A soma de todos os erros, por Márcio Sotelo Felippe

Em Justificando

Escravos e servos tinham que se ligar necessariamente à terra, que era o meio de produção nuclear nos modos escravista e feudal.

O capitalismo funciona de modo diferente. Pelo contrário, quem vende sua força de trabalho o faz como sujeito de um contrato; portanto, “autônomo”, “livre”. Ele mora onde pode “escolher”. Pela própria natureza do sistema, mora apartado do meio de produção e tem a sagrada liberdade de morar nas ruas, a sagrada liberdade de não ter teto. Continue lendo “A soma de todos os erros, por Márcio Sotelo Felippe”

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Mulheres sem terra debatem a importância da questão de gênero dentro do Movimento

Elas se aprimoraram nos estudos sobre o protagonismo feminino nas lutas e planejaram ações para o ano que se inicia

Por Karina Vilas Boas
Da Página do MST

As mulheres Sem Terra de diversas regiões de Mato Grosso do Sul se reuniram nesta sexta-feira (16), em Campo Grande, capital do estado, para debater questões referentes ao planejamento de ações em 2016 e se aprimorar nos estudos sobre o protagonismo feminino nas lutas. Continue lendo “Mulheres sem terra debatem a importância da questão de gênero dentro do Movimento”

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Verónika Mendoza reafirma que su gobierno respetará los derechos de las comunidades y pueblos indígenas

El Frente Amplio es la única alternativa que se toma en serio la agenda indígena, destacó candidata cusqueña

Servindi – La candidata Verónika Mendoza expresó su pleno respeto al derecho a la consulta previa y expresó su apoyo y solidaridad con la movilización realizada hoy lunes por comunidades del Cusco en contra de las concesiones mineras en el apu Ausangate.

“Hoy las naciones de Qoyllur rit’i y el pueblo cusqueño se movilizan para defender nuestra cultura, nuestra identidad y nuestro territorio. No vamos a permitir que el Apu Ausangate ni el Santuario de Qoyllur rit’i sean amenazados por concesiones mineras que hoy se suporponen al parque ni que se haga minería en zonas aledañas sin consultar previamente a las comunidades”, afirmó. Continue lendo “Verónika Mendoza reafirma que su gobierno respetará los derechos de las comunidades y pueblos indígenas”

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Rio Doce: ”O impacto ainda está acontecendo”. Entrevista especial com André Cordeiro Alves dos Santos

“Como a lama é muito fina, ela fica em suspensão durante muito tempo, ou seja, não sedimenta, formando uma grande mancha em suspensão. Isso faz com que ela seja facilmente transportada pelas correntes marinhas, de modo que não podemos descartar a possibilidade de a lama encontrada em Abrolhos ser a da barragem da Samarco”, afirma o biólogo

Por Patricia Fachin – IHU On-Line

As análises preliminares da água do Rio Docedepois do rompimento da barragem da Samarco, demonstram que os maiores impactos aconteceram na cabeceira do Rio, “porque a lama que estava barrada foi se depositando na beira do Rio e destruiu alguns povoados e matas ciliares numa distância de até 100 quilômetros da barragem”, diz André Cordeiro Alves dos Santos, membro do Grupo Independente de Avaliação do Impacto Ambiental – GIAI, formado por pesquisadores voluntários que estão analisando os impactos da lama no Rio Doce, e um dos autores do Relatório Parcial Expedição Rio Doce. Segundo o pesquisador, “o impacto na cabeceira do Rio é muito grande” e provavelmente vai demorar muitos anos para recuperá-la. Continue lendo “Rio Doce: ”O impacto ainda está acontecendo”. Entrevista especial com André Cordeiro Alves dos Santos”

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Juíza da Guatemala processa 11 militares pelo desaparecimento de 558 indígenas

Da Agência Lusa

Uma juíza da Guatemala decidiu, nessa segunda-feira (18), processar 11 dos 14 militares reformados acusados pelo desaparecimento de 558 indígenas durante o conflito armado interno (1960-1996).

