia Fernanda do Pinho, tem apoio da FAPESP e da University of Michigan, Estados Unidos. Continue lendo “Pesquisa investiga o manejo sustentável em território Kaiapó”

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Atletas Olímpicos devem exercer seu Direito à Palavra para além do Esporte

Laurence Halsted – RioOnWatch*

Competir nas Olimpíadas apenas fortaleceu minha opinião de que os atletas devem se engajar em questões críticas da atualidade como figuras de destaque para mudanças.

Por ter sido um esgrimista da equipe da Grã-Bretanha–na minha cidade natal–nos Jogos em Londres em 2012 e por ser parte dos convocados para o Rio neste ano, eu tenho dedicado toda minha vida a atingir o objetivo de competir nas Olimpíadas. Mas eu me sinto dividido com protestos que estão acontecendo no Brasil enquanto me preparo para os Jogos do Rio. Continue lendo “Atletas Olímpicos devem exercer seu Direito à Palavra para além do Esporte”

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MG – REAJA resgata memória, mobilização e lutas dos atingidos pelo projeto Minas-Rio de mineração

No Gesta

No último sábado, 28 de maio, a REAJA (Rede de Articulação e Justiça dos Atingidos pelo Projeto Minas-Rio), promoveu uma reunião na Câmara Municipal de Conceição do Mato Dentro, com o objetivo de realizar um resgate coletivo da memória e história de mobilização e luta por justiça dos atingidos.

A reunião, que durou o dia todo, contou com a participação de cerca de 100 pessoas, dentre membros de comunidades atingidas, pesquisadores do LABCEN/PUC Minas (Laboratório de Cenários Socioambientais) e GESTA/UFMG (Grupo de Estudos em Temáticas Ambientais), representante do Ministério Público e membros da Câmara de Vereadores e de instituições apoiadoras como a Pólos e Cáritas. Estavam representadas as comunidades Ferrugem, Jassém, Passa Sete, Sapo, Beco, Gondó, Turco, Água Quente, Serra São José, Córregos, Quati, Buritis, Arruda e Mumbuca. Continue lendo “MG – REAJA resgata memória, mobilização e lutas dos atingidos pelo projeto Minas-Rio de mineração”

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OCUPAÇÃO: uma carta de São Paulo

por Manuel Bivar e Miguel Carmo – Buala

A meio do mês do maio, umas quatro horas da manhã, um grupo de secundaristas é expulso do ocupado Colégio Estadual de Cavalcanti e caminha de noite e à chuva, durante horas, em direção à ocupação da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP). São 36 moças e moços que entram na cidade universitária descendo um barranco, onde são acolhidos com espanto por alguns estudantes. “Não é terrorista, é secunda!”, recorda um deles sorrindo. Ali é-lhes entregue uma sala. “Os secundaristas são nossa inspiração.” Frase que se repete em bocas muito diferentes, desde que no final de 2015 a região de São Paulo assistiu a um movimento de ocupação de escolas secundárias e técnicas que teve no seu ápice mais de 200 escolas ocupadas. Espécie de surto que tem contado em vários momentos com a colaboração dos movimentos de sem teto e o apoio de muita gente. Uma semana depois, num debate organizado pelo movimento negro no interior da Funarte ocupada em São Paulo, equipamento do Ministério da Cultura (MinC), uma mulher negra toma a palavra: “Foi preciso chegar a velha para endoidecer, fui no cerco à casa do Temer, junto dessas 30 mil pessoas, e depois da PM [Polícia Militar] atacar caminhei, caminhei pela cidade até Ipiranga.” Continue lendo “OCUPAÇÃO: uma carta de São Paulo”

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