Segundo a acusação, os militares participaram de forma “sistemática” de crimes e massacres que podem ser considerados “crimes de guerra”, assim como de violações múltiplas de mulheres e menores de idade durante a década de 80. Continue lendo “Juíza da Guatemala processa 11 militares pelo desaparecimento de 558 indígenas”

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Indígenas Guarani e Kaiowá denunciam ataques a tiros após retomada da Terra Indígena (TI) Lechucha no MS

No Cimi

No primeiro final de semana posterior à retomada da Terra Indígena (TI) Lechucha, território tradicional reivindicado pelo povo Guarani e Kaiowá nas adjacências da TI Taquara, no município de Juti (MS), os indígenas sofreram intensos ataques a tiros e com veneno e permanecem isolados, cercados pelos pistoleiros.

Segundo relato dos indígenas, desde o momento em que a retomada da TI Lechucha foi descoberta pelos fazendeiros, na última sexta-feira (15), os Guarani e Kaiowá que se encontram no acampamento da retomada –separada da TI Taquara apenas por um rio – vinham sofrendo ameaças de homens que circulavam armados em caminhonetes. Continue lendo “Indígenas Guarani e Kaiowá denunciam ataques a tiros após retomada da Terra Indígena (TI) Lechucha no MS”

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Carta de Repúdio à autorização para construção do porto na comunidade Cajueiro, MA

Mais de uma centena de movimentos sociais, populares, culturais, estudantis, sindicais, povos e comunidades tradicionais, uniões de moradores, grupos de pesquisas, coletivos, organizações religiosas, mandatos parlamentares, entre outros, de todas as partes do Brasil, DENUNCIAM E REPUDIAM as manobras da corporação WTorre, em conluio com políticos e autoridades locais e nacionais, para fazer a comunidade do Cajueiro, em São Luís do Maranhão, ser VARRIDA DO MAPA, e se APROPRIAR do seu território, onde pretende construir um grande porto.

A Carta de Repúdio a seguir, assinada por esse conjunto de agentes (e que deve receber outras adesões), deixa claro que o Cajueiro não está só, que esta batalha não está perdida pelo povo, e que os cúmplices dessa tentativa de assassinato de mais uma comunidade no Maranhão não prosperarão em seus intentos, sejam eles quem forem. A resistência está articulada! Continue lendo “Carta de Repúdio à autorização para construção do porto na comunidade Cajueiro, MA”

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Nem um minuto de silêncio, mas toda uma vida de lutas. Nota do MAB sobre Nicinha

Nota de esclarecimento do Movimento dos Atingidos por Barragens sobre o caso de desaparecimento da companheira Nilce de Souza Magalhães, a “Nicinha”, liderança do MAB em Rondônia

Até o momento, as investigações que vêm sendo conduzidas pela Polícia Civil não têm sido claras, apresentando inúmeras lacunas legais na realização do inquérito. Fato agravado pelas manifestações equivocadas expressas amplamente na mídia, que acabam por debilitar a família. Esperamos que os fatos sejam devidamente esclarecidos, e que o até então desaparecimento de Nicinha seja esclarecido, e seja apurado, respeitando o devido andamento jurídico. Continue lendo “Nem um minuto de silêncio, mas toda uma vida de lutas. Nota do MAB sobre Nicinha”

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Sem Terra ocupam latifúndio em Goiás

A fazenda Sibéria está a 200 km de Goiânia, contém aproximadamente dois mil hectares e é um espolio com dividas, abandonada pelos pretensos donos e utilizada com plantio de cana-de-açúcar

Da Página do MST 

Na madrugada do último domingo (17), cerca de 1500 Sem Terra derrubaram as cercas de mais um latifúndio em, Rianápolis, Goiás. Continue lendo “Sem Terra ocupam latifúndio em Goiás”

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A morte brutal de um índio em Belo Horizonte

Um homem desfere dezenas de chutes na cabeça de um indígena que dormia na rua

Maria Martin – El País

Um índio morreu na última sexta-feira num hospital de Belo Horizonte, em Minas Gerais, após ser espancado enquanto dormia em plena rua do centro da cidade.A vítima morreu sem etnia, sem nome e sem idade, pois outro morador de rua roubou sua sacola – e único pertence – enquanto ela agonizava. Três dias depois da sua morte, o falecido, assim como seu algoz, continua sem identidade. A Polícia Militar de Minas Gerais suspeita que pode se tratar de um crime de ódio e racismo. Continue lendo “A morte brutal de um índio em Belo Horizonte”

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